Dilma usa avião e helicóptero da FAB para impulsionar a empacada campanha de Gleisi Hoffmann

O dinheiro dos contribuintes virou contribuição financeira para a campanha eleitoral de Dilma e Gleisi. É a república da baderna.


Da mesma forma que fez em Porto Alegre na sexta-feira, usando das facilidades do governo para fazer campanha eleitoral descarada na inauguração do Hospital da Restinga, Dilma usou avião e helicóptero da FAB no dia anterior para impulsionar a empacada campanha de Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná.

. Leia reportagem do blog Ucho.Info:


Virou baderna – Na última quinta-feira (3), a presidenteDilma Rousseff participou do quarto lançamento da candidatura de Gleisi Hoffmann (o PT acredita que a candidata há de pegar no tranco), ao governo do Paraná. Dilma foi a Curitiba usando avião da Força Aérea Brasileira que atende a Presidência e teve um helicóptero da FAB à sua disposição para deslocamentos. Apesar dos eventos em Curitiba serem exclusivamente da campanha petista, a conta da festa (aeronaves, tripulantes, combustível) foi bancada por todos os brasileiros.
Para disfarçar o flagrante uso da máquina pública em benefício dos interesses políticos do PT, a assessoria de comunicação da Presidência alegou que Dilma cumpria “agenda privada” na capital do Paraná. A presidente nasceu em Minas Gerais, morou no Rio Grande do Sul e não tem vínculo algum com o Paraná, estado onde Dilma não tem qualquer relação de amizade, exceto com a senadora petista Gleisi Hoffmann e com seu marido, o ministro Paulo Bernardo da Silva (Comunicações).
Pode ser classificada como bizarra a alegação de que a presidente Dilma foi a Curitiba cumprir “agenda particular” e aproveitou a coincidência para participar de um ato de campanha de Gleisi. A história é mais um daqueles deboches típicos do PT, que vem privatizando o governo e a máquina pública em favor dos interesses partidários desde que chegou ao poder em janeiro de 2003.

Na festa do quarto lançamento de Gleisi, Dilma deu outras demonstrações de cinismo.

CLIQUE AQUI para saber mais. 

Em editorial, Mino Carta comunica que revista Carta Capital apóia reeleição de Dilma

O diretor de redação da revista, conhecida pela posição chapa branca das suas edições, forradas de anúncios do governo, Mino Carta, assinou editorial da revista Carta Capital que declara o apoio da publicação à reeleição de Dilma Rousseff à presidência. Divulgado nesta semana, o texto afirma que este é o momento de dizer quais são suas preferências. "Este é o momento certo para as definições, ainda mais porque falta chão a ser percorrido e o comprometimento imediato evita equívocos", explicou.

De acordo com o editorial, a Carta Capital está preparada para o "costumeiro desempenho da mídia nativa, a alegar isenção e equidistância enquanto confirma o automatismo da escolha de sempre contra qualquer risco de mudança". Carta explica que o apoio à Dilma é reflexo de percepção e esperança.

"Carta Capital respeita Aécio Neves e Eduardo Campos, personagens de relevo da política nacional. Permite-se observar, porém, que ambos estão destinados inexoravelmente a representar, mesmo à sua própria revelia, a pior direita, a reação na sua acepção mais trágica. A direita nas nossas latitudes transcende os padrões da contemporaneidade, é medieval".

Com relação à gestão do PT, cabem críticas, afirma a publicação. Entretanto, para o diretor de redação, o "empenho social do governo de Lula não arrefeceu com Dilma, e até avançou. Por isso, a esperança se estabelece é deste lado".

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo neste link.

Vá esta noite com seus amigos. Maior e mais variada
carta de chopes e cervejas artesanais, segundo Veja.
Rótulos de várias partes do mundo.
Endereços e mais informações, inclusive do cardápio.
www.biermarkt.com.br

Copa do Mundo empurra vendas do varejo para o precipício

A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas informou há pouco ao editor que a Copa do Mundo e o cenário econômico prejudicam vendas no varejo, mostra SPC Brasil, o que significa que o aumento do turismo não foi suficiente para expandir as vendas no comércio, que caíram pelo quarto mês seguido. 

. No acumulado do semestre, baixa nas vendas chega a -1,45%

. O indicador de vendas a prazo calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) repetiu o comportamento de baixa verificado nos últimos quatro meses e recuou 2,06% no mês de junho, em relação ao mesmo período de 2013.

A Copa do Mal - A queda nas vendas é consequência direta da Copa, porque parcela considerável de trabalhadores foi dispensada pelas empresas no meio da tarde e algumas partidas foram realizadas no sábado, que é considerado um dos dias que mais movimentam o varejo. Além disso, o gasto do consumidor com bens de ticket médio maior, geralmente parcelados, perdeu espaço para produtos temáticos da Copa e em especial, para os alimentos e bebidas, que em geral são pagos a vista.

A economia em queda - De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o encarecimento do crédito, a baixa confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado também contribuíram para o resultado. "Os dados reforçam a tendência de perda de fôlego da atividade econômica. Há queda generalizada entre os principais indicadores de confiança da economia, influenciada pelo aumento dos juros, pela inflação resistente e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirma Marcela.

Perillo lidera reeleição em Goiás com 37,1%. No Estado, Dilma, 29,2%; Aécio, 25,1%.

Pesquisa Serpes/O Popular, Goiânia

Governador
Marconi Perillo, PSDB,atual governador, 37,1%
Iris Rezende, PMDB, 26,3%
Vanderlan, PSB, 9%
Gomido, PT, 7,6%


Presidente
Dilma, PT, 29,2%
Aécio, PSDB, 25,1%

Projeção para o PIB cai pela sexta semana seguida. Economia caminha para a recessão.

Estimativa de instituições financeiras para o crescimento da economia em 2014 passou, desta vez, de 1,10% para 1,07%.

. Para 2015, a expectativa é de crescimento de 1,5%, a mesma da semana passada.

. O mercado manteve a projeção para a Selic em 11% neste ano e, para a inflação, o índice permanece em 6,46% em 2014

Governo espantou as montadoras que viriam ao país’

A jornalista Ana Clara Costa entrevistou para a revista Veja o presidente da chinesa JAC Motors, Sergio Habib, que a seguir  faz um raio-X do setor automotivo após as medidas protecionistas implantadas no governo Dilma. O diagnóstico: deu tudo errado. Leia todo o texto:

O governo Dilma empreendeu um esforço hercúleo para agradar as montadoras nacionais. Desde 2011, uma série de medidas protecionistas foi implementada, como aumento de impostos sobre carros importados e exigência de uso de conteúdo nacional para as fábricas interessadas em se instalar no Brasil. Hoje, percebe-se o tamanho do erro. Mesmo com toda a bondade petista, vendas e produção despencam mês a mês. A chinesa JAC Motors vivencia como nenhuma outra os efeitos das medidas desastradas. A companhia havia anunciado a instalação de uma fábrica no Brasil semanas antes do aumento de 30 pontos porcentuais do imposto sobre produtos industrializados (IPI) sobre os carros importados, em setembro de 2011. A ideia era importar veículos ao longo de três anos para então começar a produzi-los no país. O novo IPI inviabilizou as importações e a conjuntura ruim atrasou a instalação da fábrica. Em entrevista ao site de VEJA, o presidente da JAC, Sergio Habib, lamentou a situação. “As medidas dificultaram a entrada de novas montadoras. O governo quis que o empresário se casasse com o Brasil antes de namorá-lo. E ninguém mais quer correr esse risco”.
 
. O novo regime automotivo instaurado pela presidente Dilma, também chamado de Inovar-Auto, fracassou? Ele não atingiu o objetivo do governo porque, em vez de facilitar, dificultou a vinda de novas fábricas ao Brasil. Tanto a JAC quanto a Chery já haviam anunciado fábricas no país antes do Inovar-Auto e antes do aumento do IPI. Mas as novas empresas não vieram. BMW, Jaguar, Mercedes e Audi já estavam no Brasil como importadoras e iam fazer fábrica, com Inovar-Auto ou sem. Já outras marcas asiáticas, como a Wulling e a indiana Tata, não vieram e não vão vir tão cedo.

. Por quê? Para montar uma operação em qualquer país, primeiro é preciso ver a aceitação do produto e testar o mercado como importador. Depois de testar, ocorre o investimento. Foi assim na década de 1990 com Toyota, Citroen, Honda, Peugeot, Renault e Nissan. A Citroen importou carros durante 10 anos e só então fez a fábrica. A Peugeot, durante 9 anos. A Toyota começou a importar em 1991 e só em 1999 construiu a fábrica. Todas elas ficaram cerca de uma década importando antes de construir. Hoje, com o Inovar-Auto, você não pode importar sem ter um projeto de fábrica. Ou seja, ele exige que uma empresa se case com o Brasil antes de namorá-lo. E essa não é a lógica para nenhuma empresa. Ninguém topa. O Brasil exige do empresário um cheque de 500 milhões de reais para a construção de uma fábrica sem que ele esteja familiarizado com o mercado brasileiro. Isso não faz sentido para ninguém.


A única forma de testar é pagar o novo IPI? Sim, mas isso é inviável.

CLIQUE AQUI para ler tudo. 

40% dos leitores querem que novo governador ataque insegurança pública no RS

40% dos leitores desta página colocam em primeiríssimo lugar a questão da segurança pública no rol dos assuntos prioritários que o novo governador terá que resolver. É o resultado da enquete postada no final de semana nesta página.

. Em segundo lugar, surpreendentemente, está a questão das finanças públicas do Estado, sem o que será impossível investimentos públicos.

. As demais respostas:

Saúde, 10%
Educação, 7%

Estradas, 6%

Análise - Vieira da Cunha e Ana Amélia encurralam Tarso Genro

O título completo da análise a seguir é "Vieira da Cunha e Ana Amélia encurralam Tarso Genro
 que oferece  “sopa de números” em busca da reeleição".

Com o timming adequado e boa retórica, o candidato Vieira da Cunha (PDT) fustigou Tarso Genro com seu próprio veneno - o “alinhamento das estrelas”- no melhor momento do primeiro debate entre os candidatos ao governo do Estado na noite de domingo.  Ele jogou no colo de Tarso a decisão da presidente Dilma (e da área econômica do governo federal) de impedir que o Congresso votasse a negociação da dívida dos Estados prejudicando o Rio Grande. Vieira indagou: “onde está o prometido alinhamento das estrelas se a presidente, que é do seu partido, impede a negociação da dívida”? Tarso foi às cordas e não teve alternativa a não ser afirmar que está enfrentando o próprio governo federal. Vieira citou ainda “a vergonha do Presídio Central” como uma das tristes realidades do estado, que Tarso não quer ver. Também incisiva, a candidata Ana Amélia (PP) assumiu o tema educação garantindo que vai honrar o compromisso de pagar o piso aos professores, assinado e prometido por Tarso, mas não cumprido. Ela torpedeu os gastos excessivos do governo e recorreu a exemplos como a criação de secretarias e cargos em comissão. Ana Amélia também cobrou o comprometimento futuro das finanças do Estado, com o saque de R$ 5 bilhões dos depósitos judiciais feito pelo petista. Em busca de “embocadura” no debate eleitoral, José Ivo Sartori (PMDB), desgarrado do grupo principal, tem dificuldades de recuperar o retardo de sua candidatura. Buscou certa neutralidade, desfiou exemplos de sua bem-sucedida administração na prefeitura de Caxias do Sul e repisou a cada bloco um bordão sem enredo: “meu partido é o Rio Grande”. O tom do primeiro debate foi ameno, mas permite antever a dificuldade que Tarso terá de encontrar saídas que lhe permitam reafirmar que só ele e o governo Dilma são capazes de salvar o Rio Grande da catástrofe. Ele pede reeleição assumindo uma “versão PIB de governo” e continua zoando aos ouvidos do eleitor “a sopa de números” que sua propaganda verteu à exaustão nos últimos dois meses. Na sequência da reza dos indicadores, Tarso faz um arremate (agora sem bigode): “O Rio Grande vive um momento excepcional”!
Sobre tal momento, Roberto Robaina, candidato pelo PSol (ex-genro do governador no alvorecer do petismo), hoje discorda dele com veemência, devolvendo números de um outro Rio Grande: 700 mil analfabetos; 200 mil na fila da saúde por consultas especializadas; transporte sem qualidade e um PIB desastroso em 2012.

      
O debate, em meio à Copa do Mundo - embora não sirva como desculpa -, pecou pela produção “em cima da perna”. Sem dinâmica e com regras mal explicitadas pelo apresentador. Foi um espécie de mixto-quente que reuniu transmissão conjunta de rádio e televisão (TVCom & Rádio Gaúcha) e acabou criando problemas para a qualidade de ambos. No mínimo, enfadonho. Mas fez a alegria dos candidatos nanicos, respeitáveis, mas apenas ocupando espaço. Pobre eleitor, agora também sem Neymar. 

Situação e oposição disputarão dia 8 no Sinergisul

Esta é a chapa 1, situação, para as eleições de 8, 9 e 10 de julho do Sinergisul, o ex-poderoso sindicato dos eletricitários do RS. A lista inclui apenas os nomes mais importantes para as posições mais importantes.

. O sindicato está virtualmente quebrado.

. O último nome da lista é o do condestável do Sinergisul há 40 anos.

Jorge Eduardo Saraiva Bastos – Presidente
Luis Carlos Pereira da Silva – 1º. Vice-Presidente
Ana Maria Spadari – 2º. Vice-Presidente
José Antonio Fernandes Franco – Secretário Geral
Artur dos Santos – 1º. Secretário
João Almir de Oliveria – Tesoureiro Geral
José Clarestino Rodrigues da Silva – 1º. Tesoureiro
Antonio de Pádua Barbedo – Diretor de Aposentados

. A oposição também se apresentou para a disputa. A CHAPA 2 tem 30 integrantes da Oposição Eletricitária
CLIQUE AQUI para examinar todos os nomes da oposição.

Tempo abriu com céu azul e sol em todo o RS

A manhã abriu com céu azul e sol em todo o RS. De acordo com a meteorologista Maria Clara Sassaki, da Somar Meteorologia, a segunda-feira deve ser de tempo bom em todas as regiões afetadas pelas cheias:


— Não há previsão de chuva. 

. Relatório divulgado às 7h desta segunda-feira pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul aponta que 20.436 pessoas continuam fora de casa no Rio Grande do Sul devido a chuvas que se iniciaram há duas semanas. Segundo a Defesa Civil, há 1.768 desabrigados — que precisam de um abrigo fornecido pelo governo —, e 18.668 desalojados — que estão em casas de parentes e amigos.

. O número de cidades afetadas chega a 127. Entre as cidades atingidas, 78 decretaram situação de emergência e duas decretaram estado de calamidade pública.

PT quer buscar a sua "turma", depois que Padilha não consegue sair dos 3% em SP

"Vamos atrás da nossa turma", disse o ex-presidente Lula ao diretório da campanha de Alexandre Padilha, em São Paulo, após fraco desempenho no Datafolha, com 3% das intenções de voto.

. A turma de que fala Lula são os sindicalistas, que também não querem saber do ex-ministro, o mais novo poste de Lula.

Ana Amélia e Vieira da Cunha tomaram conta do primeiro debate na TV

No primeiro debate da campanha eleitoral deste ano para o governo do RS, a senadora Ana Amélia e o deputado Vieira da Cunha livraram ampla vantagem sobre seus outros seis adversários, mas principalmente em relação ao governador Tarso Genro e ao ex-prefeito José Ivo Sartori.

. Os quatro são os principais candidatos.

. Os nanicos mais uma vez não permitiram não permitiram um verdadeiro debate, porque a presença deles 
torna impossível a discussão e o esclarecimento entre os que contam de verdade na disputa.

. Ana Amélia foi a que melhor se posicionou durante todo o tempo, fustigando o governador Tarso Genro do começo ao fim, sobretudo quando cobrou o cumprimento de promessas não cumpridas. Todos os candidatos queriam interpelá-la. A senadora foi firme e forte durante todo o debate. Eis um trecho:

- Eu vou ter que pagar o piso salarial nacional do magistério, prometido e jamais pago pelo atual governador.

. Tarso Genro não conseguiu dar respostas eficazes, prendendo-se o tempo todo na apresentação de números que a propaganda do seu governo tem amplificado na mídia paga.

. Vieira da Cunha, sempre no ataque, buscou emparedar o governador com cobranças sobre a renegociação da dívida com a União:

- Onde está o alinhamento das estrelas ?

. Ana e Vieira foram auxiliados pelo nanico Roberto Robaiana.

. O assunto também foi abordado por Ana Amélia, que disse que Dilma e seus ministros não aprovam as propostas de Tarso.


. O candidato do PMDB passou ao largo do debate, buscando embocadura que não encontrou. Sartori foi tratado com deselegância por Tarso, que resolveu fazer sarcasmo em cima do candidato do PMDB, tratando-o por Ivo, seu nome do meio e pelo qual não é conhecido por ninguém. A impropriedade de Tarso foi percebida pelos candidatos seguintes, que trataram o ex-prefeito pelo seu nome mais conhecido, Sartori. 

"Debate" modorrento reúne candidatos ao Piratini na RBS

A foto é da RBS. Na linha de tiro, a infinidade de candidatos de um debate que jamais vai existir. 



A Rádio Gaúcha  e a TV Com, ambos da RBS, promovem neste momento o primeiro debate entre os oito candidatos ao Palácio Piratini. O encontro, dividido em quatro blocos e com 2h30min de duração, marca o início da campanha eleitoral, liberada a partir deste final de semana.

. Participam do debate Ana Amélia Lemos (PP), Edison Bilhalva (PRTB), Humberto Carvalho (PCB), João Carlos Rodrigues (PMN), José Ivo Sartori (PMDB), Roberto Robaina (PSol), Tarso Genro (PT) e Vieira da Cunha (PDT).

. O primeiro bloco, perguntas entre os candidatos, já foi concluído. O bloco seguinte é de perguntas da produção.

. O programa é modorrento e improdutivo, já que acontece de tudo nele, menos debate, algo impossível com a presença dos nanicos. 

ACOMPANHE AQUI a programação ao vivo.

Esta noite, TV Com, debate entre os candidatos ao governo do RS

Na noite deste domingo, primeiro debate dos candidatos ao governo do RS, 20h, TV Com, RBS, com transmissão simultânea pela Rádio Gaúcha.

Sartori no seu programa de governo: Eduardo Campos, sim; Marina, não.

Na nota a seguir, Vera Magalhães, colunista do jornal Folha de S. Paulo, conta neste domingo que o candidato do PMDB ao governo do RS quer a companhia de Eduardo Campos, a quem apóia, mas não gosta muito de falar sobre Marina.

. Leia:

Mantendo... O programa de José Ivo Sartori (PMDB) ao governo do Rio Grande do Sul elogia a candidatura de Eduardo Campos (PSB) ao Planalto, mas evita qualquer menção à vice Marina Silva.


... a distância Em 2010, Marina teve apenas 11% dos votos dos gaúchos. O desempenho ficou bem abaixo de sua média nacional, de 19,3%.

A disputa pela expulsão da Ford pautará a disputa entre Lasier e Olívio ?

Afinal, mandou ou não mandou a Ford embora ?



Na sua coluna de hoje do jornal Correio do Povo, Taline Oppitz diz que a disputa pelo Palácio Piratini nas eleições de outubro irá dividir holofotes com a briga pela única cadeira em jogo ao Senado neste ano. Ela acha que a grande disputa será entre Lasier e Olívio, que disputarão votos em função das visões de mundo que já os colocaram em situações dramaticamente opostas, como foi o caso da Ford.

A eleição ao Senado promete ser uma das mais emocionantes dos últimos tempos. Além do fato de estar em jogo a cadeira ocupada por Pedro Simon, do PMDB, por 32 anos, sendo 26 consecutivos, as trajetórias dos candidatos dos principais partidos tornam a eleição ímpar. Considerado até recentemente como favorito, Lasier Martins, do PDT, que deixou a carreira de jornalista para se aventurar na politica, terá um adversário de peso. Olívio Dutra, que andava afastado das urnas, voltou à cena e topou encarar o desafio após apelos de lideranças do PT. Lasier foi um dos principais críticos da gestão de Olívio no Piratini, principalmente no episódio envolvendo a saída da Ford do Rio Grande do Sul. Lançado com o apoio de Simon, em articulação que causou ruído nas relações de Germano Rigotto com o PMDB, o socialista Beto Albuquerque entrou em campo com o desafio de romper a polarização que se desenha entre Lasier e Olívio. Ultima a ter a candidatura confirmada, Simone Leite, do PP, é articulada e conhecida no meio empresarial, mas uma novidade no cenário politico. Concorrerão ainda Júlio Flores, pelo PSTU, Rubens Goldenberg, pelo PRP, e Ciro Machado, pelo PMN.

Estudantes estão descontentes com currículos de economia das Universidades do Brasil

Robert Skidelsky escreve hoje no site www.veja.com.br que o crescente descontentamento dos estudantes de economia com os currículos universitários é importante, porque a economia tem sido durante muito tempo a referência política do Ocidente. Leia tudo:

Na eleição do Parlamento Europeu do mês passado, os partidos eurocéticos e extremistas ganharam 25% do voto popular. As vitórias mais ressonantes se registraram na França, no Reino Unido e na Grécia. Esses resultados foram amplamente, e corretamente, interpretados como um sinal de desconexão entre uma elite arrogante europeia e os cidadãos comuns.
Mais inadvertidos, porque são menos óbvios de um ponto de vista político, são rumores intelectuais de hoje, cuja manifestação mais recente é o livro O Capital no século XXI (Capital in the Twenty-First Century) do economista francês Thomas Piketty - uma acusação fulminante à crescente desigualdade. Podemos estar testemunhando o começo do fim do consenso capitalista neoliberal que prevaleceu em todo o Ocidente desde os anos 1980 – e que para muitos, conduziu ao desastre econômico de 2008-2009.
Particularmente importante é o crescente descontentamento dos estudantes de economia com os currículos universitários. O descontentamento dos estudantes é importante porque a economia tem sido durante muito tempo a referência política do Ocidente.

Este descontentamento nasceu do "movimento economia pós-autista", que começou em Paris em 2000 e se espalhou por Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. 

CLIQUE AQUI para ler mais.

Piores previsões do tempo não se confirmaram, ainda, no RS.

Granizo pesado na Fronteira Oeste, fronteira do Uruguai, sexta à noite e sábado de manhã.



Até o momento (9h43min) não se confirmaram as piores previsões do MetSul, mas o tempo começou instável na maior parte do Rio Grande do Sul neste domingo. A chuva atinge especialmente a Serra, embora municípios como Canela, Gramado e Nova Petrópolis não registrem chuvas neste momento, apesar do tempo pesadamente nublado. Deve chover a partir da tarde. Em Porto Alegre, há pancadas durante a tarde, que devem se intensificar à noite em toda a Região Metropolitana. Não há risco de temporal. No Oeste, na Campanha e no Litoral Sul, a previsão é de tempo firme.


. A mínima registrada neste domingo foi de 7ºC em Encruzilhada do Sul, Chuí e Bagé. A temperatura máxima está prevista para Torres, onde deve fazer 25ºC à tarde. Em Porto Alegre, a máxima prevista é de 22ºC — durante a tarde, a temperatura deve começar a baixar até chegar a 14ºC, no final do dia.

Ex-presidente diz que OAB não vela pelo estado democrático de direito

Neste artigo em "O Globo" deste domingo, intitulado "Por onde anda a OAB?", seu ex-presidente, Reginaldo Castro, acusa o atual presidente por omissão deliberada diante dos ataques feitos pelos governos do PT ao estado democrático do direito. Ele vai até mais longe, ao avisar que a OAB trai por interesse próprio, já que seu atual presidente está na lista dos que poderão ser nomeados para o STF. Leia tudo:

Diante de sinais claros de retrocesso, sente-se a falta da palavra e da orientação da Ordem. Poucas vezes na história republicana do Brasil tantos e tão graves acontecimentos puseram em risco o Estado Democrático de Direito. São questões que, no passado, provocariam a intervenção da única tribuna pública não estatal em defesa da cidadania: a Ordem dos Advogados do Brasil, cujo Estatuto a compromete com a defesa da Constituição, da democracia e dos direitos humanos. A OAB surgiu no bojo de uma crise institucional de grandes proporções: a Revolução de 1930. São 84 anos. Desde então, teve papel decisivo em todos os conflitos da vida brasileira, sempre mantendo distância crítica dos protagonistas do processo político, ocupando, com isenção e destemor, a tribuna da sociedade civil. Hoje, diante de sinais claros de retrocesso, sente-se a falta da palavra e da orientação da OAB. Falo como seu ex-presidente e alguém que preza sua história e papel social. Distingo a instituição dos que circunstancialmente estão no seu comando.

Estamos diante de uma agenda política assustadora. Teme-se pela independência do Judiciário e do Legislativo. O aparelhamento do Estado, síntese desses temores, culmina com a edição do decreto 8.243, que o entrega ao arbítrio dos “movimentos sociais”, sem que se defina o que são, já que podem ser institucionais ou não, segundo o decreto. Antes, tivemos o mensalão, pontuado de agressões por parte dos réus ao STF e ameaças de morte a seu presidente, Joaquim Barbosa. E ainda: a tentativa de regulamentar (eufemismo de censurar) a mídia; a inconstitucionalidade do programa Mais Médicos; a desobediência do presidente do Senado ao STF quanto à instalação da CPI da Petrobras; a violência dos black blocs nas manifestações de rua; as ações criminosas de milícias armadas do MST e do MTST, entre numerosas outras ilegalidades que reclamam uma palavra firme de condenação por parte da advocacia brasileira. E o que se ouviu da OAB? Nada.

Preocupo-me com essa omissão, que, como é óbvio, não é gratuita: tem substância política, expressa na inclusão do nome de seu atual presidente, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, na lista de postulantes ao STF. A presidente Dilma Rousseff faria um grande favor à advocacia brasileira nomeando-o, em justa paga aos inestimáveis serviços prestados a seu governo.

A OAB é grande, mas sua atual direção trai a sua história e, com isso, infunde desamparo à nossa frágil democracia. É preciso resgatá-la e devolvê-la a seu glorioso lugar de porta-voz da cidadania brasileira.

Veja denuncia que governo Lula promoveu colaboração ilegal com governo da Venezuela para sufocar protestos na Bolívia

O gaúcho Nelson Jobim, enorme decepção para quem o conhecia no PMDB do RS, conduziu as ações ilegais do governo Lula. 



A existência das  versões brasileiras do Wiki Leaks e do espião americano Edward Snowden forfam denunciadas pela revista Veja na sua edição deste final de semana. É que documentos secretos foram surrupiados do Itamaraty, acabaram na Web e revelam o modo criminoso como os governos do PT relacionam-se com os títeres bolivarianos da Venezuela e da Bolívia. Um deles, conta de que modo o governo brasileiro permitiu a invasão do seu espaço aéreo por parte de aviões de Chavez, conduzindo tropas para ajudar Evo Morales a sufocar protestos populares. O caso terá desdobramentos no início da semana, dentro e fora do Senado (é o Senado quem primariamente trata de assuntos externos no Congresso)

Leia trecho da reportagem, porque Veja não disponibilizou tudo, garantindo isto para quem comprar a revista:


Em 2007, a Venezuela sobrevoou o espaço aéreo brasileiro para enviar soldados e viaturas militares para ajudar a Bolívia a massacrar protestos populares. Como os governos boliviano e venezuelano são ideologicamente afinados com o brasileiro, o caso foi abafado. Parte dessa história aparece em um relatório confidencial do Ministério da Defesa do Brasil. O texto narra a visita de militares e do ministro da Defesa Nelson Jobim à Venezuela entre 13 e 14 de abril de 2008. O documento faz parte de um pacote de 397 arquivos surrupiados do sistema de e-mails do Itamaraty e disponibilizados na internet por hackers, em maio passado. Segundo o relatório, após desembarcarem em Caracas, os representantes brasileiros se reuniram na manhã do dia 14 na casa do embaixador Antônio José Ferreira Simões para acertar os ponteiros antes do encontro com o chanceler Nicolás Maduro, hoje presidente da Venezuela. Cada aparte dos presentes foi registrado no papel. Em determinado momento, o general Augusto Heleno, comandante militar na Amazônia, perguntou se os demais sabiam de aviões Hercules C-130 que transportavam tropas venezuelanas para a Bolívia. O embaixador Simões interveio: “Uma denúncia brasileira de presença de tropas venezuelanas na Bolívia pode piorar a situação”.
https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/