Quando Duda Meltzer em 2013 chamou a cineasta Flavia
Moraes para promover um projeto de renovação para a RBS, o desastre e o
discurso de esquerda já estavam praticamente cravejados no futuro da RBS. Isso
porque o projeto se resultou em um documentário "The Communication
Revolution", em que "pessoas de relevante contribuição
intelectual" como Manuela D'Àvila (a patricinha do PCdoB), Gilberto
Dimenstein (Catraca Livre), Marcelo Tas (cuja contribuição maior certamente foi
o Castelo Ra-Tim-Bum) e Paulo Lima (Revista Trip) eram entrevistados, sob um
clima já precedido pela página inicial do documentário, que mostra black blocs
literalmente quebrando e vandalizando a tudo.
Não foram poucas as vezes que essa visão deturpada e
ideológica se materializou em ações concretas da empresa RBS/Zero Hora.
Contudo, com a notícia de que nossos heróis da Brigada Militar saíram
vitoriosos de uma luta contra marginais organizados, os jornalistas, em
específico do noticiário Jornal do Almoço da RBS TV, foram muito além do tolerável
face ao telespectador, que já tinha de conviver e suportar aquele odor
propagandístico diariamente e em doses além do meramente homeopático.
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