Poder Judiciário, Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas do Estado estão perplexos com a incapacidade de diálogo do governador Sartori com os chefes dos demais Poderes, exceto Assembléia.
Nem carinho o governador faz, mesmo quando insiste em congelar orçamentos de todo mundo.
Dr. Basségio constrange colegas ao exigir relação dos CCs de todos os deputados da Assembléia do RS
O deputado do PDT, dr. Basségio, iniciou hoje uma rota de grande risco político, já que protocolou na Mesa da Assembléia um pedido de fornecimento dos nomes e datas de nomeações de todos os CCs contratados pelos 55 deputados da Casa nos últimos dois anos.
E também da lista de cada um dos seis servidores que podem prestar serviços para os deputados fora da Assembléia, nas chamadas bases eleitorais. Cada deputado tem direito a seis deles.
O pedido irritou muito os colegas de Basségio, que corre risco de ser cassado, tudo em função de malfeitos com servidores do seu gabinete.
A manobra do trabalhista foi interpretada como tentativa de constrangimento às vésperas da decisão do plenário.
E também da lista de cada um dos seis servidores que podem prestar serviços para os deputados fora da Assembléia, nas chamadas bases eleitorais. Cada deputado tem direito a seis deles.
O pedido irritou muito os colegas de Basségio, que corre risco de ser cassado, tudo em função de malfeitos com servidores do seu gabinete.
A manobra do trabalhista foi interpretada como tentativa de constrangimento às vésperas da decisão do plenário.
Em greve nacional, servidores do INSS paralisam tudo no RS
Está suspenso todo o atendimento nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em
todo o Rio Grande do Sul, devido à greve dos servidores. Segundo o sindicato
que representa a categoria, pelo menos 80% dos trabalhadores aderiram à
paralisação – por tempo indeterminado – em todo o Estado.
A paralisação prejudicada serviços como os que envolvem
pensão, renovação de procurações e transferências de benefícios.
A categoria pede recomposição salarial de 27%,
incorporação de uma gratificação relacionada à produtividade, jornada de
trabalho de 30 horas semanais para todos os servidores, aumento do benefício
alimentação e abertura de concurso público. A greve é nacional.
Deputados rejeitam parecer de Manoela a projeto de Ruas pela extinção da Justiça Militar do Estado
A esquerda desvairada do PSOl e PCdoB foi de novo derrotada na Assembléia do RS.Ruas, cada vez mais parecido fisicamente com Alexandrino Alencar, é o que está bem à direita.
Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa rejeitou, na manhã desta terça-feira. em reunião ordinária, parecer favorável da deputada Manuela d´Ávila (PCdoB) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 2015, do deputado Pedro Ruas (PSOL) e outros 18 parlamentares, que prevê a extinção da Justiça Militar do Estado.
A matéria recebeu sete votos favoráveis e três contrários e segue agora para nova relatoria, que ficará a cargo do deputado Jorge Pozzobom (PSDB), de posição contrária à extinção.
Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa rejeitou, na manhã desta terça-feira. em reunião ordinária, parecer favorável da deputada Manuela d´Ávila (PCdoB) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 2015, do deputado Pedro Ruas (PSOL) e outros 18 parlamentares, que prevê a extinção da Justiça Militar do Estado.
A matéria recebeu sete votos favoráveis e três contrários e segue agora para nova relatoria, que ficará a cargo do deputado Jorge Pozzobom (PSDB), de posição contrária à extinção.
Crise da Petrobrás já paralisa boa parte da frota de barcos de apoio às explorações de petróleo no mar do Brasil
O repórter Luigi Mazza conta no site Petronotícias desta terça-feira que a crise na indústria do petróleo e a redução de
investimentos realizada pela Petrobrás, têm levado à paralisação de um número
cada vez maior de embarcações, cujos contratos não têm sido renovados em sua
totalidade pela estatal, maior afretadora do país.
Leia a reporgtagem completa:
Responsável por auxiliar
empresas e impulsionar o mercado de barcos de apoio, a Associação Brasileira
das Empresas de Apoio Marítimo (ABEAM) atua há mais de três décadas no setor
offshore, e vem sendo afetada pelo cenário de recessão que se espalha por todo
o segmento e que ainda não parece ter fim próximo. Se no último ano as
estimativas indicavam um aumento da demanda por embarcações, a previsão hoje é
de que o número de contratos caia ainda mais do que já vem ocorrendo. A curva
de crescimento do setor foi impactada diretamente pela crise, explica o
presidente da ABEAM, Ronaldo Lima, que projeta um agravamento da situação pelos
próximos meses. “Essa curva agora está descendo e não sabemos até onde vai. A
expectativa hoje é de que a frota de 500 embarcações continue a cair”. A
recessão no setor de petróleo atinge o mundo todo, afirma Lima, e apenas a
partir do próximo ano poderá se pensar em uma retomada estável de
investimentos.
Quais têm sido os impactos da crise na Petrobrás sobre o
setor de barcos de apoio?
Desde que se iniciou esse processo de crise houve
paralisação de embarcações. Os contratos terminam, uns renovam e outros não;
isso tanto para embarcações de bandeira brasileira quanto estrangeira. É um
processo que continua e ainda não sabemos qual será o limite. Hoje temos cerca
de 500 embarcações em águas nacionais, das quais 400 são contratadas da
Petrobrás, e, embora não tenhamos números exatos, sabemos que ao menos 30 estão
paradas. Mas já se fala em até 100 barcos paralisados. Algumas empresas
investiram pesado e enfrentam no meio do caminho o problema da não renovação de
acordos, o que é um perigo para elas.
Como o setor recebeu o novo plano de negócios da estatal?
Agora com o plano vamos começar a ter uma visão melhor do
que vai ser diminuído nessa demanda, mas devemos ver uma redução grande. O
plano de renovação da frota marítima parou na sétima rodada. Existe o projeto
para iniciar a oitava, mas ela não vai acontecer por enquanto.
O que é feito com os navios inutilizados?
Geralmente são colocados no mercado spot, mas isso não é
muito certo. Quanto mais paralisações, mais barcos são disponibilizados nesse
segmento. Um dos problemas é que as embarcações estrangeiras precisam estar em
acordo com os regulamentos estabelecidos pela Antaq, e elas acabam indo embora
do país caso não estejam. Hoje, com o replanejamento da frota da Petrobrás, os
investimentos estão mais focados na área de produção. Essa redução no setor de
perfuração e exploração tem deixado muitos barcos sem operação.
Qual é hoje o principal foco da ABEAM?
Este é um momento delicado, em que o setor todo está
preocupado, e nós tentamos ajudar da forma que podemos. A ABEAM assiste as empresas
de uma maneira geral em suas operações, sem entrar em questões de negociação,
porque isso é individual de cada companhia. Nós ajudamos em questões
tributárias e tomamos parte em acordos operacionais. E temos também discutido
com a Antaq as normas de afretamento que dizem respeito à preferência das
embarcações brasileiras sobre as estrangeiras no nosso mercado. Com essa lei,
uma empresa que queira contratar um barco estrangeiro deve antes perguntar ao
mercado se há alguma embarcação brasileira disponível, e, caso haja, deve ser
ela a contratada.
A exploração do pré-sal traz novas perspectivas de
crescimento?
Sem dúvidas. Quanto mais unidades a Petrobrás colocar no
pré-sal, maior vai ser a demanda por barcos. Mas, ao menos neste momento, não
haverá crescimento. Nós tínhamos uma curva, estimada no ano passado, que previa
a contratação de 720 barcos de apoio até 2020. Essa curva agora está descendo e
não sabemos até onde vai. A expectativa hoje é de que a frota de 500
embarcações continue a cair.
Nesse cenário, como têm se portado os investidores
estrangeiros?
Os investidores de fora estão preocupados porque fizeram
investimentos ao longo dos últimos anos para se estabelecer aqui, e isso agora
está em risco com a retração do mercado. Eles, na verdade, não têm pra onde ir,
porque o cenário está ruim no mundo todo. O mercado mundial tem sido até mais
afetado que o nosso, como é o caso do Mar do Norte e também do lado americano
do Golfo do México, que foi bastante atingido.
A 13ª Rodada de Licitações pode reaquecer o mercado?
Eu acho que sim, principalmente com a aprovação do
projeto de lei que altera o regime de partilha. Isso é importante porque a
Petrobrás hoje assume sozinha essas operações, nas quais nem sempre tem
condições de investir. Assim, pode-se abrir espaço para outras companhias
entrarem no mercado.
Existe alguma estimativa de melhora em curto prazo?
A estimativa de melhora é para o segundo semestre de
2016, em que o mercado pode começar a crescer um pouco, acompanhando a
economia. Embora não seja oficial, esse é uma expectativa de todo o nosso
setor.
Análise, Cesar Maia - PT autêntico quer derrubar Dilma. Ingenuidade ou ingenuidade ?
1. Após as eleições de 2014, uma avaliação foi
consensual: o eleitor havia optado por um Congresso conservador e, em especial,
por uma Câmara de Deputados amplamente conservadora. A eleição em primeiro
turno de seu presidente –Deputado Eduardo Cunha- foi mostra disso. Foi o
deputado, em todo o Brasil, que fez a campanha mais transparente com as teses
conservadoras ou, se preferem, em base a valores cristãos sobre a vida, a
família e a ordem.
2. Com a posse da presidente Dilma, apareceram como um
Tsunami a crise econômica, a crise moral, a crise social e a crise política. A
autoridade da presidenta foi sendo diluída e as pesquisas de opinião foram
rebaixando seu apoio a um dígito apenas. O Congresso – e em especial a Câmara
de Deputados- assumiu a iniciativa e a priorização das leis.
3. O presidente da Câmara –deputado Eduardo Cunha-
consolidou uma ampla maioria independente do resultado técnico das votações.
Colocou para o plenário decidir várias PECs –projetos de emenda constitucional
que exigem maioria de 60%. Venceu em geral e quando perdeu, sua maioria, ainda
assim, se mostrou expressiva.
4. Num quadro como este, o conteúdo das medidas em
votação precisa ser balanceado com os desdobramentos políticos das mesmas.
Marcar posição, votar e perder faz parte do jogo, e da unidade do governo do
PT.
5. O problema está quando em nome do conteúdo e em base a
tecnicalidade do processamento da votação se constrói um cenário de confronto
com a ampla maioria da Câmara e seu presidente. Nas votações da maioridade
penal o PT e o governo perderam para uma ampla maioria. Numa 303 votos e em
outra 327 votos. O PT e os votos convergentes incluindo os ausentes sequer
alcançaram 40% dos votos. Isso numa votação ideologicamente atrativa.
6. Discursos e marcar posição ajudam a imagem dos
“autênticos”. Mas há limites. A discussão técnica, sobre se a segunda votação
da maioridade penal é válida ou não, ajuda a política de imagem dos
“autênticos”, dá espaço na mídia... Mas levar ao STF e contar com
pronunciamentos de ministros e ex-ministros para criar um clima de que é
possível derrubar a segunda votação é um erro técnico até secundário, mas é um
erro político gravíssimo.
7. Com o governo do PT cambaleante, confrontar uma ampla
maioria parlamentar é radicalizar a reação contra o PT e dar o tempero que
faltava à maioria que acha que Dilma não tem como se sustentar. Mas essa
maioria ainda não conta com os 2/3 necessários para o julgamento do afastamento
de Dilma. A radicalização dos “autênticos” tentando derrubar a segunda votação
será a dose que faltava para a construção da maioria necessária ao início do
afastamento de Dilma.
8. Que os “autênticos” pensem a quem estão servindo ao
subir nesse palanque que pode desabar com eles.
Saiba o que significa a decisão de Temer de não disputar eleições em 2018
O jornal Valor de hoje informa que o vice Michel Temer não disputará eleições em 2018. Seria esta a posição que a oposição mais desejaria saber para ir para o impeachment de Dilma e garantir a posse do vice, com apoio do PMDB.
Consumo de energia voltou ao teto de dez anos atrás
Dados liberados hoje pelo próprio governo, indic am que o pico
do consumo de energia no Brasil no domingo foi de 61 559
megawatt-hora (MWh).
O número demonstra que o consumo de domingo ficou no patamar do consumo de energia
verificado em 7 de abril de 2005, quando alcançou 60 774 MWh.
O Brasil voltou no tempo.
A profunda recessão econômica foi como o governo do PT resolveu a eventualidade de apagão.
Pesquisa do Paraná Pesquisas mostra que Ratinho Júnior lidera corrida pela prefeitura de Curitiba
O Instituto Paraná Pesquisas informou esta manhã ao editor que sua pesquisa de intenções de votos para prefeito de Curitiba. quando Ratinho Júnior é incluído na lista, ele vence as eleições com 25,9%, entrando em segundo lugar o atual prefeito, Gustavo Fruet, com 15,1%, e Requião Júnior em terceiro, com 12,7%.
Na outra opção, a pesquisa indica que o prefeito Gustavo Fruet, PDT, lideraria o pleito no primeiro turno, com 20,1%, mas teria que disputar o segundo lugar com Requião Filho, PMDB, que tem 19,9%.
A pesquisa é resultado da apresentação de nomes para escolha (pesquisa estimulada):
Veja os números:
Cenário 1
Ratinho Júnior, 256,9%
Gustavo Fruet, 15,1%
Requião Filho, 12,7%
Cenário 2
Fruet, 20,1%
Requião Filho, 19,9%
Luciano Ducci, 16%
Ney Leprevost, 8,8%
Delegado Francischini, 8,4%
Tadeu Venen, 4,8%
Na outra opção, a pesquisa indica que o prefeito Gustavo Fruet, PDT, lideraria o pleito no primeiro turno, com 20,1%, mas teria que disputar o segundo lugar com Requião Filho, PMDB, que tem 19,9%.
A pesquisa é resultado da apresentação de nomes para escolha (pesquisa estimulada):
Veja os números:
Cenário 1
Ratinho Júnior, 256,9%
Gustavo Fruet, 15,1%
Requião Filho, 12,7%
Cenário 2
Fruet, 20,1%
Requião Filho, 19,9%
Luciano Ducci, 16%
Ney Leprevost, 8,8%
Delegado Francischini, 8,4%
Tadeu Venen, 4,8%
62,2% da população aprova administração do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet
Ao contrário do que pode parecer, a administração do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, PDT, não conta com aprovação da população local, segundo pesquisa que o Instituto Paraná Pesquisas entregou hoje ao editor.
Acompanhe:
Aprova, 33,5%
Desaprova, 62,2%
O restante não tem opinião.
Acompanhe:
Aprova, 33,5%
Desaprova, 62,2%
O restante não tem opinião.
PDT gaúcho batalha por Afonso Mota no ministério do Trabalho
O PDT gaúcho resolveu trabalhar para que o deputado Afonso Mota seja ministro do Trabalho, substituindo o catarinense Manoel Dias.
Caso emplaque o nome de Mota, que foi colega de Dilma na RBS, a bancada gaúcha terá outro jogador, o atual suplente Washington Cerqueira.
Caso emplaque o nome de Mota, que foi colega de Dilma na RBS, a bancada gaúcha terá outro jogador, o atual suplente Washington Cerqueira.
Assembléia poderá adiar votação da LDO
Embora prevista para hoje, a votação da primeira Lei de Diretrizes Orçamentárias, LDO, do governo Sartori, poderá ir para o dia 14.
A LDO propõe forte redução nos valores das contas públicas para o ano que vem, além de arrocho sem precedentes sobre salários dos servidores de todos os Poderes.
A LDO propõe forte redução nos valores das contas públicas para o ano que vem, além de arrocho sem precedentes sobre salários dos servidores de todos os Poderes.
Crise econômica faz Sultepa pedir recuperação judicial
Enfrentando problemas há bastante tempo, o grupo gaúcho Sultepa acaba de pedir recuperação judicial, ferramenta que substituiu a antiga concordata.
O pedido inclui a construtora, que tem ações na Bolsa.
A crise econômica atual, a inflação alta e os problemas criados para o mercado da construção pesada como efeito da Lava jato, perturbaram a delicada situação financeira por que já passava o grupo gaúcho.
O grupo não quis abrir mais informações do que as que mandou para a Comissão de Valores Mobiliários e instruiu o pedido de recuperação, mas no dia 27 de julho, assembléia geral extraordinária dos acionistas apresentará os números dos problemas que enfrenta e o modo como pretende vencer a crise.
O pedido inclui a construtora, que tem ações na Bolsa.
A crise econômica atual, a inflação alta e os problemas criados para o mercado da construção pesada como efeito da Lava jato, perturbaram a delicada situação financeira por que já passava o grupo gaúcho.
O grupo não quis abrir mais informações do que as que mandou para a Comissão de Valores Mobiliários e instruiu o pedido de recuperação, mas no dia 27 de julho, assembléia geral extraordinária dos acionistas apresentará os números dos problemas que enfrenta e o modo como pretende vencer a crise.
Fidel e Cristina apóiam Tsipras contra a Europa
CLIQUE AQUI para ler análise que Caio Blinder faz hoje para o site www.veja.com.br
O governo do presidente Tsipras, Grécia, recebeu ontem o apoio da presidente argentina Cristina Kirchner e do líder cubano Fidel Castro. São os apoios de uma rainha louca e de um velho louco - e pobretões.
Ao lado, a carta de Castro.
Ambos sustentam pesados calotes a credores.
Cristina Kirchner ainda faz isto.
A banca internacional e os governos europeus ficaram impressionados com o apoio.
É possível que sugiram ao grego que recorra a ajuda de Kirchner e de Fidel para emergir da crise.
- Além da dupla, também o PT aplaudiu Tsipras.
O governo do presidente Tsipras, Grécia, recebeu ontem o apoio da presidente argentina Cristina Kirchner e do líder cubano Fidel Castro. São os apoios de uma rainha louca e de um velho louco - e pobretões.
Ao lado, a carta de Castro.
Ambos sustentam pesados calotes a credores.
Cristina Kirchner ainda faz isto.
A banca internacional e os governos europeus ficaram impressionados com o apoio.
É possível que sugiram ao grego que recorra a ajuda de Kirchner e de Fidel para emergir da crise.
- Além da dupla, também o PT aplaudiu Tsipras.
Proposta do governo para desmontar usina de Uruguaiana é desvairada
A realocação da térmica da AES Sul, Uruguaiana, é outra das propostas desvairadas do governo Dilma Roussef, enunciada publicamente por Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética,
vinculada ao Ministério de Minas e Energia.
O custo do desmonte, remoção e remontagem em São Paulo seria igual ao de implantar uma nova usina.
E ainda assim, a térmica não teria garantia de suprimento de gás.
Consultado o ministério, ontem, este emitiu nota informando que a usina é privada e não tem nada a ver com a decisão.
A AES Sul gera 600 MW quando tem gás argentino ou importado via Baía Blanca, o que ocorre raramente. Neste momento, está parada, porque os argentinos precisam do gasoduto para si mesmos.
Nuvens e chuvas esparsas cobrem Porto Alegre e todo o RS
As nuvens que cobrem Porto Alegre nesta manhã de terça-feira (7h55min) também cobrem o Rio Grande do Sul. Ocorre chuva na maior parte
do Estado. Entretanto, em algumas regiões podem ocorrer
intervalos de melhora. Em especial no Oeste e no Sul, onde a nebulosidade
diminui e o sol pode aparecer.
Com a abundante umidade e as nuvens, a temperatura deve ter
pequena variação entre as mínimas e as máximas do dia.
As mínimas rondam 10°C em São José dos Ausentes e em
Santana do Livramento. As máximas, por sua vez, podem chegar a 19°C em
Uruguaiana. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 13°C e 18°C.
Plano permite reduzir salários e jornadas nas empresas em crise
É outra medida demagógica e populista do governo do PT, sem condições de ser implementada de verdade. A crise foi criada pelo próprio governo, que agora não tem dinheiro para nada e deve o que não pode pagar.
Com o objetivo de evitar demissões dos trabalhadores por
empresas em dificuldades financeiras, o governo federal criou, por meio de
medida provisória (MP), o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que vai
permitir a redução temporária da jornada de trabalho e de salário em até 30%.
A MP foi assinada na tarde desta segunda-feira pela
presidente Dilma Rousseff, após encontro com ministros e representantes de
centrais sindicais. Embora passe a valer imediatamente com força de lei, a
proposta será analisada e precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.
A medida prevê que a União complemente metade da perda
salarial por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador. O Programa valerá até o
dia 31 de dezembro de 2016, e o período de adesão das empresas vai até o fim deste
ano. Para definir quais setores e empresas estarão aptos a participar do PPE, o
governo também criou um grupo interministerial que vai divulgar informações
sobre os critérios, com base em indicadores econômicos e financeiros.
De acordo com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da
Presidência, Miguel Rossetto, as empresas não poderão demitir nenhum
funcionário durante o prazo de vigência do programa, proibição que será mantida
por pelo menos mais dois meses após o fim da vigência.
As empresas poderão aderir ao programa por seis meses,
prorrogáveis por mais seis. O anúncio foi feito no início da noite por Rossetto
e outros dois ministros, ao lado de representantes de centrais sindicais, no
Palácio do Planalto.
"É mais importante usar recursos públicos para
manter o emprego do que para custear o desemprego. É um programa ganha-ganha,
orientado claramente para manutenção do emprego em um período de crise",
afirmou Rossetto, acrescentando que o programa é aberto para qualquer setor da
economia que tenha redução de emprego e renda.
Augusto Nunes diz que o vídeo transforma Lula em réu confesso
CLIQUE AQUI para ver e ouvir o video. -
Augusto Nunes, colunista do site da revista Veja, www.veja.com.br, lembra na edição de hoje que em outubro de 2010, depois de abandonar o local do
emprego para concentrar-se nas atividades de cabo eleitoral da candidata Dilma
Rousseff, o ainda presidente Lula baixou em Angra dos Reis fantasiado de
operário da Petrobras., reduziu a mais um comício o que deveria ser a
cerimônia de lançamento da plataforma P-57, construída pela empresa holandesa
SBM Offshore.
Leia a nota:
“Já teve presidente que falava que a Petrobras é uma
caixa preta, ninguém sabe o que acontece lá dentro”, começa o melhor dos
piores momentos do falatório, eternizado no vídeo de 22 segundos. “No nosso
governo ela é uma caixa branca… e transparente”, mentiu. “Nem tão assim, mas é
transparente…”, recitou a ressalva debochada antes de escorregar na bazófia
perigosa: “A gente sabe o que acontece lá dentro, e a gente decide muitas das
coisas que ela vai fazer”.
Somada ao que se descobriu sobre o Petrolão, a gravação
transforma Lula em réu confesso. Ao contar que não só acompanhou de perto como
frequentemente determinou os caminhos cinzentos percorridos pela estatal, ele
decifrou o claro enigma: Os condutores da Lava Jato não precisam mais procurar
o chefão do maior esquema corrupto de todos os tempos. Está no vídeo.
Dilma diz para a Folha de S. Paulo que não vai cair: "Não vai ter impeachment e eu não vou renunciar. Ponto."
No pior momento de seu governo, a presidente Dilma
Rousseff afirmou em entrevista à edição desta terça-feira do jornal Folha
de S. Paulo que 'não vai cair'. Dilma rechaçou a possibilidade de renunciar.
"Eu não sou culpada. Se tivesse culpa no cartório, me sentiria muito mal.
Eu não tenho nenhuma."
Ameaçada em diversas frentes pela crise política, a
presidente afirmou que vai cumprir o seu mandato até o fim: "Eu não vou
cair. Eu não vou, eu não vou. Isso é moleza, isso é luta política". Dilma
chamou os setores da oposição que defendem o seu impeachment de 'um tanto
quanto golpistas' e disse que não existe 'base real' para o afastamento.
A entrevista completa vai a seguir e é obra dos jornalistas Maria Cristina Frias, Valdo Cruz e Natuza Nery, todos da Folha. Leia:
Folha - O ex-presidente Lula disse que ele e a sra.
estavam no volume morto. Estão?
Dilma Rousseff - Respeito muito o presidente Lula. Ele
tem todo o direito de dizer onde ele está e onde acha que eu estou. Mas não me
sinto no volume morto não. Estou lutando incansavelmente para superar um
momento bastante difícil na vida do país.
Lula disse que ajuste fiscal é coisa de tucano, mas a
sra. fez.
Querido, podem querer, mas não faço crítica ao Lula. Não
preciso. Deixa ele falar. O presidente Lula tem direito de falar o que quiser.
A sra. passa uma imagem forte, mas enfrenta uma fase
difícil.
Outro dia postaram que eu tinha tentado suicídio, que
estava traumatizadíssima. Não aposta nisso, gente. Foi cem mil vezes pior ser
presa e torturada. Vivemos numa democracia. Não dá para achar que isso aqui
seja uma tortura. Não é. É uma luta para construir um país. Eu não quis me
suicidar na hora em que eles estavam querendo me matar! A troco de quê vou
querer me suicidar agora? É absolutamente desproporcional. Não é da minha vida.
Renúncia também?
Também. Eu não sou culpada. Se tivesse culpa no cartório,
me sentiria muito mal. Eu não tenho nenhuma. Nem do ponto de vista moral, nem
do ponto de vista político.
A sra. fala que não tem relação com o petrolão, mas está
pagando a conta?
Falam coisas do arco da velha de mim. Óbvio que não
[tenho nada a ver com o petrolão]. Mas não estou falando que paguei conta
nenhuma também. O Brasil merece que a gente apure coisas irregulares. Não vejo
isso como pagar conta. É outro approach. Muda o país para melhor. Ponto.
Agora excesso, não [aceito]. Comprometer o Estado
democrático de direito, não. Foi muito difícil conquistar. Garantir direito de
defesa para as pessoas, sim. Impedir que as pessoas sejam de alguma forma ou de
outra julgadas sem nenhum processo, também não [é possível].
O que acha da prisão dos presidentes da Odebrecht e
Andrade Gutierrez?
Olha, não costumo analisar ação do Judiciário. Agora,
acho estranho. Eu gostaria de maior fundamento para a prisão preventiva de
pessoas conhecidas. Acho estranho só.
Não gostei daquela parte [da decisão do juiz Sergio Moro]
que dizia que eles deveriam ser presos porque iriam participar no futuro do
programa de investimento e logística e, portanto, iriam praticar crime
continuado. Ora, o programa não tinha licitação. Não tinha nada.
A oposição prevê que a sra. não termina seu mandato.
Isso do ponto de vista de uma certa oposição um tanto
quanto golpista. Eu não vou terminar por quê? Para tirar um presidente da
República, tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a
realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real.
Não acho que toda a oposição que seja assim. Assim como
tem diferenças na base do governo, tem dentro da oposição. Alguns podem até
tentar, não tenho controle disso. Não é necessário apenas querer, é necessário
provar.
Delatores dizem que doações eleitorais tiveram como
origem propina na Petrobras.
Meu querido, é uma coisa estranha. Porque, para mim, no
mesmo dia em que eu recebo doação, em quase igual valor o candidato adversário
recebe também. O meu é propina e o dele não? Não sei o que perguntam. Eu
conheço interrogatórios. Sei do que se trata. Eu acreditava no que estava
fazendo e vi muita gente falar coisa que não queria nem devia. Não gosto de
delatores.
Mesmo que seja para elucidar um caso de corrupção?
Não gosto desse tipo de prática. Não gosto. Acho que a
pessoa, quando faz, faz fragilizadíssima. Eu vi gente muito fragilizada
[falar]. Eu não sei qual é a reação de uma pessoa que fica presa, longe dos
seus, e o que ela fala. E como ela fala. Todos nós temos limites. Nenhum de nós
é super-homem ou supermulher. Mas acho ruim a instituição, entendeu?
Transformar alguém em delator é fogo.
Tem gente no PMDB querendo tirar a sra. do cargo.
Quem quer me tirar não é o PMDB. Nã-nã-nã-não! De jeito
nenhum. Eu acho que o PMDB é ótimo. As derrotas que tivemos podem ser
revertidas. Aqui tudo vira crise.
Parece que está todo mundo querendo derrubar a sra.
O que você quer que eu faça? Eu não vou cair. Eu não vou,
eu não vou. Isso é moleza, isso é luta política. As pessoas caem quando estão
dispostas a cair. Não estou. Não tem base para eu cair. E venha tentar, venha
tentar. Se tem uma coisa que eu não tenho medo é disso. Não conte que eu vou
ficar nervosa, com medo. Não me aterrorizam.
E se mexerem na sua biografia.
Ô, querida, e vão mexer como? Vão reescrever? Vão provar
que algum dia peguei um tostão? Vão? Quero ver algum deles provar. Todo mundo
neste país sabe que não. Quando eles corrompem, eles sabem quem é corrompido.
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