Saiba como foi a pressão sobre Dilma para manter Palocci

As horas decisivas que precederam a demissão do ministro Antonio Palocci ainda precisam ser melhor explicadas.

. Quem acompanhou as furiosas tuitadas da ministra Maria do Rosário e do jornalista Jorge Moreno, comensal de Dilma, colunista de O Globo, saiu perplexo da frente do computador.

. A ideia que ficou:

1) Existe um núcleo ético no governo, tipo do que cercou os últimos dias de Fernando Collor, que aplaudiu a saída de Palocci. As tuítadas de Maria do Rosário parecem colocá-la nesse time.

2) A apoplexia tuitadora de Jorge Moreno, com certeza abastecido por gente muito próxima de Dilma Roussef, pareceu que ele estava defendendo as instituições, atacadas pelo assédio moral de Lula sobre Dilma Roussef e pelo assalto do ex-ministro Zé Dirceu ao próprio Palácio de Inverno, no caso o Palácio do Planalto.

. No Senado, ao meio dia, Marta Suplicy tentou dar um golpe de mão, fazendo a bancada aprovar moção de apoio a Palocci. A bancada caiu fora.

- Lula não apareceu ao vivo, mas ficou pendurado no telefone. Ele tem espinafrado ministros pelo celular. O caso de Zé Dirceu é mais grave. Ele passou o dia de terça-feira no Planalto, tentando evitar a saída de Palocci e ninguém noticiou coisa alguma sobre essa presença indevida.

Um comentário:

Aquiles disse...

Zé Dirceu e Palocci.
Até Satanás teria medo desta concorrência desleal.

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