Ao lado, José Roberto Guzzo.
Lembram-se da OMS, a Organização Mundial da Saúde, que ainda no começo da tragédia trazida pela Covid-19 era tida oficialmente pelo Supremo Tribunal Federal, pelo presidente da Câmara dos Deputados e pelo resto do bonde da oposição como a última palavra sobre o assunto? Era Deus no céu e a OMS na Terra. O STF chegou, num dos seus extremos de ignorância disfarçada em “governança”, a tornar a OMS uma espécie de marco legal no Brasil: suas decisões sobre a epidemia passaram praticamente a ter força de lei. Os demais, sem pensar cinco minutos no que estavam fazendo, se ajoelharam e passaram a rezar para essa nova autoridade suprema.
Não ocorreu a ninguém, na ocasião, que a OMS, um dos mais notórios cabides internacionais de emprego do mundo, era uma entidade bichada. Seu presidente, pescado numa ditadura da África, não era nem sequer um médico. A organização funcionava, e continua funcionando, como uma repartição pública a serviço do governo da China e do seu Partido Comunista. Havia, já há muito tempo, uma nuvem de suspeitas de corrupção em cima dos seus procedimentos.
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