Entrevista, Gilso Gotardo, São Leopoldo - Vamos triplicar o tamanho do atual Hospital Centenário

O editor passou uma hora inteira deste final de manhã no Hospital Centenário, São Leopoldo. Ele é mantido pelo município - o único hospital de grande proporção administrado por qualquer município do RS. Ele consomiu R$ 96 milhões no ano passado, 70% de tudo o que a prefeitura gasta por ano em saúde pública. São 1.500 profissionais atendendo 24 horas por dia. A entrevista a seguir é com o presidente da Fundação Hospital Centenário, Gilso Gotardo.

O senhor foi até há pouco o secretário da Fazenda do prefeito Aníbal Moacir.
Vim para cá com a finalidade de colocar as contas em dia, melhorar o hospital e implementar mudanças de grande porte, como será o caso do novo complexo hospitalar, que exigirá investimentos de R$ 215 milhões e consumirá dois anos de obras.

Vi com meus olhos que ocorreram ampliações, há muito pessoal atendendo, bons equipamentos e limpeza invulgar. Qual é o peso de um hospital deste porte para a prefeitura ?
São Leopoldo gasta 38,8% dos seus próprios recursos com saúde pública. O TCE fez um estudo e constatou que não há caso igual no Estado. Municípios do nosso porte, como Novo hamburgo, Pelotas e Passo Fundo, gastam 15%.

Onde está o furo da bala ?
No hospital. Aqui são alocados R$ 96 milhões dos R$ 159,6 milhões gastos por ano com saúde pública por ano.

Por que os outros gastam menos ?
Aqui só temos um hospital, o Centenário. Nos outros municípios citados, existem pelo menos três hospitais.

Esse novo complexo hospitalar de que o senhor fala, sairá aqui ?
Sim, pela modernização e ampliação, envolvendo até mesmo a Escola de Saúde da Unisinos, que a partir do ano que vem terá ´provavelmente seu curso de medicina. É um acordo que temos com a Unisinos e o Hospital Mãe de Deus. O projeto e a modelagem do emprendimento será apresentada em maio pelo prefeito Aníbal Moacir. O novo complexo terá que ser sustentável. Serão 23 mil m2 a mais de área construída sobre os 12 mil m2 atuais.



Luciana Genro, CC de R$ 16 mil da Assembléia do RS, cruza o Brasil em campanha política.

Funcionária da Assembléia do RS, ocupante de polpuda CC de R$ 16 mil mensais, pagos com dinheiro do povo gaúcho, a ex-deputada Luciana Genro foi aos protestos de quarta-feira em São Paulo e hoje participa de manifestações de rua em Fortaleza.

Está tudo no Twitter.

A funcionária não cumpre função alguma de interesse do Legislativo do RS.

Não há informação sobre requisição de diárias e de passagens aéreas para a tournê política.

Ao lado, acima, posts do Twitter de Luciana, contando suas andanças.


Onyx diz que ex-diretor da SBM não quer vir ao Brasil porque tem medo de ser assassinado.

O deputado Onyx Lorenzoni mais uma vez não deu tréguas a um deponte da CPI da Petrobrás, mas desta vez escolheu como alvo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, de quem exigiu explicações sobre os contratos de financiamento que ele acertou nos últimos anos com ditaduras como as de Cuba e Venezuela.

Na exposição que fez, Luciano Coutinho usou e abusou do power point.

O último que usou power point, Vaccari Neto, acabou na cadeia.

Onyx mandou dizer ao editor que pediu que a CPi convoque o ex-diretor da holandesa SBM, Jonathan Taylr, para que esclareça suas denúncias sobre corrupção na Petrobrás e pagamento de propinas para a campanha de Dilma Roussef.

O ex-diretor da SBM tem provas documentais das denúncias.

O problema é que Jonathan Taylor vive em Londres e não quer vir ao Brasil com medo de ser assassinado.

O deputado gaúcho do DEM quer que a CPI vá a Londres para a oitiva e o recolhimento das provas materiais.

CLIQUE AQUI para acompanhar ao vivo a reunião da CPI da Petrobrás.


CPI do BNDES já tem as 199 assinaturas

O deputado Onyx Lorenzoni, DEM do RS, informou ainda há pouco por Whats App que acaba de ser protocolado o pedido de instalação da CPI do BNDES.

Com199 assinaturas.

A mensagem enviada pelo deputado ao editor também informa sobre o depoimento que o presidente do BNDES presta na CPI da Petrobrás.

Vai sair a CPI do BNDES

Foi protocolada agora a tarde a criação da CPI do BNDES, com 199 assinaturas.

Atividade economica cai 0,4% em fevereiro

O índice de atividade econômica da Serasa Experian caiu 0,4% em fevereiro ante janeiro, já efetuados os ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda na atividade econômica foi de 1,5%, maior que o recuo interanual de 0,6% verificado em janeiro. 

Assim, no acumulado do primeiro bimestre a retração foi de 1,0% perante o mesmo período de 2014.

Dólar volta ao patamar de R$ 3 após dados dos EUA

O dólar começou o dia em baixa, na casa dos 3,01 reais, em reação a dados recém divulgados sobre a economia dos Estados Unidos. Os pedidos de auxílio-desemprego na semana passada subiram para 294 mil, acima da previsão de 280 mil. 

Já as construções de moradias iniciadas em março subiram 2%, bem abaixo da previsão de alta de 15,9%. 

Por volta das 12h50, a divisa opera em queda de 0,11%, cotado a 3,031. Na mínima, ainda na venda, atingiu 3,0109 reais. Na máxima, alcançou 3,0398.

O escândalo do Pronaf no RS causará a punição de 50 empregados do Banco do Brasil

O vice presidente do Banco do Brasil, Osmar Dias, acaba de informar na comissão de agricultura do senado, que no dia 30 de maio serão encerrados os trabalhos de auditoria sobre o desvio de recursos do Pronaf, na região do Vale do Rio Pardo, RS. Até o momento 8 empregados das agências de Santa Cruz e de Sinimbu, foram afastados por envolvimento no escândalo.


O Banco do Brasil estima os prejuízos causados aos pequenos agricultores lesados, em 80 milhões. Pelo menos 50 empregados do Banco do Brasil poderão resultar punidos.


Entenda o apelido (Moch) de Vaccari Neto, o homem da mochila do PT

Ao lado, delação envolvendo o tesoureiro, velho tarefeiro do PT - um cumpridor de ordens da cúpula. 

O repórter Humberto Trezzi, jornal Zero Hora, explica nesta matéria a origem do apelido"Moch", aplicado por aliados e adversários no tesoureiro do PT, Vaccari Neto. Ele está atrás das grades. Entre os envolvidos na coleta da propina, apelido do ex-tesoureiro vinha da mochila que seria usada para levar dinheiro. Vaccari Neto não gostava de usar malas e nem cuecas para conduzir o dinheiro sujo para o PT. 

Leia tudo:

João Vaccari Neto era conhecido entre os coletadores de propina da Petrobras pelo apelido de Moch. É diminutivo de "mochila", objeto que o tesoureiro do PT costuma usar em suas constantes viagens pelo país. Ele também carregaria ali parte do dinheiro recebido — como Caixa 2 ou suborno mesmo — segundo ironizou, em depoimento, Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços da Petrobras e um dos maiores delatores da Operação Lava-Jato.

A PF investiga Vaccari em pelo menos meia dúzia de episódios nebulosos. Um deles é a coleta sistemática de propina para o Partido dos Trabalhadores, firmada numa reunião em Milão, na Itália, em 2011. O tesoureiro do PT não teria estado lá, mas teria estabelecido os percentuais que teriam de ser destinado à agremiação (em torno de 2% de todo negócio feito pela diretoria de Serviços da Petrobras). O delator Barusco esteve num jantar na cidade italiana, em outubro daquele ano, junto com Renato Duque (diretor de Serviços da estatal de petróleo), Julio Camargo (lobista da empreiteira Toyo-Setal) e integrantes da Sete Brasil (empresa formada pela Petrobras e sócios privados para aluguel de sondas do pré-sal).Como a Petrobras se transformou na galinha dos ovos de ouro nacional
Por que a Operação Lava-Jato deve mudar o Brasil para melhor

Eles teriam aberto 19 contas em nove bancos, a principal delas no suíço Cramer. Todo esse dinheiro já foi rastreado pelo Ministério Público Federal (a partir das informações de Barusco) e congelado, podendo ser devolvido ao Brasil ao longo do processo da Lava-Jato. Barusco, no depoimento, disse que o PT recebeu mais de US$ 200 milhões desde aquele ano (em propina disfarçada de doação legal, malas de dinheiro e repasses às contas no Exterior) e reclamou "da distribuição injusta feita por João Vaccari Neto".

Vaccari, questionado na CPI da Petrobras, admitiu ter encontrado Barusco e Duque algumas vezes, mas negou que falassem de propina. Outro fato que ele nega é que seja propina o recebimento de R$ 400 mil por parte de sua mulher, via contrato com a CRA, uma empresa de Carlos Alberto Costa, doleiro preso pela Lava-Jato. Ele disse que era para saldar débitos da compra de uma casa. Já Costa declarou à PF que o dinheiro era disfarce de suborno a Vaccari envolvendo fundos de pensão. Essas são as principais razões da prisão do tesoureiro do PT.


BB explica, agora, no Senado, apuração sobre desvios de dinheiro do Pronaf em Santa Cruz do Sul

O vice-presidente do Banco do Brasil, Osmar Dias, fala neste momento (9h16min) na Comissão de Agricultura do Senado. Ele prometeu contar tudo sobre as sindicâncias abertas para apurar grossa corrupção envolvendo gente do banco, políticos do PT e pequenos agricultores da região do Vale do Rio Pardo, tudo por conta de empréstimos fraudulentos do Pronaf.

A Polícia Federal está concluindo investigações sobre o caso, mas não tem mais falado sobre o assunto.

O que aconteceu é que entidades ligadas a pequenos agricultores, todas aparelhadas pelo PT, intermediavam e se apropriavam de valores milionários tomados emprestados por associados. O caso estourou quando começaram as cobranças. Muitos produtores se suicidaram.

A senadora Ana Amélia, RS, é a presidente da Comissão de Agricultura.

Delator disse ter recebido de José Otávio Germano (PP-RS) propina paga pela Fidens Engenharia

Zé Otávio e Farias, no plenário da Câmara.


O repórter Eduardo Bresciani, jornal O Globo, revela que acusado pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa de ter pago propina em nome da empresa Fidens Engenharia, o deputado José Otávio Germano (PP-RS), sob investigação no Supremo Tribunal Federal pelo STF, aparece nos registros da Petrobras como representante da construtora. Germano esteve dez vezes na Petrobras entre 2007 e 2013, segundo as informações obtidas pelo GLOBO por meio da Lei de Acesso à Informação. Em sete oportunidades, a visita foi ao ex-diretor.

A vinculação do parlamentar à empresa é reforçada pelo registro de uma visita feita em 10 de dezembro de 2008. Germano, que já era deputado na época, entrou no edifício sede pelo subsolo para visitar Costa. O formulário da Petrobras prevê a indicação do nome, do documento e da empresa do visitante. No campo destinado à empresa está registrado “Fiens”, com o nome da construtora grafado de forma incorreta.

Leia tudo:

No caso dos outros políticos investigados que visitaram a empresa — 26 conforme revelou o GLOBO — ficou registrado que eram deputados ou senadores, ou o campo ficou sem a informação. No dia em que se identificou com o nome da Fidens, Germano entrou no prédio da Petrobras às 10h51m e saiu 40 minutos depois.

Segundo o relato de Costa, Germano e o também deputado Luiz Fernando Faria (PP-MG) lhe solicitaram que a Fidens passasse a ser convidada a participar das licitações da Petrobras. Entre 2010 e 2011, segundo o delator, os dois lhe convidaram para um encontro em um hotel no Rio e lhe entregaram R$ 200 mil como um “agrado” da empresa.

Costa destacou que a situação era inusitada porque, nesse caso, não tinha havido pedido de propina da parte dele.

“Não tratei nada de percentual com eles, não discuti nenhum assunto em relação a isso. Obviamente que a empresa ganhando deve ter dado comissão para eles. Aí eles me chamaram e disseram: “Olha, a empresa mandou aqui um agrado para você”. Os dois me chamaram e me disseram que a empresa mandou lá os R$ 200 mil. Não cobrei nada, não pedi nada”, disse Costa, em depoimento prestado em 11 de fevereiro deste ano.

Costa afirmou que o pagamento foi feito no Hotel Fasano, em Ipanema, no Rio, no qual os deputados estavam hospedados. Ele recebeu o dinheiro em uma sacola e levou para casa. Entrou e saiu do hotel pela porta principal. O Ministério Público Federal pediu que sejam verificados os registros do Fasano, para tentar comprovar essa parte da acusação.

Na Petrobras, além da visita em dezembro de 2008, Germano esteve com Costa em agosto de 2007, junho e julho de 2008, janeiro, fevereiro e dezembro de 2010. O deputado voltou à Petrobras duas vezes após a saída de Costa da companhia.

Ele visitou em dezembro de 2012 e em fevereiro de 2013 José Carlos Cosenza, sucessor de Costa na diretoria de Abastecimento. O primeiro registro da presença de Germano na Petrobras é de 2007, quando esteve com o então presidente José Sérgio Gabrielli.

O GLOBO entrou em contato com o gabinete dos dois parlamentares. Ambos recomendaram procurar o advogado Marcelo Bessa, que os defende. O advogado não atendeu aos telefonemas nem retornou mensagem com questionamentos sobre o tema. A Fidens foi procurada e não respondeu.

Polícia Federal poderia ter algemado João Vaccari Neto ?

O PT não gostou de ver seu tesoureiro nacional algemado como bandido perigoso. Súmula do STF (Súmula Viculante número 11) diz que só em situação de risco podem ser usadas algemas.

O STF resolveu normatizar o assunto, depois que o ex-ministro Tarso Genro fez sua PF usar e abusar do uso de algemas contra adversários políticos que foram presos em todo o País, com ênfase par ao RS.

CLIQUE AQUI para saber o que diz a Súmula Vinculante número 11.

PT diz que Vaccari Neto é outro preso político do Partido

Escandalizado com o que chama de "perseguição ao PT", o líder do governo no Senado, Sibá Machado, manifestou-se desta forma sobre a prisão do tesoureiro do Partido, Vaccari Neto:

- É uma prisão política.

O senador petista só não explicou quem está por trás da prisão política, já que Vaccari Neto é homem do governo.

No RS, o presidente estadual do PT, Ary Vannazi, também adepto da teoria da conspiração, enxergou dedos estranhos na prisão:

- A prisão do tesoureiro na data da mobilização nacional contra a terceirização não foi coincidência. Resta saber quem prenderão no dia 1o de Maio.

Ary Vannazi usa linguagem oblíqua para se referir ao juiz Sérgio Moro, aos procuradores do MPF e à PF, porque são eles os autores das prisões dos bandidos corruptos do PT.

Análise - Os protestos de rua começam a ganhar apoio institucional

Esta e a síntese dos protestos de rua. O cartaz rola livre, leve e solto nas redes sociais. 


Desde ontem, pela primeira vez desde o início dos protestos públicos pelo impeachment de Dilma Roussef, PSDB, PPS, DEM, SD e PV discutem o tema. 

A estratégia é avançar na busca de um embasamento jurídico.

Até esta quinta-feira, apenas movimentos sociais difusos mobilizaram-se para levar para as ruas milhares de brasileiros indignados com a corrupção exposta no Lava Jato, a crise na economia, a ineficácia do governo, o desfalecimento do PT e seus aliados pela esquerda, a decomposição moral da sociedade e o estelionato eleitoral do ano passado - tudo sintetizado dentro do grito de guerra "Fora Dilma" -  mas desde ontem as demandas começaram a ser assumidas de modo institucional, o que facilitará o encaminhamento da resolução dos conflitos dentro dos quadros democráticos. 

As forças do mal estão encurraladas e precisam ser abatidas mediante a prisão dos seus condutores, o expurgo das suas representações e a faxina moral e ética sobre os grandes pecadores. 

Urge a fundação de uma nova república. 

Ou a panela de pressão poderá estourar de outra forma.

À medida que a crise política e econômica amplificar os protestos e ampliar as condições de ingovernabilidade, será impossível ao congresso conter a abertura do processo político de impeachment, mas que não se engane o vice Temer e o PMDB, porque eles só governarão no caso de assumirem um pacto claro pelas mudanças e as implementarem de verdade. Caso isto não fique claro, somente novas eleições resolverão o impasse atual.

- O editor discutiu esta questão durante duas horas, em jantar que manteve ontem a noite com José Giusti Tavares, Luís Milman, Luiz Francisco Correia Barbosa, Vitor Vieira e Norton Dornelles. Todos pensam de modo muito parecido, mas Barbosa, ex-juiz e advogado, inclusive do editor, defende também uma nova Constituinte.

Governo vai autorizar aumentos generalizados dos pedágios para compensar benefícios a caminhoneiros

O governo deverá autorizar em até 90 dias uma série de aumentos extras de pedágio nas estradas federais do país. De acordo com reportagem de hoje da Folha de São Paulo, o motivo é a implantação da nova Lei dos Caminhoneiros, aprovada em março no Congresso e sancionada pela presidente Dilma depois de uma greve do setor.

A lei altera a cobrança do pedágio para caminhões, provocando com isso alteração nos contratos. 

As concessionárias de rodovias terão que ser compensadas e o governo deve autorizar alta do pedágio. 


Na sexta-feira será publicado decreto da Agência Nacional de Transporte Terrestre sobre o assunto. A agência vai analisar os reajustes caso a caso, mas os representantes dos caminhoneiros querem que a nova lei entre em vigor já neste sábado. 

- O governo tinha prazo até o dia 22 para atender o ultimato dos caminhoneiros que abriram o ano com fortes protestos em todo o País. 

Governo admite inflação de 8,2% e PIB de menos 0,9% em 2015

O governo admitiu que a inflação deste ano superará a meta, indo a 8,2%. Além disto, o ano será de recessão, já que o PIB recuará 0,9%.

Folha revela que Moro poderá mandar prender Zé Dirceu

A jornalista Vera Magalhães, coluna Painel da Folha, informa hoje que o juiz Sérgio Moro já acumulou evidências suficientes para prender Zé Dirceu.

Ele ainda não está solto, embora cumpra pena fora da cadeia por conta do Mensalão.

Seria a segunda prisão de bandido ainda preso.

Henrique Eduardo Alves é o novo ministro do Turismo

O ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, PMDB do Rio Grande do Norte, é o novo ministro do Turismo.

Editor passará o dia em São Leopoldo. A pauta é avaliar o day after da herança maldita deixada pelo PT.

O editor visitará durante o dia as principais obras em andamento no município de São Leopoldo. A ênfase é a recuperação do Hospital Centenário.

Com o prefeito, a pauta é a administração da herança maldita deixada pelo ex-prefeito petista Ary Vannazi, que quebrou a cidade.

Padilha diz que Dilma não vetará lei da terceirização

Dilma não vetará o projeto da terceirização que for aprovado pela Câmara e depois pelo Senado. Foi o que disse ontem na Federasul o ministro Eliseu Padilha a um pequeno grupo de empresários, pouco depois de falar no Tá na Mesa.

O ministro explicou que o governo vem negociando com deputados e senadores desde o início, o que significa que não terá sentido vetar mais tarde o que ajudou a contruir agora.

A votação do texto-básico já aconteceu.

As votações adiadas pela Câmara para depois do feriadão referem-se a emendas e destaques. Concluída esta etapa, irá tudo para o Senado.
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