A FNP (Frente Nacional de Prefeitos) realizou um levantamento que mostra que gestores de 4 capitais e de outras cidades populosas do país têm sido pressionados por vereadores a adotar o chamado “kit covid”. O “kit covid” é formado por difosfato de cloroquina, hidroxicloroquina e fosfato de oseltamivir (o tamiflu).
O levantamento, obtido pelo UOL, revela que Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Recife (PE) e Rio Branco (AC) fazem parte dos municípios cujas prefeituras enfrentaram problemas com as respectivas Câmaras Municipais.
No RS, duas grandes cidades sofrem pressão dos vereadores para adotar o tratamento precoce:
Porto Alegre - Em Porto Alegre (RS), vereadores aprovaram a criação de uma frente para tratar dos “possíveis benefícios do tratamento precoce“.
Santa Maria - Um projeto de lei elaborado pelo vereador Tubias Calil (MDB) foi aprovado obrigando a distribuição dos remédios de forma gratuita. Em nota, a Secretaria de Saúde de Santa Maria diz que “disponibiliza os medicamentos conforme regulamentação do Sistema Único de Saúde (SUS) e que respeita a conduta médico-paciente”






