As 20h tem Rodrigo Constantino para autografar "Esquerda Caviar" no BarraShoppingSul, Porto Alegre

Ao lado, convite para a sessão de autógrafos desta noite. A Fnac fica no piso inferior do shopping. É a última loja à esquerda. 


Jornalista e escritor, Rodrigo Constantino lançará seu livro “Esquerda Caviar”, esta noite, 20h, na Fnac, BarraShoppingSul, Porto Alegre. Rodrigo Constantino tem se notabilizado por seu combate feroz contra as forças obscurantistas do PT e seus aliados da esquerda, sobretudo da esquerda festiva, que ele chama de esquerda caviar, tipo Zé Dirceu e seus comparsas da organização criminosa do Mensalão, Lula entre eles. Sobre a decisão de lançar o livro no RS, eis o que escreveu ele no seu blog de hoje:

- Porto Alegre tem sido um destino frequente para mim. Cidade politizada, até porque sofreu por longos 16 anos nas garras do PT (e o pior quadro do PT, que é o gaúcho), tem sido palco de embates interessantes.

NESTA QUINTA-FEIRA À NOITE
Bier Markt, Porto Alegre
Rua Castro Alves, 442 - Rio Branco. Telefone: 051 - 30132300 
São dezenas de rótulos e torneiras de chopes de cortes artesanais. Não há nada igual em Porto Alegre. Premiadíssima de Veja.

www.biermarkt.com.br

5 comentários:

Anônimo disse...

Nem a Folha aguenta
a roubalheira tucana...

O Conversa Afiada republica, com imenso prazer, editorial da Folha (*) (onde mentir é um pleonasmo).

Lembra que o Secretário da Fazenda que agia com “absoluta autonomia” na Prefeitura de São Paulo tem vínculos profissionais com o Padim Pade Cerra tão sólidos e extensos quanto o Paulo Preto (ou Afrodescendente, como preferiu, um dia, o próprio Cerra).

Mas, não adianta a Folha se desesperar.

Quando a coisa bater no Ministério Público Federal de São Paulo tudo será esclarecido e implacavelmente investigado.

O trem tucano

Nas investigações sobre a CPTM, um escândalo engata-se a outro, e a omissão das autoridades paulistas tem garantido a impunidade geral

Tornam-se cada vez mais comprometedoras as notícias em torno da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e seus contratos milionários. As suspeitas incidem sobre sucessivos governos tucanos no Estado.

O caso já é antigo, mas foi reavivado recentemente pela empresa alemã Siemens, que, em troca de imunidade nas investigações, levou às autoridades brasileiras documentos que indicam a existência de um cartel no sistema metroferroviário paulista –com a partilha de encomendas e elevação de preço das concorrências.

Ao menos seis licitações teriam sido fraudadas, segundo documentos internos da Siemens, que apontavam conluios durante as administrações de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.

Diante das denúncias, o governador Alckmin não apenas anunciou diligências –que se revelaram bem menos rápidas do que o prometido– mas também acentuou que, até aquele momento, não havia indicações de participação de autoridades públicas no esquema.

Pois bem. Enquanto se bloqueavam as tentativas de realizar uma CPI sobre o escândalo, surgiram nomes de possíveis beneficiários de propina no governo.

Outra empresa associada ao cartel, a francesa Alstom, vinha sendo acusada de corromper governos em diversos países. Documentos obtidos por autoridades suíças sugerem que João Roberto Zaniboni, ex-diretor da CPTM, teria recebido US$ 836 mil (cerca de R$ 1,8 milhão) da Alstom.

Revela-se agora que, em 2011, as autoridades suíças pediam ao Ministério Público brasileiro investigações sobre quatro suspeitos, inclusive o próprio Zaniboni.

Nenhuma investigação foi feita, entretanto. E o motivo alegado para a omissão é de molde a desafiar a credulidade até mesmo dos mais ingênuos. É que o pedido vindo da Suíça foi arquivado numa pasta errada. Assim declara o responsável pelas investigações no Brasil, o procurador Rodrigo de Grandis.

Como esta Folha revelou no sábado, passados três anos, a Suíça desistiu de prosseguir no caso; as suspeitas foram arquivadas.

Não bastassem as notórias dificuldades brasileiras para julgar, condenar e aplicar penas aos suspeitos de corrupção, vê-se, no caso Alstom, a intervenção de um fator acabrunhante: o engavetamento puro e simples.

Desaparece o pedido, perde-se o prazo, enterra-se o assunto, reconhece-se a “falha administrativa”. Que não fique por isso mesmo, para que o trem tucano não prossiga até a muito conhecida estação chamada Impunidade.

Anônimo disse...

Acho a Privataria Tucana bem mais interessante.

Unknown disse...

O caboclo pra sair de casa e ir ate o shoping pegar um autografo do menino maluquinho, so se for um asno como ele ne?

Anônimo disse...

Vocês anônimos 1 e 2 - estão comentando o tópico errado ou simplesmente desviando do tema como bons petistas gauchos?

Anônimo disse...

O anônimo das 15:56 não acha a privataria petista mais interessante? Assisti o hangout do Rodrigo Constantino com o Lobão e o Danilo Gentilli e valeu a pena.