Artigo, Rodrigo Constantino, Istoé - Nação Miojo

Dia desses li com certa perplexidade uma crítica de um leitor do meu blog. Ele aprecia os textos, que seriam bem elaborados, mas critica sua extensão. Queria textos mais curtos, como as notinhas de um conhecido site, que ele mencionou como parâmetro. Nada contra o poder de síntese, mas confesso: toda a mazela de uma nação se passou em minha mente num piscar de olhos.

Esqueça as ideologias. Sim, é verdade que o socialismo – a idealização da inveja – é um mal que ainda nos assombra. Esqueça o “jeitinho”. Sim, a malandragem nos custa muito caro, como já expliquei em livro. Esqueça a corrupção. Sim, somos dominados pela bandidagem, por Lulas. Mas eis o momento de epifania após aquela sugestão: tudo isso é meio que consequência do real problema. Qual? O Brasil é um país de preguiçosos!


Calma, calma.

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7 comentários:

Mordaz disse...

Como assim Lulas? E o PMDB de Romero Jucá, de Temer, de Orestes Quercia, de Renan, de Gedel, de Sarney, de Elizeu Padilha não estão no poder fazendo pior desde as diretas já? Até parece que o país vinha bombando antes destes 13 anos malditos. O PMDB também tinha este discurso de moralidade ante a ARENA que atribuía todo o mal do país.

Anônimo disse...

Rodrigo Constantino foi na veia, e ainda acrescento, é o país da desculpa, e por isso sempre utilizo a frase, "Quem quer fazer alguma coisa, arruma um jeito, quem não quer fazer nada, arruma uma desculpa".Veja nas Empresas, se o Chefe colocar uma orientação aos funcionários no quadro de aviso do lado do relógio de ponto e não falar nada em reunião, quando cobrar, muitos funcionários dirão, ninguém falou nada!VC tem que colocar o aviso e avisar todos sobre o aviso e sobre o assunto.O mesmo acontece com placas em Estradas, o camarada não lê, não cumpre e depois tenta se justificar.

Anônimo disse...

Isso mesmo, Mordaz. Você só elencou outros Lulas.

Anônimo disse...

SÓ QUERIAM DERRUBAR DILMA, NÃO O FIM DA CORRUPÇÃO, DIZ CHEFE DA LAVA JATO:

O procurador Carlos Fernando Lima, um dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, constatou que a motivação de muitas pessoas que apoiavam a operação era apenas derrubar a presidente Dilma Rousseff, e não o fim da corrupção; "Infelizmente muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma e não o fim da corrupção. Agora que Temer conseguiu com liberação de verbas, cargos e perdão de dívidas ganhar apoio do Congresso, o seu partido deseja acabar com as suas investigações. Mas, mesmo com todas as articulações do governo e de seus aliados, as investigações vão continuar por todo país", escreveu; curiosamente, o Brasil trocou uma presidente reconhecidamente honesta pelo primeiro ocupante da presidência acusado de corrupção em toda a história do Brasil.

24 DE JULHO DE 2017

247 – O procurador Carlos Fernando Lima, um dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, constatou que a motivação de muitas pessoas que apoiavam a operação era apenas derrubar a presidente Dilma Rousseff, e não o fim da corrupção.

"Infelizmente muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma e não o fim da corrupção. Agora que Temer conseguiu com liberação de verbas, cargos e perdão de dívidas ganhar apoio do Congresso, o seu partido deseja acabar com as suas investigações. Mas, mesmo com todas as articulações do governo e de seus aliados, as investigações vão continuar por todo país", escreveu ele, em seu Facebook. (...)

PS1: O cara acordou ou finge que acordou? Primeiro ele ajudou a derrubar a Dilma e agora vem com esse mimimi. Que coisa feia procurador.

PS2: É o famoso Carlinhos Boca de Ovo. Levou o toco do traíra. kkkkkkkk

Anônimo disse...

REINALDO ACUSA DALLAGNOL DE TER SE TORNADO PROCURADOR FORA DA LEI:

"O agora coordenador da Força Tarefa colou grau em 2002 e prestou concurso no mesmo ano; só poderia tê-lo feito dois anos depois de formado", diz o colunista Reinaldo Azevedo; "O fato: Dallagnol se tornou procurador contra a lei, o que foi admitido pela própria Justiça, e lá permaneceu com base da teoria do 'fato consumado'”.

24 DE JULHO DE 2017

247 – O jornalista Reinaldo Azevedo acusa do procurador Deltan Dellagnol de ter entrado ilegalmente para a carreira do Ministério Público.

"O agora coordenador da Força Tarefa colou grau em 2002 e prestou concurso no mesmo ano; só poderia tê-lo feito dois anos depois de formado; TRF4 foi muito criativo no uso da teoria que o manteve no cargo. Definitivamente, não se pode dizer que esse rapaz seja um fanático das leis que o regime democrático consagra", diz o jornalista, em seu blog na RedeTV.

Abaixo, um trecho de sua coluna:

1: Dallagnol colou grau, como bacharel em direito, no dia 6 de fevereiro de 2002;

2: segundo o Artigo 187 da Lei Complementar nº 75/93 (Estatuto do Ministério Público da União), só podiam se inscrever para prestar concurso “bacharéis em Direito há pelo menos dois anos, de comprovada idoneidade moral”. NOTE-SE: a Emenda Constitucional 45, que é de 2004, elevou esse prazo para três anos;

3: Mas vocês sabem como é Dallagnol… Ele é um rapaz apressado. Seu Twitter prova isso. Vive pedindo a prisão de pessoas que nem denunciadas foram. Aproveitou a circunstância de que seu pai era um procurador aposentado do Ministério Público do… Paraná e, ORA VEJAM, CONSTITUIU-O COMO ADVOGADO E ENTROU COM UM RECURSO PARA PRESTAR O CONCURSO EM 2002, MESMO ANO EM QUE COLOU GRAU, AINDA QUE A LEI O IMPEDISSE. Que dois anos que nada! Isso era para os mortais!;

4: e, acreditem!, ele conseguiu, sim, uma liminar na Justiça Federal do Paraná para participar do concurso. Por quê? Não tentem saber! É impossível!;

5: sim, ele foi aprovado no concurso de 2002;

6: em 2003, já começava a exercer as funções de procurador no Tribunal de Contas União, com nomeação publicada no Diário Oficial;

7: a Advocacia Geral da União recorreu contra a flagrante ilegalidade. O que fez o juiz relator do caso, em 2004, no Tribunal Regional Federal da Quarta Região? Empregou a teoria do fato consumado, o que acabou sendo confirmado pela turma;

8: o recurso chegou ao Supremo, e decisão monocrática manteve Dallagnol no MPF; a AGU não recorreu;

9: a “teoria do fato consumado” em matéria de concurso público, sempre repugnou os juízes; em 2014, o STF bateu o martelo: não pode e pronto!;

10: sic transit gloria mundi…Fazer o quê? Fico aqui pensando o que diria Dallagnol se fosse um adversário seu a viver tal circunstância…

PS: Se o RA falou, tá falado.

Anônimo disse...

PIOR, MORDAZ, LULISTA em sendo parte da ARENA PODRE,

fundar uma PARTIDO TRAMBIQUEIRO!

Anônimo disse...

Obrigada, Polibio, por colocares essa valiosa opinião do Jornalista Rodrigo Constantino! É de uma verdade inquestionável!

Fui professora durante 30 anos e, apesar de muitas tentativas com todo o tipo de recurso didático, raramente conseguia levar meus alunos a ler, compreender e interpretar textos.

A maioria admitia que preferia trabalhar "em qualquer coisa que pagasse um par de tênis, um MacDonalds com os amigos, um celular", do que adquirir conhecimentos para ter uma carreira profissional sólida.

Concluo que para muitos brasileiros pensar é muito trabalhoso!

Profª Sonia