Rogério Mendelski é um dos mais conceituados e polêmicos
jornalistas do Rio Grande do Sul. Homem de opiniões fortes e posições bem
definidas, nasceu em Canoas, Rio Grande do Sul. Depois de trabalhar nas
sucursais do Correio da Manhã e de O Estado de S. Paulo, atuou em quase todos os
veículos de expressão no Estado, como Folha da Manhã, Rádio Guaíba, Folha da
Tarde, Rádio Gaúcha, RBS TV, TVCom, Rádio Pampa e, em 2007, retornou à Guaíba,
onde apresenta o Bom Dia, das 5h às 9h. Mendelski recebeu a equipe de Press em
seu estúdio, na Guaíba. Como sempre, não usou meias palavras para abordar temas
polêmicos.
. A seguir, em trecho selecionado pelo editor, o jornalista explica o DNA de corrupção que comanda a vida do PT. A entrevista vai no link.
Sua primeira entrevista para a Press foi em 2000, e a
segunda, em 2002, quando saiu da Rádio Gaúcha. O PT ainda nem chegara ao poder
e você já tinha esta visão.
Claro que tinha, eu já conhecia a experiência do PT em
Porto Alegre. O PT é assim, é do DNA do partido e da esquerda em geral dizer
uma coisa e fazer outra. Eu não digo que em Porto Alegre e aqui no Rio Grande
do Sul tenha sido no mesmo estilo, mas o que estamos vendo no plano federal,
esta roubalheira, é porque aí o PT teve a oportunidade de aparelhar todos os
segmentos dos serviços públicos. Olha o que fizeram com a Petrobras. Eles
acusavam o Fernando Henrique de querer privatizar a Petrobras e até
transformá-la em Petrobrax, mas o fato é que a Petrobras precisa é ser
urgentemente estatizada, porque o PT se apropriou completamente, como fez com o
Banco do Brasil. O Henrique Pizzolatto, diretor do BB, fugiu do País como um
bandido, fraudou, foi ao cemitério, pegou a certidão do irmão morto há 30 anos
e fez uma documentação falsa. Quem faz isso é bandido, é ladrão, e ainda se diz
inocente. Foi condenado a sete anos de prisão, mas está na Itália.
.Entrevista na íntegra na revista Press Advertising. Rogério também conta em detalhes como foi que o governo Olívio Dutra pediu sua cabeça, servida sem cerimônia pela RBS.