Governo gaúcho prepara-se para saques sem fundo no Caixa Único. Prefeitos apóiam política de terra arrasada nas finanças públlicas estaduais.

A bancada do PSDB na Assembléia do RS fez uma simples verificação nas contas públicas do RS e constatou o dado alarmante que vai a seguir:
- O governo estadual já sacou R$ 851 milhões do caixa único, contra apenas R$ 181 milhões em todo o ano de 2012.
. O que não sabe o PSDB é que o governo prepara-se para sacar mais R$ 800 milhões, tudo para pagar o 13º.

. É que a transferência de dinheiro de dois Fundos para o Caixa Único depende apenas da aprovação de projeto que está na Assembléia em regime de urgência. A oposição até que gostaria de votar contra, mas já percebeu que os termos usados pelo governo para a destinação dos recursos permitem que ele seja usado também para socorrer prefeitos endividados. E estes já começaram “pressões irresistíveis” sobre os deputados da oposição (a base aliada não precisa de pressão, porque ela vota qualquer coisa que Tarso mandar para a Assembleia).

. O governo atual devasta as finanças públicas do modo como nunca se viu neste Estado.

4 comentários:

Anônimo disse...

Depois de destruir as finanças públicas entregam o governo para alguém como Yeda que vai ter de fazer o trabalho desagradavel de buscar novamente o deficit zero, pois certamente esse tal de Caixa único tem fundo e um dia ele acaba.
Ou nele existe dinheiro que não acaba mais?

Anônimo disse...

Para mim é claro que o PT, que não tem honra, quer subir a dívida do Estado para depois meter um calote argentino nela. Bem a car destes malandros do PT do RS.

Anônimo disse...

Ilustre, magnânimo e mais inteligente de todos jornalista Políbio Braga: Assembleia não tem mais acento. ;)

Anônimo disse...

Políbio.

Quando Tarso, o peremptório, estava na prefeitura, enfiou a mão no bolso do DMAE para fechar as contas. O Fogaça assumiu e ficou metade do mandato pagando as dívidas do PT.

No governo federal e do RS, o PSDB passou anos para arrumar a casa e só levou paulada. O PT assumiu e fez ( e faz ) a festa lá, e agora, cá.

E ninguém fala nada.