- O editor recomenda ler com visão crítica.
O ano de 2022 marca o estrangulamento do centro e a polarização entre os extremos para além das eleições, com a esquerda de um lado e a extrema direita de outro, ambos servindo como ímã para as demais forças políticas. E é assim que os movimentos no 2.º turno, de certa forma naturais, são da centro-esquerda para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da centro-direita para o presidente Jair Bolsonaro.
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Bolsonaro cogita ampliar total de membros no STF; número cresceu de 11 para 16 na ditadura.
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