Depois de duas semanas de férias forçadas, o complexo da GM em Gravataí recomeçará suas operações na segunda-feira.
Sob o fantasma de demissões em massa.
Darcy Pacheco investe R$ 35 milhões em Nova Santa Rita
A empresa gaúcha Darcy Pacheco confirmou nesta sexta-feira que investirá R$ 35 milhões na nova sede que construirá em Nova Santa Rita, Grande Porto Alegre.
Dica de livro - O Retrato, de Osvaldo Peralva
O editor comprou, está lendo e recomenda por quem se intertessa pela história política contemporânea brasileira, sobretudo a respeito da história do velho Partidão, o PCB. Trata-se de um dos mais contundentes relatos políticos brasileiros do
século 20
Boa parte do livro é dedicada à sua experiência romena do autor, como dirigente comunista.
Não esperem encontrar revelações sobre os crimes comunistas. Peralva desenha
menos o retrato de homens cruéis do que o de homens medíocres. Outro tanto é dedicado aos embates no PCB. Figuras com
Luís Carlos Prestes, João Amazonas e Carlos Marighella são reveladas em sua
dimensão mesquinha. Em 1946, uma espécie de tabela meritocrática atribuía 50
pontos à adesão de um operário ao partido. Um intelectual, a escória, valia
apenas dez. O ódio da esquerda à inteligência é anterior a Marilena Chaui...
"O Retrato" é a narrativa de uma desilusão sem
amargura. Mesmo demonizado em razão do livro, Peralva se conservou um
"socialista democrático". O AI-5 o levou para o exílio. Voltou apenas
em 1979, com a anistia, e passou a integrar o Conselho Editorial da Folha.
Morreu em 1992, aos 74 anos.
O RETRATO
AUTOR Osvaldo Peralva
EDITORA Três Estrelas
QUANTO R$ 69,90 (440 págs.)
O editor recomenda.
Depois de quatro anos de presidência, reeleita, Dilma finalmente descobriu que é vítima de preconceito de gênero
Dilma acha que charges como esta ao lado, de Sponholz, é preconceito de gênero.
A presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao
jornal norte-americano "The Washington Post", que, na opinião dela,
existe preconceito de gênero nas críticas de que ela é uma gestora
"controladora". Em tom irônico, a petista destacou à publicação que é
descrita como uma mulher forte e dura, que coloca o nariz em tudo em que não
deveria e que é cercada por homens "meigos".
A entrevista de Dilma ao "Washington Post" foi
publicada no site da publicação norte-americana na noite desta quinta (25). A
chefe de Estado brasileira viajará, neste sábado (27), aos Estados Unidos para
uma visita oficial de quatro dias na qual se reunirá com o presidente Barack
Obama.
A declaraçãosobre o suposto preconceito sexista se deu em
resposta ao comentário da jornalista norte-americana de que, ao mesmo tempo em
que há pessoas que dizem que Dilma é controladora, esses mesmos críticos
afirmam que, desde que foi reeleita, ela mudou de postura e passou a delegar ao
ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e ao vice-presidente Michel Temer a
articulação política com o Congresso Nacional.
“Eu acredito que tem um pouco de preconceito sexual ou
preconceito de gênero. Eu sou descrita como uma mulher dura e forte, que coloca
seu nariz em tudo que ela não deveria, e dizem que eu sou cercada por homens
"meigos”, ressaltou Dilma ao jornal.
“Você, alguma vez, já ouviu alguém dizer que um
presidente homem coloca seu dedo em tudo? Eu nunca ouvi isso",
complementou a petista.
Aprovação do governo
Em meio à entrevista, a presidente Dilma Rousseff
comentou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada no última sábado (20) que
apontou que a rejeição ao governo atingiu 65% do eleitorado. De acordo com o
levantamento, apenas 10% dos brasileiros avaliam o governo da petista como
"ótimo" ou "bom".
Questionada pelo jornal sobre seus baixo índices de
aprovação, a chefe do Executivo disse que os números a preocupam, porém,
destacou que isso não significa que ela irá "arrancar os cabelos" ou
"perder a paciência". Conforme a petista, é preciso conviver com
críticas e com preconceito.
“Eu não tenho qualquer problema em cometer erros. Quando
se comete um erro, é necessário mudar. […] Em qualquer atividade, incluindo o
governo, você deve, incessantemente, fazer ajustes e mudanças. Se não fizer, a
realidade não vai esperar por você . O que muda é a realidade.”
Interventor federal Marchezan Júnior articula delegação gaúcha para convenção nacional do PSDB
O interventor federal no PSDB do RS, depuitado Marchezan Júnior, já está articulando a delegação gaúcha que representará o Estado na convenção nacional tucana, dia 5, em Brasília.
A convenção reelegerá o senador Aécio Neves.
A convenção reelegerá o senador Aécio Neves.
Empreiteiro diz que doou R$ 7,5 milhões para campanha de Dilma por medo de represálias do governo
O empresário Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC,
disse a procuradores da Operação Lava Jato que doou R$ 7,5 milhões à campanha à
reeleição da presidente Dilma Rousseff por temer prejuízos em seus negócios na
Petrobras se não ajudasse o PT.
O ministro Teori Zavascki homologou, ontem, a delação premiada do dono da UTC.
Segundo Pessoa, a contribuição da empresa foi tratada
diretamente com o tesoureiro da campanha de Dilma, o atual ministro da
Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva.
Preso desde novembro do ano passado e hoje em regime de
prisão domiciliar, o empresário negocia desde janeiro com o Ministério Público
Federal um acordo para colaborar com as investigações em troca de uma pena
reduzida.
Nos contatos com os procuradores e no documento em que
indicou as revelações que está disposto a fazer caso feche o acordo, Pessoa
descreveu de forma vaga sua conversa com Edinho, mas afirmou que havia
vinculação entre as doações eleitorais e seus negócios na Petrobras.
O empreiteiro contou ter se reunido com Edinho a pedido
do então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, apontado como o principal
operador do partido no esquema de corrupção descoberto na Petrobras e hoje
preso em Curitiba.
As doações à campanha de Dilma foram feitas legalmente.
Segundo os registros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foram três: duas em
agosto e outra em outubro de 2014, dias antes do segundo turno da eleição.
Pessoa já havia indicado sua disposição de
falar sobre a campanha de Dilma Rousseff em documento escrito na cadeia e
publicado pela revista “Veja”. “Edinho Silva está preocupadíssimo”, escreveu o
empresário.
CAIXA DOIS
Pessoa também afirmou aos procuradores que fez
contribuições clandestinas para a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva à reeleição, em 2006, e a do prefeito petista de São Paulo, Fernando
Haddad, em 2012.
O empreiteiro disse que deu R$ 2,4 milhões à campanha de
Lula, via caixa dois. O dinheiro teria sido trazido do exterior por um
fornecedor de um consórcio formado pela UTC com as empresas Queiroz Galvão e
Iesa e entregue em espécie no comitê petista.
Pessoa afirmou também que, a pedido de Vaccari, pagou
outros R$ 2,4 milhões para quitar dívida que a campanha de Haddad teria deixado
com uma gráfica em 2012. O doleiro Alberto Youssef, outro operador do esquema
de corrupção na Petrobras, teria viabilizado o pagamento.
Segundo o empreiteiro, o valor foi descontado de uma
espécie de conta corrente que ele diz ter mantido com Vaccari para controlar o
pagamento de propinas associadas a seus contratos na Petrobras.
Pessoa também promete revelar às autoridades detalhes
sobre seus negócios com o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que hoje
cumpre prisão domiciliar por seu envolvimento com o mensalão.
O empreiteiro, que pagou R$ 3,1 milhões à empresa de
consultoria de Dirceu entre 2012 e 2014, diz que o contratou para prospectar
negócios no Peru, mas afirmou aos procuradores que a maior parte dos repasses
foi feita após a prisão do ex-ministro, para atender a um pedido de ajuda
financeira da sua família, em razão de sua influência no PT.
OUTRO LADO
O PT rejeitou as acusações do empresário Ricardo Pessoa e
afirmou em nota que todas as doações à campanha da presidente Dilma Rousseff em
2014 foram feitas de acordo com a legislação eleitoral.
O partido ressaltou que as contas da campanha de Dilma
foram aprovadas por unanimidade na Justiça Eleitoral.
A assessoria do ministro Edinho Silva, chefe da
Secretaria de Comunicação Social, que foi o tesoureiro da campanha
presidenical, informou que a nota do PT deveria ser considerada sua reposta às
alegações do empreiteiro.
A Presidência da República e a assessoria do
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disseram que não fariam comentários
sobre o assunto.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou que as
doações à sua campanha foram todas feitas de acordo com a lei, e que as dívidas
foram absorvidas e quitadas posteriormente pelo PT.
O advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, que defende o
ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto, disse que ele só captou doações legais
para o partido e não participou do esquema de corrupção descoberto na
Petrobras.
O advogado do ex-ministro José Dirceu, Roberto
Podval, informou que seu contrato de consultoria com a UTC tinha como objetivo
prospectar negócios no Peru, sem qualquer relação com a Petrobras
Os Farsantes
Ao lado, Os Farsantes: Lindbergh Farias, PT; Vanessa, PCdoB; e Maria Louca, o senador Requião.
De passagem por Caracas nesta quinta-feira, 25,
integrantes do grupo de senadores brasileiros composto por representantes do
PT, PCdoB, PDT e PMDB, recusaram o convite para visitar políticos opositores ao
governo de Nicolás Maduro, que se encontram presos. Eles alegaram que não queriam se intrometer nos assuntos internos da Venezuela. Uma declaração falsa, porque os senadores chapas brancas foram para Caracas justamente paras se intrometer - a favor da ditadura.
Na semana passada, a tentativa de conversar com Leopoldo
López, um dos principais líderes da oposição venezuelana, foi um dos itens
centrais da agenda do primeiro grupo de parlamentares que esteve na Venezuela,
liderados pelos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Aloysio Nunes Ferreira
(PSDB-SP).
Na ocasião, os políticos brasileiros não conseguiram
deixar o aeroporto de Maiquetía, que fica a cerca de 21 quilômetros do centro
de Caracas.
Poderes fardam-se para a guerra contra Sartori
Poder Judiciário, Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas e Defensoria Pública já se fardaram para a guerra contra o governo Sartori.
Tudo por conta do arrocho decretado pelo governo na sua proposta de LDO.
Estão todos pressionando Alexandre Postal para que mude seu relatório sobre a proposta.
Tudo por conta do arrocho decretado pelo governo na sua proposta de LDO.
Estão todos pressionando Alexandre Postal para que mude seu relatório sobre a proposta.
Governo gaúcho propõe forte arrocho salarial para 2016
Ao prever reajuste de apenas 3,5% nos orçamentos dos Poderes do Estado para 2016, conforme proposta de LDO na Assembléia, sartori não propõe congelamento sequer de salários. A LDO poderá ser votada na semana que vem.
A proposta é de redução real.
É que qualquer reajuste de valores que desconsidera a inflação deste ano (9%), representa mais do que congelamento.
Trata-se de arrocho pesadíssimo.
A proposta é de redução real.
É que qualquer reajuste de valores que desconsidera a inflação deste ano (9%), representa mais do que congelamento.
Trata-se de arrocho pesadíssimo.
Sartori vai mexer no IPE Saúde e na previdência do Estado
A chamada terceira fase do ajuste fiscal gaúcho sairá na forma de um pacote fechado de projetos, cujas propostas mais polêmicas serão as que se relacionam com a previdência estatal estadual e o IPE saúde.
Os dependentes do plano IPE Saúde, que atualmente não pagam pelo uso dos serviços, serão convidados a fazê-lo, tal como já acontece para quem assina planos privados de saúde, tipo Unimed ou Bradesco, que cobram dinheiro até de nenês.
Os dependentes do plano IPE Saúde, que atualmente não pagam pelo uso dos serviços, serão convidados a fazê-lo, tal como já acontece para quem assina planos privados de saúde, tipo Unimed ou Bradesco, que cobram dinheiro até de nenês.
Comissão amiga' retorna depois de levar apoio à ditadura da Venezuela
Requião prestou-se ao canalha papel de acompanhante de um grupo de capangas do PT que foi fazer jogo duplo na Venezuela, tudo para apoiar a ditadura e o terrorismo de Estado.
Após cumprir a agenda política na Venezuela sem enfrentar
bloqueios ou a hostilidade do governo chavista, a comitiva de senadores
brasileiros da base governista retorna ao Brasil na madrugada desta
sexta-feira. A comissão chapa-branca capitaneada pelo PT e formada
pelos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Roberto Requião (PMDB-PR), Vanessa
Grazziotin (PCdoB-AM) e Telmário Mota (PDT-RR) se reuniu com representantes da
oposição venezuelana, mas negou um convite para visitar os presos políticos
mantidos pelo governo bolivariano de Nicolás Maduro.
As mulheres dos detidos
convidaram os parlamentares pessoalmente, mas ouviram dos brasileiros que eles
não tinham ido ao país para interferir na "política interna" de
Caracas.
A senadora Vanessa Grazziotin declarou que "não era
o caso" fazer uma visita aos opositores presos. "Você não chega a um
país e vai a um presídio falar com um preso sem pedir autorização previamente.
Nós dissemos para elas que a ajuda que podemos dar é ouvir todos os
lados", afirmou. Além das mulheres dos presos políticos, os senadores
tiveram encontros com famílias de pessoas que morreram nas manifestações
populares do ano passado, com o ex-candidato presidencial Henrique Caprilles,
com membros da Mesa da União Democrática (MUD), que reúne os principais
partidos de oposição, e com o presidente da Assembleia Nacional do
país, Diosdado Cabello - considerado a segunda pessoa mais poderosa
do país e investigado nos Estados Unidos por envolvimento com o narcotráfico.
Neste sábado, vá ao lançamento de "Descendo da Nuvem", Porto Alegre
O editor já adquiriu, já leu e recomenda vivamente -
O lançamento e sessão de autógrafos do livro "Descendo da Nuvem", assinado pelo gaúcho Leo Iolovitch, ocorrerão dia 27 de junho, este sábado, das 10h30min as
14h30min no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, na Praça da Alfândega,Porto Alegre. Não será uma sessão de autógrafos convencional, mas um
evento de lançamento. Quem confirmar presença, já terá o seu livro autografado
à disposição, sem necessidade de filas. Para quem não pretende ou não puder comparecer ao
lançamento, pode adquirir o livro pelo site da Editora
www.paixaoeditores.com
que está com promoção de pré-lançamento até a data do
evento. Após o lançamento o livro continuará disponível no site
da editora e também poderá ser encontrado nas principais livrarias.
Artigo, Ricardo Noblat - Chega ao fim o período do PT no poder
Ao lado, Rei Lula, conforme arte
de Antonio Lucena, disponibilizada por Noblat. -
Começar por onde? Pelo aumento do desemprego? Ou da
rejeição à Dilma, agora na casa dos 65%?
Pela decisão do Tribunal de Contas da União de pedir
explicações ao governo sobre manobras fiscais? A decisão pode dar vez a um
processo de impeachment contra Dilma.
Ou começar pelo desabafo de Lula detonando Dilma, o PT e
ele próprio? Ou ainda pela prisão surpreendente dos dois maiores empreiteiros
do país?
A prisão dos empreiteiros remete à Queda da Bastilha. Só
havia por lá sete presos quando o povo de Paris tomou-a de assalto. Os presos
foram libertados.
A cabeça do diretor da prisão desfilou pela cidade
espetada na ponta de uma lança.
A Bastilha era um símbolo do poder absolutista dos reis.
Sua queda virou um marco da Revolução de 1789 que mudou a França e repercutiu
no mundo todo.
Até que a Bastilha fosse destruída, tinha-se como
inconcebível que a ralé pegasse em armas para varrer o regime. Os reis eram
figuras divinas.
Por aqui, parecia inconcebível que Marcelo Odebrecht,
herdeiro de um império que faturou R$ 107 bilhões no ano passado, fosse parar
na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, obrigado a comer quentinhas. Ele
e o presidente da Andrade Gutierrez .
E não só pela fortuna que Marcelo amealhou, capaz de
realizar todos os seus desejos de consumo, e também os desejos das próximas
gerações dos Odebrechts.
Mas principalmente pelas conexões políticas e econômicas
que Marcelo estabeleceu com políticos e governantes daqui e de uma dezena de
países. Lula virou seu empregado. E, junto com Dilma, refém do que Marcelo
sabe.
Se o mais poderoso empresário brasileiro decidisse
colaborar com a Justiça, a República literalmente cairia.
Imagine se viessem à luz detalhes de um dos encontros de
Marcelo com Dilma no ano passado, quando ele fez um circunstanciado relatório
sobre os bastidores dos negócios entre as empreiteiras e a Petrobras? Por essa
e outras, ele jamais imaginou que seria preso.
Em novembro último, durante encontro com os executivos do
Grupo Odebrecht em Costa do Sauipe, na Bahia, Marcelo se sentia tão inatingível
que os aconselhou: “Se algum de vocês for preso, conte tudo. Que eu me
apresentarei e contarei tudo”.
Não se animem! O maior patrimônio de Marcelo, a essa
altura, não é a Odebrecht. É sua memória. E os documentos que guarda. Não
falará.
Lula está furioso com a companheira Dilma. Ele a acusa de
não ter usado o poder do cargo para impedir que a Operação Lava-Jato, comandada
pelo juiz Sérgio Moro, chegasse até onde chegou.
Mas como Dilma poderia atender à vontade de Lula se ela
se reelegeu com base em mentiras, lidera um governo cada vez mais fraco, e seu
desempenho só é aprovado por 10% dos brasileiros?
O fato é que Lula cobra de Dilma o que ela não pode dar.
Ou talvez não queira dar.
Poucas coisas boas ficarão do período Dilma. Uma delas, a
justa fama de não ter atrapalhado o combate à corrupção. Ela quer ser lembrada
como a "faxineira ética".
As críticas de Lula a Dilma, compartilhadas com os
religiosos que o visitaram no Instituto Lula, deixam nu um político que não
entende a real dimensão da crise do PT e da esquerda.
A crise deriva dos erros cometidos por Lula e Dilma. O
pai da crise é ele. A mãe, ela.
De nada adianta Lula sugerir a Dilma que vá para a rua
falar com o povo. Ela não tem o que dizer. O PT, tampouco.
Envelheceram o discurso e os métodos do Sr. Brahma, como
Lula foi chamado por alguns empreiteiros.
É um ciclo político que se esgotou. Apenas isso, e nada
mais.
Opinião do editor - Chegou a hora de meter a mão na má gestão da área gaúcha da segurança pública
Agilidade e moderna gestão é esta decisão do Judiciário gaúcho de enviar juizes ao Presídio Central para ouvir detidos, até o prazo de 24 horas depois da prisão, para ouvi-los e decidir.
OPINIÃO DO EDITOR
No RS, um simples registro de roubo de celulares pode levar sete horas. -
A 2a. Delegacia de Polícia de Porto Alegre possui dados que demonstram que mensalmente os homens da Brigada Militar conseguem recuperar mil celulares roubados na Capital. O dado por si só é estarrecedor. Mas o que mais deve estarrecer a população e as autoridades gaúchas de segurança pública nem é esta informação, mas o fato de que em casos de operações especiais que reúnem até 40 brigadianos, cada dupla permanece até sete horas na DP para registrar o flagrante. Qual a fonte da informação ? O comandante da 1a. Companhia da Brigada Militar. Ora, isto é problema de fácil solução, desde que a autoridade pública decida usar as mais modernas ferramentas de gestão. A falta de policiais nas ruas está muito mais relacionada com péssima gestão da área da segurança, do que propriamente pela falta de efetivo. O caso da 2a. DP é regra comum, mas a péssima gestão ali em curso não é o único desserviço prestado pela secretaria da Segurança Pública, que sequer consegue unificar os serviços de inteligência que funcionam em duplicidade (Polícia Civil, Brigada e Secretaria, cada um tem seu próprio serviço e efetivo de inteligência).
OPINIÃO DO EDITOR
No RS, um simples registro de roubo de celulares pode levar sete horas. -
A 2a. Delegacia de Polícia de Porto Alegre possui dados que demonstram que mensalmente os homens da Brigada Militar conseguem recuperar mil celulares roubados na Capital. O dado por si só é estarrecedor. Mas o que mais deve estarrecer a população e as autoridades gaúchas de segurança pública nem é esta informação, mas o fato de que em casos de operações especiais que reúnem até 40 brigadianos, cada dupla permanece até sete horas na DP para registrar o flagrante. Qual a fonte da informação ? O comandante da 1a. Companhia da Brigada Militar. Ora, isto é problema de fácil solução, desde que a autoridade pública decida usar as mais modernas ferramentas de gestão. A falta de policiais nas ruas está muito mais relacionada com péssima gestão da área da segurança, do que propriamente pela falta de efetivo. O caso da 2a. DP é regra comum, mas a péssima gestão ali em curso não é o único desserviço prestado pela secretaria da Segurança Pública, que sequer consegue unificar os serviços de inteligência que funcionam em duplicidade (Polícia Civil, Brigada e Secretaria, cada um tem seu próprio serviço e efetivo de inteligência).
Lava Jato pode afetar investimentos no Pólo Petroquímico de Triunfo, RS
Com investigação na Braskem, temor é que novos
empreendimentos sejam freados até que situação fique esclarecida. O caso mais dramático é o da polonesa Synthos. A própria Braskm enfrentas cenário dificulta negociação com Petrobras para
fornecimento de nafta.
A reportagem a seguir é do repórter Jefferson Klein, Jornal do Comércio, Porto Alegre:
Os impactos da operação Lava Jato sobre a Braskem podem
repercutir em todo o setor petroquímico nacional e em projetos a serem
desenvolvidos no Polo de Triunfo, entre os quais o da polonesa Synthos. Na
sexta-feira, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na sede da
Braskem. O doleiro Alberto Youssef afirmou, em delação premiada, que
Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, diretor da Odebrecht (controladora da
Braskem), teria negociado o pagamento de propina da Odebrecht/Braskem com ele e
o então diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
O executivo teria acertado o pagamento de US$ 5 milhões
ao ano para Youssef e Costa em troca de a Petrobras vender para a Braskem uma
cesta de serviços inferior ao valor praticado pela estatal. Da propina, 30%
iria para Paulo Roberto e 70% para o Partido Progressistas (PP). O pagamento
seria feito no exterior e intermediado pelo diretor financeiro da Odebrecht,
Cesar Ramos Rocha, conhecido pela alcunha de "Naruto".
Reforçou os indícios de esquema e-mail apreendido pela PF
na Odebrecht na sétima fase da Lava Jato enviado por Roberto Prisco Ramos, da
Braskem, para o presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e outros executivos
da empresa. Na mensagem, se faz referência a colocação de um sobrepreço da
ordem de US$ 20 mil a US$ 25 mil por dia em contrato de operação de sondas.
Alexandrino de Alencar e Cesar Rocha foram presos na sexta-feira.
A preocupação do setor petroquímico, em particular no Rio
Grande do Sul, é que esse cenário atrapalhe um acerto entre Petrobras e Braskem
quanto ao fornecimento de nafta (principal matéria-prima do segmento). Por
enquanto, as empresas trabalham em cima de um aditivo que vigora até agosto. Se
as companhias não chegarem a um contrato de longo prazo, criará um clima de
insegurança para que outros empreendimentos, que adquirem insumos da Braskem,
instalem-se no Brasil.
"A Lava Jato precisa realizar as suas investigações,
mas não se pode inviabilizar a indústria petroquímica nacional", defende o
secretário estadual de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco. O
dirigente compara o reflexo da investigação envolvendo a Braskem ao que ocorreu
com o polo naval. Branco admite que a situação preocupa e complica as
negociações, contudo ainda espera que Braskem e Petrobras fechem um acerto
duradouro quanto à nafta. O secretário ressalta que, mais do que uma questão
econômica e técnica, se trata de uma política do governo federal quanto à uma
área fundamental para a economia brasileira.
Branco adverte que, se não houver uma definição entre
Braskem e Petrobras, o Rio Grande do Sul pode ter investimentos abalados, como
é o caso da iniciativa da Synthos. A companhia polonesa planeja construir um
complexo de produção de borracha sintética, com capacidade para 80 mil a 90 mil
toneladas ao ano, no Polo de Triunfo. O aporte na ação é estimado em cerca de
R$ 640 milhões. Porém, para a empresa desencadear o empreendimento, terá que
consumir a matéria-prima butadieno, da Braskem, que, por sua vez, é fabricada a
partir da nafta da Petrobras. A expectativa inicial era que a Synthos começasse
as obras em abril, mas isso não se confirmou. Atualmente, a empresa não está se
manifestando sobre o assunto.
Uma fonte que acompanha a situação considera que o
problema concentra-se mais na Petrobras do que na Braskem. "A questão é
como fazer a Petrobras, que detém o monopólio do fornecimento de nafta no
Brasil (sem contar importações), se mexer", indaga. A fonte argumenta que,
se a estatal tiver receio de tomar decisões devido ao atual momento e
repercussões políticas, o ideal seria promover uma abertura de mercado e atrair
novos investidores para o setor. Particularmente, sobre o projeto da Synthos, a
fonte sentencia: "se eu fosse a empresa, sem um contrato de nafta e de
abastecimento de matéria-prima garantido, eu não investiria".
Em nota, a Braskem confirmou que a Polícia Federal estava
cumprindo mandado de busca e apreensão em seu escritório em São Paulo no âmbito
da Operação Lava Jato. Em relação ao e-mail divulgado pela imprensa, a Braskem
argumentou que: "todo o conteúdo da mensagem, incluindo a operação de
sondas, não tem relação com qualquer atividade da Braskem. O autor do e-mail
trabalhou na Braskem até dezembro de 2010 e, na data da referida mensagem, já
havia sido transferido para outra empresa da organização Odebrecht. A Braskem
segue empenhada na elucidação dos fatos e à disposição das autoridades
competentes para colaborar com as investigações".
Simplast discute, amanhã, gestão para indústrias de
plástico em fórum de indicadores setoriais
Com a missão de atrair mais empresas para o Sistema Sinplast
de Indicadores Setoriais (SIS), acontece amanhã o 1º Fórum Sinplast de
Indicadores. O encontro terá como palestrante Albano Mayer, que atua há 18 anos
na área de consultoria de gestão organizacional.
O SIS foi lançado há cerca de um ano, como parte das
inciativas do Centro Sinplast de Inovação e Governança (CSIG) de incentivar as
companhias do setor a investirem em gestão. A ferramenta on-line é alimentada
mensalmente pelas empresas, que fornecem seus índices sempre relativos ao mês
anterior. Feito isso, passam a receber os indicadores calculados, assim como as
médias do setor, possibilitando um referencial comparativo.
São dados como percentual do faturamento comprometido com
a folha de pagamento e capacidade instalada. "Essa ferramenta possibilita
que as empresas possam comparar a sua realidade com a de outros players do
setor e verificar em que situação estão", comenta o coordenador do CSIG,
Roberto Roedel.
Entre os dados já disponíveis está o de que a capacidade
instalada destas indústrias foi de 55% no período de janeiro a abril deste ano.
Isso significa 45% de ociosidades nos players gaúchos deste setor. O acesso à
ferramenta é gratuito para as indústrias associadas ao Sindicato das Indústrias
de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast).
Atualmente, são 40 empresas cadastradas na plataforma, em
um universo de mais de 800 indústrias do setor plástico gaúcho. "Depois de
um período de ajustes no sistema e testes, a meta é aumentar a divulgação desta
iniciativa e chegar, até o final de 2015, com 80 companhias dentro da
plataforma", projeta Roedel.
Além de apresentar o SIS a mais indústrias, o 1º Fórum de
Indicadores Setoriais será uma oportunidade de troca de experiências entre os
usuários do sistema e de feedbacks quanto a possíveis melhorias, tanto na parte
operacional como dos próprios indicadores. A Zandei Plásticos, de Guaporé,
apresentará o seu case, especialmente no uso do SIS.
RBS fecha unidade na Tecnopuc e TVCOM
A RBS fechou a sua operação na Tecnopuc, Porto Alegre, como também decidiu fechar a TVCOM, que dará lugar ao que o grupo chama de Octo, uma multiplataforma de conteúdo capaz de propiciar colaboração entre os veículos da rede, suas marcas e seu público.
About abriu sua edição inteira de junho para os 30 anos da agência gaúcha e21
A ultima edição da revista About é toda ela dedicada aos 30 anos da agência publicitária gaúcha e21, que possui mais negócios em São Paulo do que no RS, com clientes como Basf e Votorantim.
A agência está com nova logomarca.
O diretor Luciano Vignoli, em entrevista de 5 páginas, conta que tipo de postura a e21 costuma ter em relação à propaganda que costura para seus clientes:
- O desafio não é mais produzir somente propaganda de qualidade, mas conteúdo relevante que os consumidores busquem, acessem, procurem, que considerem valioso, que melhore sua vida.
www.e21.com.br
A agência está com nova logomarca.
O diretor Luciano Vignoli, em entrevista de 5 páginas, conta que tipo de postura a e21 costuma ter em relação à propaganda que costura para seus clientes:
- O desafio não é mais produzir somente propaganda de qualidade, mas conteúdo relevante que os consumidores busquem, acessem, procurem, que considerem valioso, que melhore sua vida.
www.e21.com.br
Feltes poderá ser o sucessor de Sartori
Quem quiser entender melhor o modo como o secretário estadual da Fazenda operas em meio a esta grave crise fiscal do governo estadual, deve analisar o que Giovani Feltes fez quando assumiu pela primeira vez a prefeitura de Campo Bom, RS, que na época estava mergulhada em situação semelhante.
Eleito deputado federal com expressiva votação, Giovani Feltes não queria ir para o governo, mas foi convencido a fazê-lo depois de receber em casa o governador Sartori e sua mulher, Maria Helena, que lhe fizeram dramático apelo.
Caso tudo dê certo, o secretário da Fazenda poderá ser o candidato do PMDB ao Piratini na sucessão de Sartori, já que o instituto da reeleição foi suprimido na reforma política em andamento no Congresso.
Eleito deputado federal com expressiva votação, Giovani Feltes não queria ir para o governo, mas foi convencido a fazê-lo depois de receber em casa o governador Sartori e sua mulher, Maria Helena, que lhe fizeram dramático apelo.
Caso tudo dê certo, o secretário da Fazenda poderá ser o candidato do PMDB ao Piratini na sucessão de Sartori, já que o instituto da reeleição foi suprimido na reforma política em andamento no Congresso.
Procurador diz em Novo Hamburgo que ninguém vai escapar na Lava Jato
O observador que o editor pediu para ir ontem a Novo Hamburgo ouvir o procurador Douglas Fischer na ACI de Novo Hamburgo (leia nota a seguir), ficou impressionado com a franqueza do gaúcho de Ijuí sobre o caso da Lava Jato. Ele é o homem-forte do Procurador Geral da República para o caso. Saiu de Porto Alegre para Brasília, exclusivamente para fazer o serviço, levando consigo uma equipe de outros oito procuradores federais.
Ele disse para quem quisesse ouvir que o MPF não errou e não errará nas investigações e indiciamentos.
- Aprendemos muito com erros passados.
Ninguém vai escapar.
Muitos dos que ou ouviram durante a palestra, perguntaram repetidas vezes:
- E o Lula ?
Douglas Fischer disse claramente que não tem nada sobre Lula, porque não pode trabalhar apenas em cima de evidências ou testemunhos oblíquos.
O editor lembfra o caso de Al Capone, chefe da Máfia dos EUA, que só foi preso depois que as autoridades resolveram investigar suas declarações de renda, porque de outro modo não conseguiam meter o bandido na cadeia.
Ele disse para quem quisesse ouvir que o MPF não errou e não errará nas investigações e indiciamentos.
- Aprendemos muito com erros passados.
Ninguém vai escapar.
Muitos dos que ou ouviram durante a palestra, perguntaram repetidas vezes:
- E o Lula ?
Douglas Fischer disse claramente que não tem nada sobre Lula, porque não pode trabalhar apenas em cima de evidências ou testemunhos oblíquos.
O editor lembfra o caso de Al Capone, chefe da Máfia dos EUA, que só foi preso depois que as autoridades resolveram investigar suas declarações de renda, porque de outro modo não conseguiam meter o bandido na cadeia.
Bilhete de Marcelo Odebrecht pode resultar em prisão provisória para si mesmo
O enviado que o editor mandou ontem ao meio dia para ouvir a palestra do procurador federal Douglas Fischer na Associação Comercial e Industrial de Novo Hamburgo, a ACI, ouviu dele a seguinte opinião sobre a situação do presidente da Odebrecht, Marcelo Alencar:
- Ao ter interceptado o bilhete que passou patra seus advogados,mandando destruir provas, ele decretou a transformação da sua prisão temporária (5 dias) em prisão provisória (sem prazo).
Marcelo Odebrecht protocolou, ontem, habeas corpus no TRF-4, Porto Alegre. A decisão pode sair a qualquer momento. O TRF-4 negou habeas até para Lula.
- Ao ter interceptado o bilhete que passou patra seus advogados,mandando destruir provas, ele decretou a transformação da sua prisão temporária (5 dias) em prisão provisória (sem prazo).
Marcelo Odebrecht protocolou, ontem, habeas corpus no TRF-4, Porto Alegre. A decisão pode sair a qualquer momento. O TRF-4 negou habeas até para Lula.
Assinar:
Postagens (Atom)









