Lojas Renner promete endurecer controles para evitar trabalho-escravo entre fornecedores

Neste final de semana a empresa gaúcha Lojas Renner anunciou que vai “revisar e aperfeiçoasr o pocesso de auditoria e certificação de fornecedores”. É que na semana passada o Ministério do Trabalho estourou a Oficina de Costura Letícia Paniágua Verduges, conratada por dois fornecedores da Renner, a Kabriolo e a Betilha, na qual foram resgatados tabalhadores-escravos.

3 comentários:

Gil Rikardo disse...

--Sou prestador de serviços, convivo diariamente com o dilema de se valorar a mão-de-obra. Com isso imagino que a busca contínua pelo "menor" custo, fatalmente em algumas ocasiões produzirá o milagre, por vezes incompreensíveis a alguns, que trará como efeito colateral o aviltamento exagerado do trabalho executado por alguém (tarefa próxima à escravidão). Não existem milagres, alguém de alguma forma contribui para a formação do preço e a margem de lucro. Ingênuos aqui, acredito que ninguém.

Anônimo disse...

Parece o corno que descobre a mulher com o Ricardão e vende o sofá.
Conversinha trouxa da Renner dizer que não sabia nada.Bem feito, tomou uma multa de dois milhões.Caso estivesse num pais serio, aconteceria uma bela devassa

Anônimo disse...

Simples, a Mega loja Renner, exige preços baixos prazos longos para pagamento.... qualidade.. agilidade na entrega... e não sabe que estas exigências... só os Bolivianos e Paquistaneses para atendê-los...