O presidente Jair Bolsonaro emitiu nota, ainda há pouco, manifestando solidariedade ao senador e ex-juiz federal Sérgio Moro, como também à mulher dele, Rosângela Moro, que só não foram assassinados junto com os filhos porque o Ministério Público Estadual e a PM de São Paulo (não foram órgãos do governo lulopetista) descobriram a tempo toda a trama, acionaram a Polícia Federal e esta saiu a campo nesta quarta-feira, prendendo os líderes do PCC responsáveis pelos atentados.
Na postagem, Bolsonaro estabelece uma clara conexão entre os crimes políticos de agora com os assassinatos de Celso Daniel e Toninho do PT, mais o atentado contra ele.
"Tudo não pode ser coincidência", denuncia Bolosonaro, ele mesmo objeto de ameaças recorrentes de novos atentados e de prisões políticas.
Bolsonaro não acha que o PCC atua sozinho neste caso, mas que opera como braço armado de interesses políticos já claramente definidos.
O governo federal lulopetista faz silêncio comprometedor sobre o caso, mas quando fala, usa linguagem oblíqua para se referir aos sujeitos apontados como possíveis vítimas.