Serra vai até a AMB e denuncia: "Dilma sataniza os médicos para justificar o caos na saúde".

O ex-governador José Serra (PSDB) voltou ontem a agenda oficial do PSDB paulista, já que o Partido chamou a imprensa para acompanhar sua visita à Associação Médica Brasileira (AMB), ao aderir à campanha "Saúde Mais 10", que coleta assinaturas para proposta de iniciativa popular que obriga a União a vincular 10% da receita federal bruta com a saúde.

A iniciativa mostra que a ala paulista do partido não está pronta a ceder espaço para o senador mineiro Aécio Neves.

. Serra não poupou o governo federal de críticas, como ex-ministro da Saúde:

- O governo Dilma Rousseff reagiu de forma midiática ao apresentar o programa Mais Médicos. "Criaram uma cortina de fumaça. Querem satanizar os médicos e responsabilizá-los pelo caos na saúde".

. Para ele, o problema da falta de profissionais está relacionado com a má distribuição regional.

7 comentários:

Anônimo disse...

Além da saúde há um caos generalizado em órgãos que deveriam ser de estado mas que viraram braços de um partido moralmente desconstituído e que não pensa no bem comum e não quer trabalhar, parasitas de democracias que delas se aproveitam para estuprar uma nação.

Anônimo disse...

A Classe médica é snob e em muitos casos desumana. Mas não podemos compará-los a estes bandidos vermelhos em termos de maldades.

O PT esta tentando 2 coisas com esta manobra de desmoralização dos médicos:

1. Desviar o foco de sua gestão da saúde jogando a culpa para os médicos.

2. Chamar cubanos, que antes de serem médicos, são comissários de partido com objetivo de implantar as bases do comunismo nos rincões do país. Isto foi feito na Venezuela, Nicaragua, Angola, Bolívia e Equador.

Com relação ao item 1, acho que o governo vai conseguir, pois a classe médica é desunida e cuida apenas de seu próprio Ego.

Com relação ao ítem 2, este é o grande perigo. Se estes cubanos vierem, nem o exército nos salva. Uma vez que as milícias ruris e de periferias urbanas comunista forem treinadas e organizadas, é o fim para o Brasil. Os vermelhos da década de 60/70, descuidaram deste quesito e perderam a guerra para os militares nos anos de chumbo.

Anônimo disse...

Não entendo essa ogeriza por medicos estrangeiros. O Sr Argolo, do Sindicato Médico do RS, por exemplo, tem seu filho, também médico e atuando no Brasil, que fez faculdade e se formou em Cuba.

Qual o problema?

Será que eles tem medo de concorrência e não querem largar a mamata?
Aí eu pergunto: e o Serra, quando foi Ministro da Saúde, fez o que? Além de alimentar a máfia dos sangue-sugas e superfaturamento de ambulâncias?

Estes médiquinhos que batem ponto no hospital público e fogem para seus consultórios atenter particular, não se diz nada?

O gente mesquinha.

Anônimo disse...

O Serra é médico, quem não revalidar ser "diproma" não passa de curandeiro, e de curandeiros e picaretas o Brasil está cheio!

Ricardo disse...

Ao petralha das 14:16, oJeriza é com J, sanguessuga não tem hífen e usa dois "s"
mEdiquinhos é uma palavra que não existe, mas se existisse, não teria acento no E !

Além de analfabeto, ainda fala do que não sabe...

Anônimo disse...

MPL volta às ruas contra propinoduto tucano:

O Movimento Passe Livre anuncia que no dia 14 de agosto voltará às ruas. O grupo irá realizar uma manifestação em parceria com o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, por conta do suposto propinoduto esquematizado nos contratos para as obras do Metrô, que pode ter desviado R$ 400 milhões dos cofres públicos. O caso, ocorrido em gestões do PSDB, foi denunciado pela multinacional Siemens.

“Nossa posição é que é um absurdo que o dinheiro público esteja sendo desviado do transporte. São mais de R$ 400 milhões desviados, isso daria para reduzir a tarifa a R$ 0,90”, afirma Matheus Preis, militante do MPL-SP.

A manifestação do dia 14 de agosto ainda não tem um local definido. No dia 6 de agosto, o MPL vai divulgar, em parceria com os metroviários, uma carta à população, informando o local do protesto.

Entenda o caso

A denúncia parte do recente acordo feito pela multinacional alemã Siemens com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), no qual, em troca de imunidade civil e criminal, a companhia revelou como ela e outras empresas se articularam para formar cartéis que atuavam nas licitações públicas do setor de transporte sobre trilhos. Mesmo sendo alvo de investigações desde 2008, as empresas envolvidas continuaram a disputar e ganhar licitações.

Anônimo disse...

Polibio não nos quer colocando textos ao permitir aqueles elaborados pelos PTRALHAS no Instituto LS as 16:38!

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