A vigarice intelectual da esquerda nacional resolveu por
conta própria separar os brasileiros entre conservadores e progressistas e eu
resolvi entrar na onda para fazer também as minhas comparações.
Afinal de contas, não estamos num país livre, mesmo que os
progressistas sonhem em tornar o Brasil numa Venezuela? Sou conservador, é
claro. Luto para conservar a intocabilidade do núcleo familiar e vou protestar
sempre quando um menino de seis ou sete anos, ou mesmo pré-adolescente, chegar
em casa com uma cartilha ou com ensinamentos que possam induzi-lo a definir a
sua sexualidade sem o acompanhamento do pais ou sem que ele mesmo possa decidir
sobre o tema.
Sou conservador e sinto vontade de vomitar quando vejo
“artistas” introduzindo na vagina ou no ânus o crucifixo – o respeitável e
venerado símbolo material do cristianismo – a pretexto de uma performance sobre
a condição sexual de Jesus Cristo.
Não há limites no deboche dos “progressistas” quando o
assunto é religião, desde que não se profane os ícones da fé islâmica, por
exemplo.
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