No início de março, a Justiça de São Paulo condenou a advogada Bruna Morato, uma das principais personagens da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, a pagar R$ 300 mil por danos morais à Prevent Senior.
Um dossiê contra a Prevent, apresentado por Bruna, deu ânimo à CPI da Covid. O documento reunia supostas irregularidades cometidas pela operadora de planos de saúde. O uso de medicamentos do chamado “kit covid”, que incluía a cloroquina e a ivermectina, estava na lista.
A Prevent foi a juízo, provou que era tudo mentira e obteve ganho de causa.
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