Em artigo que publicou neste final de semana em blogs e sites como os de Percival Puggina e Congresso em Foco, o procurador federal Manoel Pastana conta como é que o grupo lulopetista da PGR montou a farsa da lista tríplice, que garantiu a nomeação de 5 Procuradores Gerais alinhados durante os governos Lula e Dilma. Antes disto não havia nada disto.
Manoel Pastana mora e trabalha em Porto Alegre.
Ele conta quem é o autor da farsa e o que ele faz atualmente:
Para que a aliança fosse duradoura, o tuiuiú-mor Claudio
Fonteles (criador do grupo Tuiuiú), primeiro PGR da era petista, aparelhou o
MPF para proteger o PT. Para isso, ele criou um indisfarçável serviço de
inteligência, apelidado de “Abinzinha” em alusão à ABIN (Agência Brasileira de
Inteligência), o chefe do tal serviço foi Rodrigo Janot, na época, secretário-geral
do MPF. Além disso, “cassou” o mandato do então corregedor-geral Ednaldo de
Holanda para colocar no lugar dele, como corregedor biônico, o tuiuiú roxo
Wagner Gonçalves, que infernizou a vida de procuradores “rebeldes”. Após a aposentadoria, Fonteles foi nomeado presidente da
“Comissão da Verdade” e Wagner Gonçalves, assessor da mesma “Comissão” (parece
piada...). Mas o pior é que Claudio Lemos Fonteles, segundo ele mesmo registra
no seu curriculum e pode ser conferido no Wikipédia, foi membro da “Ação
Popular”, movimento acusado de ter explodido sete bombas no aeroporto de
Recife, matando dois e ferindo treze. Ele foi nomeado por Lula, presidente da “Comissão da
Verdade”, ele mesmo, membro da “Ação Popular”, organização esquerdista acusada
de ter explodido as bombas em Recife. Qual a isenção de Fonteles para apurar a
verdade sobre os atos dos seus ex-companheiros ?
Tem mais.