A foto ao lado é do arquivo pessoal de Fabiano Correia, conforme o jornal.
Policiais e agentes penitenciários como alvo, mortes
cruéis em tom de execução, tiros contra o local de trabalho do governador
do Estado, bases policiais atacadas, incêndio contra viaturas e carros em
prédios públicos e particulares. Após três anos, uma nova onda de
atentados apavora Santa Catarina. Desta vez, considerada ainda mais violenta
por mirar e tirar a vida dos próprios servidores em meio à provável ação
criminosa de duas facções.
O agravante do cenário até a noite de sexta-feira era a
tímida resposta do poder público, que garante trabalhar em sigilo e dar
resposta à altura no devido tempo. A Secretaria de Segurança Pública (SSP)
optou mais uma vez em se manifestar somente por nota e o secretário César
Grubba recusou pedidos de entrevista.
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