Opinião do Leitor - Operação Solidária: chegou a hora de investigar Tarso


OPINIÃO DO LEITOR

Operação Solidária: Chegou a hora de investigar o investigador, o ministro Tarso Genro.

Parabéns pela coragem jornalística ao publicar material sobre Operação Solidária. É verdade que grandes veículos do Estado já foram muito mais arrojados, mas jamais fornecendo uma visão geral do cenário, porque prefiriram pinçara nomes e trechos descontextualizados de processos sob segredo de justiça, trazendo só o que lhes interessava, pouco a pouco, a público, em reportagens que causaram danos morais imensos aos destinatários. Não é o caso da tua matéria, que apenas alerta, oportunamente, para fatos, e não traz nomes das pessoas envolvidas, de forma leviana, como tantos veículos e personagens costumam fazer, embora talvez até pudesse fazê-lo, se as circunstâncias o exigissem, de modo fundamentado, pela profissão de jornalista, dentro de certos limites, com prudência e responsabilidade. Pois bem, mas o que me chama a atenção, de verdade, é que, sendo razoáveis as linhas iniciais de tuas especulações sobre o envolvimento de políticos do PT, do PDT e do DEM, talvez devamos suscitar a necessidade de uma CPI sobre essa Operação Solidária, para averiguar os desvios de finalidade e desvios de poder investigatório consumados, talvez causadas por fatores políticos ou ideológicos, quem sabe pelo aparelhamento da máquina estatal. Isso pode ser extremamente preocupante. O que aconteceu com a governadora Yeda foi emblemático: perseguição pura. São oito anos de poder político federal instalados no país, muito tempo de uma mesma casta dominando o aparato público investigatório, com projeto de 20 anos de poder pela frente (mais 4 de Dilma e outros 8 de Lula). Será que houve aparelhamento? Temo que sim. Penso que a Operação Solidária pode ser uma grande oportunidade para investigarmos a atuação dos investigadores a fundo. Talvez possamos chegar até o ministro da Justiça, finalmente. Se a PF e o MPF podem investigar até campanhas eleitorais estaduais com contas já aprovadas pelo TRE e cujos prazos de reclamações já prescreveram - e ainda assim assuntos de exclusiva competência estadual - por que o mesmo não pode ser feito no sentido contrário. Plácido Barreto Filho, Porto Alegre, RS.

5 comentários:

Anônimo disse...

A questão é muito simples e não se trata de não querer investigar quando se chega ao PT: no Brasil, de uma maneira geral, não se pode investigar políticos. A vergonhosa questão da imunidade impede que qualquer investigação prossiga, quando um político nela é identificado. A Operação Solidária é um exemplo típico disso: quando chegou ao STF o ministro responsável pelo caso ordenou a publicação na Internet dos nomes de todos os investigados. Ora, quem, em sã consciência, iria continuar a revelar as suas falcatruas por telefone, após saber que estava sendo investigado por um órgão policial? E as provas que seriam colhidas em um momento oportuno? Tudo evaporou, todos pararam de falar.
Apesar dos contras, a Solidária hoje está desmembrada em diversos inquéritos, por mérito exclusivo dos seus responsáveis, pessoas que colocam os seus ideais e o respeito pelo que é público, acima das dificuldades. E aí vem um crítico sugerir uma investigação na investigação. Não há como acreditar que o ministro da justiça tenha ingerência na condução dos trabalhos da PF. Acredito verdadeiramente que qualquer tentativa seria imediatamente rechaçada. A PF já demonstrou que é um órgão de Estado e jamais se curvaria aos desígnios do governante de plantão.
Vamos conhecer melhor a Solidária, antes de sermos signatários de coisas sem fundamento.

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o artigo.
CARLOS, PASSO D'AREIA.

Anônimo disse...

Pelo que se observa há "Polianas" que ainda acreditam no inacreditável. A crise de hipocrisia tomou conta da sociedade. Só quem não olha ou não quer olhar para o que está acontecendo no país acredita que o candidato Tarso Genro não dá as tintas na PF.

Anônimo disse...

cONCORDO PLEANMENTE COM A SUGESTÃO, É MUITA INGENUIDADE
ACREDITAR QUE A PF É UM ÓRGÃO DE ESTADO. e MAIS, DEPOIS NO FIASCO DOS PROCURADORES (MPF) NA AÇÃO DE IMPROBIDADE DE SANTA MARIA, FICA UMA CERTEZA. ESSE PESSOAL, ESTUDA E COM MÉRITO PASSA NUM CONCURSO PÚBLICO, MAS, SEM NENHUM TREINAMENTO,ASSUME UM PODER ENORME, E NA BUSCA DA MÍDIA DESTROEM REPUTAÇÕES.

Com a Po´lícia Federal e a mesma coisa, na ânsia de aparecer na mídia, bem como de querer um destaque junto aos escalões superiores, esses sim políticos, bem como acolhendo informações originárias de boatos, como todos os que estã contra a esquerda são corruptos, comete muita justiça.

A solução é só uma, a responsabilização civil dos agentes do Estado, pois não adianta mover ações de reparação contra o Estado, pois a tudo fica igual.

Condenado o Agente de Estado a reparar o dano que cometeu em nome de sua Instituição ( com transito em julgado) deve ser sumariamente demitido!

Impunidade não se esgota na ausência de condenação de Políticos, pois, também ocorre a impunidade com autores da ação de Santa maria, ainda mais que possuem conhecimento juridico para aquilatar seu erro e, nada acontece com eles.

É RUA, SE PROVADO QUE ERRARAM DESSA MANEIRA, SENÃO É IMPUNIDADE

Anônimo disse...

TEM,SIM,QUE INVESTIGAR ESSE PERIGOSO E DELETÉRIO LOUCO - para o bem deste,principalmente,he he!!!


Se um comunista é uma ameaça a si mesmo,que dirá,então,um sociopata esquerdopata (perdão pela redundância) ocupando cargos e funções públicas,sejam eletivas ou não???!!!


Para refrescar a memória esquerdopata,e os perigo à humanidade,representado pelo ateísmo/esquerdismo:


http://realidadesocialista.blogspot.com


KIRK

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