Artigo, Tulio Milman, Zero Hora - Culpa colateral

O Congresso e as velhas raposas que emparedam governos e fazem o que bem entendem, ajudam com o STF e o presidente, a sustentar o sistema político corrupto.

O artigo de Tulio Milman, colunista do Informe Especial de Zero Hora, confirma análises diárias que o eleitor faz sobre a existência de um sistema político corrupto, decorrente do caráter híbrido da Constituição de 88, de onde saíram o governo de coalizão e a mancebia entre os Poderes, razão direta da enorme onda de corrupção organizada, implementada e dirigida por Lula e pelo seu PT. O julgamento de ontem não foi apenas de Lula, mas também desse sistema. Ele terá que ser destruído através da refundação da república.

Votos longos são de difícil digestão para os leigos. No fim, a informação que prepondera é a confirmação da condenação e o aumento da pena.  Há mais a considerar. O voto do relator do recurso de Lula, desembargador João Pedro Gebran, trouxe uma revelação preocupante, expressa em um dos depoimentos usados como prova: o Congresso trancou a sua pauta de votações para pressionar o governo petista  a nomear operadores ligados a partidos para a Petrobras. Isolada, a notícia seria um escândalo. Passou batida no meio do tsunami de lama analisada pelo TRF4.

O descalabro não mereceu, até agora, qualquer explicação ou contraditório, o que leva a crer na verdade dos fatos. Os tentáculos da corrupção têm uma elasticidade do tamanho do poder.

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12 comentários:

Mordaz disse...

Lula perdeu a oportunidade de fazer delação premiada.

Anônimo disse...

depois do que viu no TRF4, a serenidade e a tecnicalidade dos desembargadores, o brasileiro esta horrorizado com os egos e os espetaculos deprimentes protagonizados pela tal corte "Suprema"...

acho que depois de ontem vamos ter de exigir mudanças nos métodos daquela turma suprema, principalmente no fim daqueles bate-bocas deploraveis e que parecem, alguns, partidarizados...

esse Brasil novo que surge depois de ontem e com o pessoal da Lava Jato exige mais respeito para si...

nao podemos mais aceitar aquelas sessões estrondosas, com aqueles pedidos de vista ad infinitum e, principalmente, aquelas decisões monocraticas em temas de extrema relevancia para o país...

Anônimo disse...

A CF de 88 acabou é o maior câncer do Brasil.

Anônimo disse...

O povo será o único que poderá mudar tudo o que aí está. Democracia significa que o poder emana do povo. Ele é soberano. Vamos tirar todos aqueles políticos que foram eleitos para saquearem o país e o povo.

Anônimo disse...

Dom Michel I, o Usurpador...

Carlos Edison Domingues disse...

POLIBIO É bom não lembrar quem afirmou que o Congresso Nacional "tem trezentos picaretas " Acho que foi a única verdade dita por ele. A Nação pagou o preço, desta verdade, mantendo a sustentação pelo compromisso por ele assumido para comandar a matilha. Carlos Edison Domingues

Anônimo disse...

A merda da CF de 1988, resulta de um erro crasso do Sarney, ao convocar uma constituinte congressual. É o mesmo que entregar a chave do galinheiro aos ladrões de galinhas. Deu no que deu. O Brasil regrediu em tudo, exceto em indicadores negativos e travas ao empreendedor. O estado e o seu erário, foi capturado pelas corporações e seus sindicatos, que manobram uma classe política covarde, corrupta, da pior espécie, e que apenas se preocupa com a próxima eleição e a manutenção de seu feudo, de onde busca o maior ganho financeiro possível. Isto em todos os níveis de estado, desde o menor município até Brasilia. Tudo fede.

Anônimo disse...

Na foto um trio de ladrões.

Anônimo disse...

Concordo.Tem que começar do zero.

Anônimo disse...

Imagina se o idiota apadrinhado, para defender o patrão da operação Zelotes, não iria pincar das 400 e tantas páginas do acórdão algo para minimizar a condenação do bandido

Anônimo disse...

Imagina se o idiota apadrinhado, para defender o patrão da operação Zelotes, não iria pincar das 400 e tantas páginas do acórdão algo para minimizar a condenação do bandido

Anônimo disse...

Temer ficou falando sozinho em Davos, simplesmente todos sairam do auditório enquanto ele discursava, para ver a insignificância do Brasil para o mundo.