Desde a chegada de Michel Temer ao governo, o Ministério
da Saúde busca uma diminuição no número de médicos estrangeiros, sobretudo cubanos, no programa, tudo em função da franca hostilidade do governo cubano em relação ao novo governo do Brasil.
Os dirigentes comunistas cubanos ficaram inconformados com a queda do lulopetismo, aguentaram a diminuição do contingente de médicos no Brasil, mas nunca romperam contratos.
Os
cubanos representam 45% dos 18.240 profissionais que trabalham no Mais Médicos
atualmente.
Ao lado, gráfico armado e publicado pelo site G1, mostra a quantidade de médicos cubanos em cada Estado.
São Paulo e Bahia lideram o ranking.
Ainda não se sabe se os médicos cubanos sairão imediatamente ou não, mas se fala, hoje, que isto poderá ocorrer no decorrer da semana que vem, o que parece improvável, dado a natureza dos contratos e compromissos existentes de ambos os lados.
O ministério da Saúde avisou que convocará médicos brasileiros para que ocupem as vagas.





