Ações profiláticas e tratamento precoce, defendidos em manifesto, hoje, por 2.122 médicos brasileiros, e os resultados posittivos do tratamento precoce em 27 municípios gaúchos filiados à Amesne (com apoio do MPF em TAC própria), precisam inspirar os participantes da reunião das 14h entre o prefeito Sebastião Melo e representantes dos empresários, da área da saúde e do governo.
Não é possível admitir que a pauta seja exclusivamente sobre restrições às atividades humanas e econômicas (distanciamento social), aumento de leitos hospitalares e de posições de UTIs, como também vacinação.
A vacinação será a solução final, mas até agora só 2% da população foi vacinada e o ritmo é e continuará muito lento.
Não se trata de abandonar as políticas públicas de distanciamento social, expansão e melhoria de leitos hospitalares, inclusive de UTI, mas de implementar imediatamente políticas públicas que contemplem ações profiláticas e tratamento precoce, evitando que já no primeiro embate mais gente adoeça gravemente, seja internada e morra.
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