Moro manda amigo de Lula de volta para prisão

O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da operação Lava Jato, restabeleceu a prisão preventiva do pecuarista José Carlos Bumlai, um dos melhores amigos do ex-presidente Lula. A decisão foi tomada nessa quarta-feira e determina que o pecuarista, atualmente em prisão domiciliar, se apresente à Polícia Federal (PF) em 23 de agosto.

Bumlai, de 71 anos, é acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e por crimes financeiros no emblemático empréstimo de R$ 12 milhões da Schahin para o PT em 2004.

Ele havia sido custodiado preventivamente, por ordem de Moro, em novembro de 2015, na Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato. O pecuarista foi interrogado por Moro em maio deste ano.

6 comentários:

Anônimo disse...

Do jeito que está, delação de Odebrecht não prende Serra nem Temer:

11/08/2016

Jornal GGN - A colunista Mônica Bergamo (Folha) divulgou nesta quinta (11) que apesar de render manchetes em muitos jornais, a delação de Odebrecht citando pagamentos milionários a José Serra e Michel Temer via caixa 2 foram recebidas com "alívio" por seus aliados. Isso porque, do jeito que foi feita, a delação não tem potencial para terminar em cadeira nem para o tucano ou para o presidente interino.

"Como estão, os relatos poupam os personagens de serem enquadrados em acusações mais graves, como corrupção e formação de quadrilha. Contribuição não contabilizada [caixa 2] pode ser enquadrada como crime eleitoral, de punição branda e chance mínima de resultar em prisão", reportou.

Bergamo escreveu que dependerá da força-tarefa da Lava Jato escolher se vai se comportar ou não como uma "pedra no caminho". Em outros casos, os procuradores não aceitaram a simples versão de caixa 2, e insistiram na revelação das "contrapartidas", "o que enquadraria a doação dos recursos em propina pura e simples."

"Por isso, a delação que envolve Temer e Serra pode ainda sofrer alterações", acredita.

Essa estratégia de investigação vem sendo aplicada no caso do ex-presidente Lula, por exemplo.

A grande mídia já divulgou, em mais de uma ocasião, depoimentos do executivo Leo Pinheiro (OAS) à Lava Jato admitindo ter feito benfeitorias ao ex-presidente, mas nunca em troca de favores. Os procuradores simplesmente não acreditam na tese de que Lula não teria feito nada em favor das empreiteiras.

No caso do sítio de Atibaia, há o esforço de provar que o ex-presidente é dono oculto da prioriedade registrada em nome dos empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar. Dessa forma, as reformas feitas com ajuda da OAS e Odebrecht no espaço caracterizariam lavagem de dinheiro.

No caso de Temer, contudo, há um fator determinante às investigações: se o impeachment de Dilma Rousseff se consolidar no final de agosto, o interino ganhará imunidade processual.

Outro ponto levantado pelo jornalista Janio de Freitas, na Folha desta quarta, aponta para o tratamento dado à Lava Jato pela força-tarefa nessa nova fase, em que as delações de Odebrecht atingem um arco maior de lideranças, extrapolando a barreira de denúncias feitas apenas para atingir politicamente o PT.

Janio apontou que o volume de vazamentos vem caindo e mesmo as poucas notícias que atingiram gente graúda, como Temer ou Serra, foram sumindo do noticiário nos dias seguintes.

Dessa forma, ele disse, a Lava Jato mostra uma contradição: vive pressionando por delações premiadas que entregam novidades quentinhas, mas quando as obtém, parecem insatisfeitos ou infelizes com o que ouviram.

Anônimo disse...

Turma da Globonews: Cunha, a delação pode salvar Cunha. Veja…

Brito · 11/08/2016

Animados pelo resultado da “degola” de Dilma no Senado, os comentaristas políticos da Globonews se soltaram, ontem, e admitiram que “o Governo Temer conseguiu o que queria: deixar para as calendas a sessão de votação da cassação de Eduardo Cunha.

Renata Lo Prete, e Cristiana Lobo chegam a ironizar quando Gerson Camarotti diz que o adiamento da votação da perda do mandato do Cunha era “para evitar alguma confusão”:

–Confusão, você quer dizer, é denunciar alguém, diz Lobo.

–Confusão igual a delação, completa Lo Prete.

Merval Pereira, então, é definitivo: “Se ele (Cunha) ficar calado, ele vai em cana. Ele vai ser condenado: ele, a mulher dele…Pra escapar ele vai ter de entregar um monte de gente (…) E pelo jeito ele deve ter um monte de coisa gravada, anotada…”

Pode-se discutir as opiniões dos jornalistas, mas não que se trata de gente bem informada, que sabe do que está falando.

É no mínimo estranho que jornalistas tratem com essa serenidade uma manobra que eles próprios admitem se tratar de um “acalma o bicho” Cunha até a consumação do impeachment, como se as tramas que Cunha tivesse- como eles admitem que tem – nenhuma relação guardasse com o processo de derrubada da presidenta.

ESSES SÃO OS SUPRA SUMO DA MIDIA MARRON GLACE......

Anônimo disse...

Ainda tem muito dinheiro desviado da PETROBRAS para retornar, vejam o PTRALHA das 14:59, continua recebendo para bostar textos aqui e outros sitios.

Façanha, o advogado do povo disse...

NÃO ESQUEÇAM MENINOS, QUE DE TODAS AS DECISÕES DO MORO CABE RECURSO AO TRF4!!!! SERGIO MORO NÃO É ABSOLUTO.

Anônimo disse...

A petralhada já vai começar com o mimimi e nenené de que o bumlai está fraquinho, precisa de cuidados especiais, que o xilindró não é lugar para ele recuperar-se,...
Que apodreça na cadeia e com a companhia do cachaceiro, pois na hora de roubar estava cheio de vigor e alegria para atender o 9dedos.

Anônimo disse...

Como o juiz de primeiro grau moro é rápido no gatilho contra o PT, alguém ligado ao PT ou alguém para dedurar alguém do PT.

Enquanto isso.....

JORNAL O SUL

O juiz Sérgio Moro já tentou intimar a mulher de Eduardo Cunha duas vezes, sem sucesso
Para os procuradores, ela tinha consciência dos crimes que praticava, pois é a única controladora da conta da offshore Köpek, na Suíça. O dinheiro foi usado para pagar bolsas e sapatos de grifes.Para os procuradores, ela tinha consciência dos crimes que praticava, pois é a única controladora da conta da offshore Köpek, na Suíça. O dinheiro foi usado para pagar bolsas e sapatos de grifes.

21 de junho de 2016

O juiz Sérgio Moro já tentou por duas vezes, sem sucesso, intimar Cláudia Cruz, mulher do presidente afastado da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), denunciada na Operação Lava-Jato por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O mandado de citação foi expedido pela Justiça Federal do Rio e o oficial de Justiça foi duas vezes ao endereço do casal, na Barra da Tijuca, nos dias 14 e 16 deste mês. Em uma das vezes, foi informado pelo caseiro que Cláudia está morando em Brasília, no imóvel funcional da presidência da Casa.

A Justiça do Paraná teve de expedir outra carta precatória, agora para Brasília, para que Cláudia seja intimada e apresente resposta aos autos. A denúncia contra a mulher de Cunha foi apresentada à Justiça Federal de Curitiba pelo Ministério Público Federal, depois que as investigações foram desmembradas das investigações contra o deputado, que tem foro privilegiado. O advogado de Cláudia, Pierpaolo Bottini, disse que informou ao oficial de Justiça que sua cliente pode ser encontrada nos fim de semana no Rio de Janeiro e, de segunda-feira a sexta-feira, no endereço de Brasília.

Para os procuradores, ela tinha consciência dos crimes que praticava, pois é a única controladora da conta da offshore Köpek, na Suíça. O dinheiro foi usado para pagar bolsas e sapatos de grifes.

OU SEJA, contra alguém do PT, ligado ao PT ou que vai dedurar alguém do PT é CONDUÇÃO COERCITIVA DIRETO, já contra alguém do PMDB, PSDB ou ligados a esses partidos é Cartinha Precatória, de leve......