Professor da Mackenzie diz ao editor que selic aumentará 0,25% esta semana. Viés da economia é de contração.

 Nos dias 1 e 2 de abril o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil) se reunirá para decidir sobre a taxa básica de juros da economia. “Espera-se um aumento de 0,25% com a sinalização de que o Banco Central do Brasil continuará vigilante com o comportamento da inflação”, acredita o professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Pedro Raffy Vartanian, em comunicado que ele mandou nesta segunda-feira ao editor. O economista espera, ainda, que o ciclo de alta continue em 2014, já que “a inflação do primeiro trimestre de 2014 medida pelo IPCA-15 apontou uma variação acumulada de 2,11%, o que mostra que os preços não se acomodaram”. Vartanian destaca também o Banco Central do Brasil apontou, em seu último relatório de política monetária, as consequências dos efeitos climáticos sobre os preços dos alimentos e da energia ao mesmo tempo que destacou os efeitos defasados da política monetária sobre a inflação.

. E o que acontecerá ? Leia o que diz o professor da Mackenzie:

- Pressões inflacionárias decorrentes do setor de serviços e do preço dos alimentos que podem contaminar as expectativas de inflação, exigirão uma política monetária contracionista para evitar que a inflação ultrapasse o teto da meta em 2014.

Por falta de apoio, Chocofest ameaça levar a festa para fora de Gramado

A apenas quatro dias da abertura (dia 4 de abril, 16h), a Chocofest, Gramado, envolve-se numa disputa política pública com o prefeito Nestor Tissot, acusado de não apoiar o evento, o segundo mais importante do Ano, já que prde apenas para o Natal Luz.

. A cidade ainda não concluiu os preparativos para a festa, mas as ruas centrais passaram o final de semana enfeitadas com motivos de Páscoa.

. A empreendedora da Chocofest, Marta Rossi, ameaçou levar o evento para outra cidade. Ela fez isto antes, quando optou por Canela.

. A prefeita está com as mãos atadas desde o escândalo do Natal Luz e sobretudo depois que a Câmara aprovou lei que restringe severamente o apoio a festas que visem lucro privado. 

Artigo, Raymundo Costa - Pior notícia para presidente é o 'Volta, Lula'

Raymundo Costa escrveu no jornal Valor do final de semana, com base na última pesquisa CNI/Ibope, que a pior notícia da pesquisa para a presidente Dilma Rousseff é o reaquecimento do movimento "Volta, Lula", uma espécie de gripe mal curada que ameaça se transformar numa pneumonia. Leia a análise:


O PT e os aliados esperavam a queda na avaliação positiva do governo desde a semana passada, mas foram surpreendidos por uma pesquisa do mesmo Ibope mostrando a presidente ainda numa faixa de conforto, com expectativa de reeleição em 1º turno.

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Convicção na democracia é recorde, mostra pesquisa Datafolha

Na edição deste domingo, o jornal Folha de S. Paulo revela que no momento em que o golpe de 1964 completa 50 anos, a democracia brasileira bate um recorde. Leia o que escreve o jornal, com base em pesquisa inédita do Instituto Datafolha:

A convicção no modelo democrático como a melhor via a ser trilhada nunca foi tão alta, conforme atestam a última pesquisa Datafolha e a série histórica do instituto sobre o assunto, que começa em 1989.
  
. Para 62% dos brasileiros, a democracia "é sempre melhor que qualquer outra forma de governo". Apenas 16% afirmam que "tanto faz se for uma democracia ou uma ditadura". E só 14% admitem que "em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura".
  
. Parece haver uma lenta, gradual e segura escalada sobre isso. Quando o Datafolha fez essa pergunta pela primeira vez, 25 anos atrás, 43% dos entrevistados manifestaram convicção absoluta na democracia. No meio dos anos 90, o índice subiu para 54%. Em 2003, foi a 59%.
  
. A crença majoritária e perseverante do brasileiro no regime democrático, porém, não o exime de críticas.
  
. O Datafolha perguntou aos mesmos entrevistados como eles avaliam o funcionamento da democracia no Brasil hoje. Para 61%, ela tem "grandes problemas". A ideia segundo a qual viveríamos numa democracia plena é assentida por apenas 3%.


. A satisfação com a democracia também não é garantida. Só 9% afirmam estar "muito satisfeitos" com ela. Um contingente três vezes maior está "nada satisfeito". A maioria está na posição intermediária: 59% se sentem "um pouco" satisfeitos com a democracia.

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Dilma assina contrato para construir a nova ponte do Guaíba. Ela promete início das obras em três meses, prazo totalmente irreal.

As obras da nova ponte do Guaíba, RS,  começam em três meses, segundo promessa feita durante a assinatura do contrato para construção da ponte, em cerimônia nesta segunda-feira no Palácio do Planalto, em Brasília. Disse Dilma, diante do governador Tarso Genro:

— Trabalharemos muito para começar as obras em junho. Em três anos a ponte estará pronta.

. Há controvérsia. Nem Licença Ambiental existe ainda. Tudo leva a crer que se trata de mais um ato eleitoreiro de Dilma e Tarso. 

A solenidade de assinatura do contrato teve as presenças do governador Tarso Genro e o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, além de outros prefeitos, ministros, secretários, parlamentares e do diretor-geral do Departamento de Infraestrutura de Transportes (Dnit), general Jorge Fraxe.

. Orçada em R$ 649,6 milhões, a nova estrutura será construída pelo consórcio das empresas Queiroz Galvão e EGT Engenharia. O Dnit estipula que 50 mil veículos utilizem a nova ponte diariamente. A nova estrutura terá 1,9 quilômetro de extensão de um total de 7,3 quilômetros, considerando acessos e elevados. A ponte terá duas faixas de rolamento em cada pista. A obra vai consumir 17,6 mil toneladas de aço e deve mobilizar 1,1 mil operários.

Grupo gaúcho Plaza lançará nesta quinta seu oitavo hotel, desta vez em Rio Grande

A  Rede Plaza de Hotéis & Resorts SPAs lança quinta-feira, às 19h, no Plaza São Rafael Hotel e Centro de Eventos, em Porto Alegre, mais um empreendimento de bandeira do grupo: é o Plaza Rio Grande Hotel, no município de Rio Grande, Polo Naval do RS e sede do maior porto do Estado. A construção terá a duração de dois anos.

. O Plaza Rio Grande será o oitavo hotel executivo/resort da Rede Plaza, grupo 100% nacional. Os outros hotéis/resorts do grupo são:

Porto Alegre: Hotel Plaza Porto Alegre - Plazinha -  e Plaza São Rafael Hotel e Centro de Eventos.
Florianópolis - SC: Plaza Florianópolis Hotel.
Santo Amaro da Imperatriz / SC: Plaza Caldas da Imperatriz & Resort SPA.
Itapema - SC: Plaza Itapema Resort & SPA.
Blumenau - SC: Plaza Blumenau Hotel.
Camaçari - Bahia: Bahia Plaza Hotel.

Site: www.plazahoteis.com.br

Eis tudo o que você precisa saber sobre as sujeiras de Lula, Dilma e o PT na Petrobrás. Com eles, Collor voltou aos cofres públicos do Brasil.

O repórter Diego Escosteguy, revista Época, voltou à carga nesta segunda-feira, desta vez usando o seu próprio Twitter, alinhando 21 pequenas notas sobre os sucessivos escândalos sobre malfeitos na Petrobrás.

. Cada nota na rede social é devastadoras.

. Na saraivada de pequenos petardos, o lugar principal cabe ao ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, que foi preso no âmbito da Operação Lava Jato. Avisa o jornalista:

- Paulo Roberto está destruído, segu8ndo familiares, amigos e sócios. Pode topar a delação premiada. Se topar, cai muita gente.

. Que gente ?

. Paulo Roberto, preso pela Polícia Federal com R$ 1,3 milhão em casa, envolvido até a medula com bandidos do colarinho branco, foi nomeado para a Petrobrás com o aval de Delúbio e Dirceu, que conseguiram depois o apoio de Lula. Advertido pelo presidente da estatal, José Eduardo Dutra, sobre o erro que cometiam os três mosqueteiros, Lula deu de ombros.

. O apadrinhamento de Paulo Roberto só mudou depois de revelada a roubalheira do Mensalão. A partir daí ele buscou o apoio do PMDB e PP, que somou ao PT, embora estivesse, sempre, mais diretamente ligado a Lula, que o tratava por "Paulinho".

. Durante seu mandato, distribuiu contratos para os amigos do PT, PMDB e PP. A empresa Jaraguá levou encomendas de equipamentos no valor de R$ 500 milhões.

. Quando ele caiu, 2012, deixou no lugar seu número 1, José Cosenza, indicado pelo PMDB.

. No Twitter, o jornalista de Época conta que "a Petrobrás é um mundo mais vasto do que se imagina, sendo que na BR Distribuidora e na RTranspetro, a política manda". Na Transpetro, o manda-chuva é Renan Calheiros, que trabalha no Senado contra a CI. Na BR, os donos são o ministro Edison Lobão e Fernando Collor.

. O ex-presidente Fernando Collor manda de verdade na BR. Os dois nomes que Lula prometeu a ele, foram referendados em setembro de 2009 em reunião do Conselho da Petrobrás, do qual participaram Dilma e Jorge Gerdau.  Quem "opera" em nome de Collor é Pedro Paulo Leoni Ramos, seu amigo íntimo, que disputava com PC a dinheirama suja que ia para o governo colorido.  Diz Escosteguy sobre a aliança espúria Collor x Lula:
- Por decisão de Lula, com o voto de Dilma no Conselhod a Petrobrás, Collor e a República de Alagoas voltaram aos cofres públicos. 

CLIQUE AQUI para ler, também, "Tempestade perfeita", João Bosco Rabello, O Estadão de domingo. 

Edição gaúcha do jornal Lance ! já não circula mais

A edição gaúcha do jornal Lance! deixa de circular, antes mesmo de completar um ano no Estado. O principal motivo está no fato de que o diário não alcançou desempenho satisfatório para o Grupo Sinos e a Rede Nacional Lance!, parceiros no Rio Grande do Sul.

26 dos 33 deputados federais do RS negam-se a assinar a CPI da Petrobrás. Saiba quem são eles.

O editor conseguiu esta manhã a lista completa com os nomes dos 143 deputados que assinaram o pedido de instalação da CPi da Petrobrás. São necessárias 171 assinaturas.

. O levantamento foi feito pela bancada do PPS.

. Dos 33 deputados federais do RS, apenas 7 assinaram (Alceu Moreira, Osmar Terra e Darcisio Perondi, PMDB: Onyx Lorenzoni, DEM; Marchezan Júnior, PSDB; Beto Albuquerque e José Stédile, PSB). Todos os deputados do PT, PCdoB, PTB, PP, PDT e PSD, negaram-se a assinar. 

Jerônimo Goergen reclama de pressões do governo para não assinar pedido de CPi da Petrobrás

Os deputados e senadores não estão sujeitos apenas a pressões como as que conta a reportagem da nota a seguir, da revista Época, mas incomodam-se com a chantagem feita por parlamentares e ministros da base, que ameaçam com o corte das liberações das emendas parlamentares e porta trancada

. O deputado Jerônimo Goergen, que tem votado com o governo em questões vitais, disse sobre isto ao editor:


- Acho vergonhoso e inaceitável este tipo de pressão. Se você me perguntar se ele é real, digo que é real e verdadeiro. Eu considero isto tudo uma afronta contra a nossa autonomia como parlamentares. 

- Somente um deputado dos 40 do PP assinou o requerimento da CPI da Petrobrás. Trata-se do deputado Jair Bolsonaro. Esta noite, o PP do RS reunirá os cinco deputados da sua bancada e um dos temas da pauta será a CPI. Acontece que a senadora Ana Amélia está do lado da investigação desde a primeira hora e até agora não conseguiu respaldo de nenhum deputado do seu Partido.

Quem tem medo da CPI da Petrobras?

Nesta reportagem da revista Época desta semana, os jornalistas Diego Escosteguy, Murilo Ramos, leandro Loyola e Marcelo Rocha informam que políticos podem perder se o Congresso investigar a corrupção
na estatal. Leia a reportagem completa:

No começo de 2004, os deputados José Janene e Pedro Corrêa, líderes do PP, estavam no saguão de embarque do aeroporto Santos Dumont, no Rio, quando esbarraram com o engenheiro Paulo Roberto Costa, funcionário de carreira da Petrobras e diretor do gasoduto entre Brasil e Bolívia. Corrêa o conhecia desde o governo Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. A dupla do PP, que comandava o partido, estava em busca de um nome de confiança para indicar à cobiçada Diretoria de Abastecimento da Petrobras, conforme fora acordado com outra dupla, aquela dupla mais poderosa da República do Brasil naqueles tempos: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Casa Civil, José Dirceu. Os três conversaram rapidamente no aeroporto. Num átimo, Costa topou. Foi uma decisão que mudou sua vida. E que, dez anos depois, no momento em que a corrupção da Petrobras no passado alcança a fragilidade do governo Dilma Rousseff no presente, pode mudar o futuro político do país. Esse entrechoque entre passado, presente e futuro se dará na CPI da Petrobras – com o avanço do noticiário policial envolvendo a estatal, ela se tornou inevitável.

. A soma do passado com o presente da Petrobras ameaça o futuro de Dilma graças à sintonia entre os interesses do blocão, aquele grupo de deputados descontentes com o governo dela, e os presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos. Os dois lados querem derrotar Dilma, cada um por suas razões. Os deputados do blocão trabalham para diminuir os votos que o PT terá nas próximas eleições, nas campanhas para deputado e senador. Temem ser obliterados pela hegemonia do PT e voltar para um Congresso cada vez mais dominado por petistas. Ou pior: nem sequer voltar para Brasília, ao perder seus mandatos para petistas. Desgastar Dilma é uma das maneiras de diminuir as chances de que eles levem uma sova eleitoral do PT. Aécio e Campos se aproveitam disso para antecipar o desgaste que tentariam aplicar a Dilma somente no segundo semestre. O início da CPI no Congresso é, portanto, o início das eleições.
  
. Situação e oposição preparam suas estratégias. A oposição decidiu criar antes uma CPI no Senado, para depois migrar para a CPI mista e, assim, driblar a força de Renan Calheiros, presidente do Senado. Renan não tem interesse nenhum em apurações na Petrobras. É o padrinho de Sérgio Machado, há 11 anos presidente da Transpetro, o braço da Petrobras encarregado de transportar o petróleo extraído. Com a onda desfavorável – em pesquisa da semana passada, Dilma registrou 36% de aprovação, seu pior índice desde os protestos de junho –, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, a convenceu a pegar pesado. A estratégia do governo é anarquizar a CPI. Parlamentares do PT serão orientados pelo Planalto a apresentar requerimentos para investigar denúncias que atinjam tucanos e o presidenciável Campos. Pedirão, de modo a tumultuar os trabalhos, documentos das investigações sobre o cartel de trens nos governos tucanos em São Paulo. E, também, informações sobre as obras do Porto de Suape, em Pernambuco, Estado governado por Campos.

. É uma tática de intimidação.

CLIQUE AQUI para ler toda a reportagem. Vale a pena. 

Exclusivo - Pilotos militares receberam instruções para abater os aviões de Jango em 1961 e 1964.

Na foto ao lado,Jango, ainda na época em que permanecia na ativa o general Lott, de quem foi candidato a vice nas eleições de 1960.



O material a seguir resulta de algumas dezenas de horas de conversas e entrevistas com militares ligados à Força Aérea Brasileira, antes, durante e depois do golpe de 64. O editor publica pela primeira vez as informações que recolheu, porque a comemoração dos 50 anos de 64 permitem clarear aspectos nunca abordados com clareza, como foi o caso do papel que jogou a Aeronáutica em todos os movimentos armados e até mesmo nas conspirações que conduziram à queda de Jango.

. O ex-presidente João Goulart esteve por algumas vezes na iminência de ter seu avião alvejado em pleno vôo por militares que queriam vê-lo deposto e morto.

. Isto inclui os dramáticos vôos rumo à posse, 1961, e rumo ao exílio, 1964.

. Os episódios vão contados em detalhes, alguns dos quais totalmente desconhecidos até mesmo por historiadores, conforme apurou o editor.

. Na Legalidade, em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros vazaram informações no Rio de Janeiro de que no retorno de sua viagem de Porto Alegre  à  Brasília, Jango teria seu avião abatido. O planejamento do atentado  foi conhecido como “Operação Mosquito”. Contrária a ela, com a participação de sargentos e suboficiais da FAB sediados em Brasília, montou-se uma “Operação Tática”, destinada a impedir que aviadores golpistas pudessem cumprir aquela determinação de abater o avião presidencial. A base da “Operação Tática” foi o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, de onde partiu o avião conduzindo João Goulart para Brasília com a finalidade de reassumir o Governo. Fizeram parte dela iniciativas como a de impedir que os demais aeroportos da rota obtivessem informações sobre o plano de voo, e da divulgação de dados meteorológicos enganosos sobre o sul do Brasil, como a de que chuvas torrenciais impediam o sobrevoo de Porto Alegre. Este atentado foi evitado.

. Pelos rumos da situação e da intranquilidade nos quartéis que ocorria no início de 1964, durante um possível golpe militar, uma operação semelhante para abater o avião que conduzia Jango poderia ser desencadeada novamente.

. Por isso, um grupo de oficiais da FAB leais ao presidente, liderados pelo Brigadeiro Ricardo Nicoll, comandante do COMTA (Comando do Transporte Aéreo), ao qual estava subordinada a Base Aérea do Galeão, que coordenavam O apoio a Jango na FAB desde o início do ano de 1964, já haviam  elaborado um plano de proteção aérea do avião presidencial. 

. A noite de 31 de março foi de informação e contra informação, de desencontros, de falta de decisões do governo. As comunicações via rádio eram sofríveis naquela época, os telefonemas a longa distância eram completados via telefonistas. Jango foi aconselhado, como previa o plano do Brigadeiro Nicoll, a sair logo do Rio, ir para Porto Alegre. Contudo João Goulart,  em busca de apoio político, viajou no início da tarde do dia 1o de abril do Rio para Brasília, contrariando o comandante da Terceira Zona Aérea, Brigadeiro Francisco Teixeira, que sabia dos detalhes do plano de proteção ao presidente, e insistia para que o mesmo seguisse imediatamente para Porto Alegre.

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KPMG contrata novo diretor de Óleo & Gás

A KPMG no Brasil anunciou hoje a contratação de seu novo diretor, Andre Donha Lopes, que atuará como diretor da área de Management Consulting, com foco no desenvolvimento do setor de Óleo & Gás. O executivo é graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal Fluminense (UFF/RJ), com pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho pela UFF/RJ, tendo também realizado Mestrado em Refino, Gás e Marketing pelo Instituto Superior de La Energia, na Espanha. 

O 64 que eu vi e que eu vivi

O Jornal do Brasil, como a maior parte dos jornais brasileiros, pedia abertamente a queda de Jango, levantando o espantalho do comunismo, que encontrava respáldo farto nas ações cada vez mais radicalizadas do presidente. 



No dia 31 de março de 1964, eu era jornalista da Folha Catarinense, um jornal do Partido Comunista Brasileiro, e também era assessor do deputado Paulo Wright, PSP, Partido do governador Ademar de Barros.

. Naquele dia, no início da tarde, estava na Praça XV e ouvi pelos alto-falantes da Rádio Diário da Manhã que tropas comandadas pelo general Mourão Filho, IV Região Militar, tinham descido para o Rio, iniciando um movimento militar para depor o governo João Goulart, contando para isto com o apoio dos governadores de Minas, Magalhães Pinto, e do Rio, Carlos Lacerda.

. Era o início do golpe militar.

. O objetivo declarado era o de conter a marcha que o governo Jango começara em direção ao estabelecimento de uma ditadura comunista, segundo os líderes militares e civis, todos eles encharcados pelo confronto da guerra fria. Tudo no governo Jango parecia levar a este tipo de desfecho ou pelo menos a algum tipo de ditadura perfeita, algo como o PRI estabeleceu no México durante 50 anos. 

. No dia seguinte, no Congresso, já com a ampliação da rebelião militar e do apoio político, o presidente Auro Moura Andrade decretou ilegalmente vago o cargo de presidente e empossou o presidente da Câmara, Ranieri Mazzili.

. Nas ruas, multidões enormes que já se insurgiam abertamente contra o governo Jango, comemoraram o desfecho.

. Rádios, TVs e jornais, que apoiaram a conspiração, abriram manchetes para saudar o movimento vitorioso de 64.

. Em Porto Alegre, para onde viajou com o intuito de resistir, Jango desistiu da luta armada proposta por seu cunhado, Leonel Brizola, e mesmo com o apoio do III Exército,  preferiu partir para o exílio.

CLIQUE abaixo para examinar meu comentário sobre o caso, intitulado: O 64 que eu vi e que eu vivi

Falta energia de novo em Porto Alegre

A má conservação do sistema de distribuição de energia não suportou novamente o mau tempo e como consequência produziu novo apagão em Porto Alegre.

. A CEEE nem se dá mais ao trabalho de explicar o que está acontecendo.


. É caso de colapso. 

Relatório Focus, BC, aposta em inflação maior e PIB menor em 2014

Segundo mostra o relatório semanal Focus, divulgado nesta segunda-feira, a expectativa média para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,28% para 6,30%, aproximando-se ainda mais do teto da meta oficial, de 6,5%. O número é também maior do que a expectativa do BC para o ano, de 6,1%, divulgada no Relatório Trimestral de Inflação na semana passada.

. Mesmo assim, os economistas mantiveram sua perspectiva para a Selic, taxa básica de juros, neste ano em 11,25%.

. Ainda segundo o Banco Central, o mercado diminuiu de 1,70% para 1,69% sua estimativa média para o crescimento da economia brasileira neste ano. Para 2015, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) não foi alterada, permanecendo em 2%.


. No Relatório Trimestral de Inflação, o BC projeta alta de 2% para o PIB neste ano, menor que o resultado de 2013 (2,3%) e mais baixo também do que a estimativa da Fazenda, de 2,5%.

Dilma promove novo ato eleitoreiro pela ponte do Guaíba, hoje, 11h, em Brasília

Será as 11h, Palácio do Alvorada, Brasília, o ato de assinatura do contrato de construção da nova ponte do Guaíba, RS. Trata-se de uma ação eleitoreira, porque as obras sequer iniciarão no atual governo. 

UNE recebeu R$ 57,4 milhões para reconstruir sua sede, mas as obras nunca começaram.

No artigo a seguir, Josias Souza, Folha de S. Paulo, denuncia que a UNE recebeu dos governos do PT a gorda importância de R$ 57,4 milhões para reconstruir sua sede na Praia do Flamengo, ocupada e derrubada pela ditadura militar. Acontece que as obras nunca saíram do chão, mas a UNE prossegue apoiando caninamente os governos do PT. Trata-se de um novo escândalo nacional. Leia:

Nos últimos nove anos –oito de Lula e um de Dilma Rousseff—, a União Nacional dos Estudantes, comandada por filiados do governista PCdoB, recebeu do Tesouro Nacional R$ 57,4 milhões. Coube a Dilma Rousseff autorizar a última liberação, de R$ 14,6 milhões. Deu-se um dia depois do Natal, em 26 de dezembro de 2011. Foi um complemento de verba. O dinheiro destina-se à construção da nova sede da UNE, na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro. Um prédio de 13 andares. Projeto do arquiteto Oscar Niemeyer.

. A pedra fundamental foi lançada em cerimônia com a presença de Lula, em 20 de dezembro de 2010. Borrifada com a primeira parcela de R$ 30 milhões, depositada três dias antes, a obra deveria ter começado no primeiro semestre de 2011. Seria concluída em 2013. Por ora, nada.


. Embora nenhum tijolo tenha sido assentado no terreno, Dilma  autorizou o pagamento da segunda parcela. A exemplo do primeiro montante, os novos R$ 14,6 milhões sairão do orçamento do Ministério da Justiça (Comissão de Anistia).

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Governo proibe piquetes na greve da CEEE. Sinergisul denuncia desmonte da estatal do RS.

A CEEE conseguiu na Justiça um interdito proibitório para  os piquetes que o Sindicato dos Eletricitários queria montar na greve que organizou por melhorias salariais e funcionais, como também pelo que chama de desmonte da empresa. Serão usadas tropas para dissolver bloqueios nas instalações de Porto Alegre do interior.

. A greve poderá ser decretada ainda hoje. 

. O editor pesquisou o caso durante o final de semana e apresenta este cenário completo sobre as razões que inspiram a greve.

. A greve está ligada a questões financeiras, falta de andamento do plano de carreira,  falta de diálogo com a direção, a liberação de R$ 1,3 bilhões para o caixa do estado, nomeações para chefias de pessoas desqualificadas e dissidios atrasados em aberto.

. A estatal pertence ao governo estadual, que no caso da greve dos rodoviários negou-se a usar a Brigada.

. O Sinergisul denuncia que a CEEE não pagou o Plano de Participação nos Resultados em 2013, quer repetir a dose este ano e só concorda em conceder aumento salarial de 5,38%, ainda assim escalonado em quatro vezes.

. A greve também se destina a denunciar mexidas que faz o gogvernador Tarso Genro no Plano de Cargos e Salários.

. O plano de cargos e salários da empresa é composto de 3 niveis: junior, pleno e senior. Para mudar de nível é necessário ter pontuação necessária, avaliação de desempenho favorável e vagas no próximo nivel. O funcionário com a maior pontuação tem direito a vaga. A pontuação e composta de: tempo de serviço,  experiência no cargo, escolaridade e treinamentos específicos.

. O atual governo simplesmente cortou o número de vagas nos níveis pleno e senior. Deixando com um número expressivo negativo.

. Resumindo: será necessário aposentar centenas de funcionários para esse numero de vagas negativas zerar e o plano de carreira recomeçar a andar. O atual governo congelou o Plano.

. O Plano foi instituido no governo Yeda. Ele  promove os funcionários que buscam qualificação dentro e fora da empresa para desempenhar melhor as suas funções

Ninguém desmonta assassinato de reputações praticado no Supremo Tribunal do Google

Assim que leu reportagem do site VideVersus, assinado pelo jornalista gaúcho Vitor Vieira, anunciando o desmonte das ações policiais, midiáticas e judiciais movidas para assassinar a reputação da ex-governadora Yeda Crusius, o delegado Romeu Tuma Júnior, autor de "Assassinato de Reputações", escreveu no seu Twitter:

- Depois que a Reputação é Assassinada no STG - Supremo Tribunal do Google e na mídia..... 
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