Artigo, Astor Wartchow - Fazendas lá, florestas aqui

- O autor é advogado, RS.

A intromissão estrangeira em assuntos relacionados à região amazônica, especialmente no que tange à “Amazônia brasileira”, tem alternado  questionamentos educados com desrespeitosos. Afinal, parece provocação cobrar o recém instalado governo acerca do desmatamento, uma histórica, continuada e preocupante prática local.
                
O presidente Bolsonaro não reúne as qualidades retóricas e técnicas para este debate, mas não reagiu errado ao reafirmar que a “Amazônia é nossa”. Aliás, região que abrange diversas e importantes razoes locais e suspeitos interesses internacionais.
                
É famoso o discurso do então senador Cristovam Buarque - durante um debate nos Estados Unidos (2000) - quando foi questionado sobre a hipótese de internacionalização da Amazônia. O autor da pergunta acrescentou que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.
                
Disse Cristovam: "De fato, como brasileiro eu falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso”.

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12 comentários:

Anônimo disse...

Quem já passou pelas estradas da Europa, das maiores até as menores, percebeu que plantações chegam até a beira do asfalto, ou seja, povo alimentado e, no que falta, os países de primeiro mundo têm dinheiro para importar comida. No Brasil, com 75% de mata nativa, enquanto o povo passa fome, há quem bata palmas para a floresta amazônica, para a pororoca e o por do sol. Depois vai para casa comer seu bifinho no fresco do ar condicionado.

Anônimo disse...

O que odeio é que quando a merda for fora de controle os que possuem essa opinião estarão mortos, portanto nem problemas.
Coisa bem boa deve ser viver e falar sem pensar, assim, sendo espontâneo, que o futuro é semana que vem e além disso... só louco para considerar.

Anônimo disse...

Astor manda um recado a Bolsonaro: "desista da indicação do filho para embaixador dos Estados Unidos. Politica externa é para profissionais. Paises não tem amigos, países tem interesses."
Buenas, mais para alcançar os tais "interesses" ou "fazer negócios" o Astor imaginaria que qualquer pessoa, desde um pequeno comerciante até presidente a República procuraria dar prioridade para negociar com:
( ) UM AMIGO
( ) UM ADVERSÁRIO OU COM DESCONHECIDO
Se a resposta do Astor foi negociar COM UM ADVERSÁRIO OU COM UM DESCONHECIDO a empresa já começou " mui bem encaminhada", nem começou e já preteou o olho da gateada!

Anônimo disse...

A Amazônia é nossa. Sai bando de urubus que querem nos roubar nossa Amazônia. Por isso que essas canalhas querem uma marionete deles aqui no poder. E aí na maior cara-de-pau ficam com mimimi, ficam enchendo o saco.

Avante Bolsonaro... imponha o respeito que nos brasileiros exigimos.

CARLOS Flávio disse...

O lamentável é ver um número significativo de pessoas se deixar conduzir por figuras que não apresentam há mais de 30 anos nenhuma evidência de que os homens são capazes de alterar o clima em condições planetárias.

A produção de alimentos em grande escala está restrito a alguns países, sendo o Brasil o principal.

A falsa defesa do meio ambiente por ONGs estrangeiras e locais, defendem no fundo limites do crescimento populacional.

A intenção é antiga.

Anônimo disse...

FIQUEM TRANQUILOS, A MANU ESTA FAZENDO TUDO PARA O BEM DO BRASIL....LKKKKKKKKKK

Anônimo disse...

O resto do mundo, principalmente a Europa já destruíram suas florestas e agora querem dar pitado na nossa Amazônia, querer interferir no gerenciamento dela é atentar contra a Soberania Nacional, por isso que devem ser banidas todas as ONGs, independente se estrangeiras ou nacionais, da Amazônia até que provem suas reais intenções. Deve ser "fechada a torneira" das "burras" do governo até apurar a idoneidade de cada ONG.

Anônimo disse...

COMPOSIÇÃO: Recursos Naturais Não Renováveis-os minerais
Recursos Naturais Renováveis-ar, água, solo, flora e fauna
Recursos Naturais Renováveis PRIORITÁRIOS para os seres humanos-
são,disparadamente ÁGUA e SOLOS
SOLOS-caríssima recuperação quando perdidos por EROSÃO, que só ocorre em
DECLIVES, NUNCA em locais planos ou planicies, como em laterais de rios ou
de cursos de água em planícies. Logo, matas ciliares em planícies para controle
de erosão só mesmo no Brasil, que pode desperdiçar terra a vontade "fingindo
combate a erosão". Paises civilizados, China e europeus ou até a Argentina não
caem neste conto do vigário, as tais de "áreas de preservação permanente" em
planícies ao redor de cursos de água para "combater erosão", que só é feita em
locais declivosos, pois a água tem que ter declive para correr e só assim
causar a erosão. Este combate a erosão vai desde pequenos declives ( onde
curvas de niveis já são suficiente até grandes declives (patamares, aquelas
"escadinhas" usadas na China a mais de 5000 anos para combater a erosão e para
poder usar áreas antes impróprias a agricultura em área em agricultáveis, ao
mesmo tempo que retendo água para o solo, evitando desmoronamentos (é o que
falta nas cidades serranas e morros do Rio de Janeiro para evitar
deslizamentos) e a manter a turbidez da água adequada para consumo humano e
animal. Exemplos destas "escadinhas" no Brasil são as áreas de "cafés de
montanha em patamares" em Minas Gerais e Espirito Santo. É só pensar em quantos
milhões de hectares de áreas declivosas improdutivas POR LEI (áreas de
preservação burras permanentes) existem no Brasil e que se Europa aqui fosse
estariam sendo usadas, produzindo
a quanto iria a produção agro silvo pastoril do Brasil!
RECURSOS NATURAIS FLORA E FAUNA-Biologicamente, os tais "CORREDORES DE FAUNA"
em áreas de preservação permanente ao redor de rios ou cursos de água
particulares não se sustentam porque animais carnivoros por exemplo, que são
consumidores e pertencentes a cadeia alimentar não tem como conviver "numa boa"
com animais domesticos de uma propriedade rural-galinhas, gado, suínos, etc.
Logo, para a fauna sobreviver em seus niveis, são necessárias áreas enormes
como nos parques nacionais, alguns com milhões de hectares ou nas incontáveis
unidades de conservação brasileiras federais, estaduais, municipais e até
particulares que somam áreas somadas muito superiores a todo o Estado do Rio
Grande do Sul, de forma que não ocorram conflitos com os seres humanos.
Este é o resumo do resumo do resumo da ópera!

Anônimo disse...

A Amazônia é e tem que continuar muito nossa e sem interferência de ONGs e governos estrangeiros, mas isso aumenta ainda mais a nossa responsabilidade de defende-la e preserva-la, inclusive com os índios que países que hoje se dizem seus defensores, os exterminaram barbaramente.

Anônimo disse...

O mais triste é pegar esses "livros" (?!) didáticos dirigidos às nossas crianças e jovens, SISTEMATICAMENTE, enfiando essa porcaria ecologica-politicamente correta nas cabecinhas altamente sugestionaveis ( já q estão em formação).....
E os professores (!!!) acreditando....ou fingindo (de todo jeito é trágico)

José Corrêa disse...

Muitos repetem o que ouvem sem qualquer análise!!!

Cris disse...

Puxa vida...
Correntezas de rio , vazão de cheias ,açoreamentos etc etc não interferem em margens de rios ,é?
Erosão portanto só acontece em terreno com declividade , é???
Aaaah tááá ! Sim ,claro... claro...
Matas ciliares são dispensáveis?
Mas bah !!!
Só rindo...
Fazendeiro... de videogame?
O resto vai pelo mesmo caminho...