PSB não discutirá aliança com PP do RS no dia 22

O PSB informou hoje que na visita que o governador Eduardo Campos fará ao RS no dia 22 de março, não será discutida qualquer tipo de aliança com o PP no RS.

. Embora o PP e a senadora Ana Amélia tenham se desvinculado das denúncias do deputado Luiz Carlos Heinze contra a Funai, o PSB achou melhor deixar pra mais tarde qualquer nova reunião com o Partido.

. No dia 22, só o PPS conversará com o PSB no RS, já que nacionalmente Roberto Freire abriu formalmente as discussões sobre coligação. 

PMDB convocará pré-convenção para 15 de março

Será no final da tarde a reunião da Executiva do PMDB que convocará para 15 de março a pré-convenção para a escolha do candidato do Partido ao Piratini. 

WORKSHOP
Marketing Político de Oposição
Dias 22 e 23 de março, Plaza, Porto Alegre.
9 especialistas contam tudo sobre montagem de comitês, captação de recursos, prestação de contas, estratégias de marketing, rádio, TV, jornal, internet, pesquisas, legislação

Informações: (051) 3061.0741 ou pelo e-mail polibio.braga@uol.com.br

Livro é tentativa de justificar crimes cometidos contra Daniel Dantas pela Satiagraha

O artigo a seguir é de Márcio Chaer, do Conjur. Ele desconstrói o livro "Operação Banqueiro". Ao contrário do livro, Chaer desconstrói as falsidades do delegado Protógenes Queiroz e suas investigações safadas contra o banqueiro Daniel Dantas. Leia:

No dia 1º de setembro de 2008, o outrora famoso procurador da República Luiz Francisco de Souza ajuizou uma ação de improbidade devastadora contra ele próprio. O procurador tentou fritar o financista Daniel Dantas e o grupo Opportunity com uma petição escrita pelo empresário Luís Roberto Demarco, pessoa interessada na fritura. Demarco emprestou o texto, Luiz Francisco emprestou a assinatura.

O problema da autoria não foi o único — até porque, enquadrar alguém com a fama de Dantas parecia ser, à época, um dever cívico de todos os brasileiros. O grave é que a ação se baseava em fundamentos falsos, como uma reportagem atribuída à Folha de S.Paulo, mas que o jornal nunca publicou. O texto da vida real, diferentemente do usado na petição, falava de doleiros, não do Opportunity. Interpelado sobre a falsificação, Rubens Valente, um dos autores do texto da Folha deu uma resposta aparentemente enigmática. “Não saiu [o texto citado na ação], mas é aquilo lá mesmo”.

O pano de fundo do episódio era a disputa para ver quem ficaria com um poderoso naco do bilionário mercado da telefonia, o da Brasil Telecom. O ganhador somaria um faturamento de 30 bilhões de dólares anuais com a operadora anexada.

Nessa disputa, o talentoso Luís Roberto Demarco, roteirista de boa parte dessa batalha, dublou deputados, policiais federais, procuradores e procuradoras da República e muitos jornalistas. Há pelo menos mais um caso de texto de Demarco na Folha publicado com nome de outra pessoa.

A Folha é um jornal rigoroso no controle de qualidade. Mas quase nenhum meio de comunicação ficou imune ao nível de articulação que envolveu essa guerra comercial.

O mal em nome do bem
As obras completas de Demarco foram condensadas em um livro lançado na primeira semana deste ano: “Operação Banqueiro”. O jornalista Rubens Valente — que aparece como autor da reportagem que não foi publicada, na ação que não foi escrita pelo procurador Luiz Francisco — assina a obra, que passa a integrar a coleção de livros sobre o fenômeno.

O livro foi oferecido antes à Editora Três Estrelas e à Publifolha, ambas da Folha de S.Paulo, mas foi rejeitado por defeitos incorrigíveis. A empreitada de bancar a ficção ficou a cargo da Geração Editorial, que pertence a Luís Fernando Emediato, ex-presidente do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador.

O enredo dessa “Operação” é um conto de fadas contemporâneo.

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Entrevista, Lucas Redecker - Não vamos politizar as discussões na CPI da CEEE

Lucas Redecker, deputado estadual PSDB doRS

Quando é que o senhor protocolará o pedido de CPI da CEEE?
Na terça-feira. Hoje ainda quero recolher mais algumas assinaturas.

O governador Tarso Genro diz que quer que a CPI investigue tudo a partir da privatização de parte da CEEE, no caso desde o governo Britto.
Não vamos politizar o debate, mas buscar soluções para os problemas que encontramos na área de energia elétrica, sujeita a sucessivos apagões.

Neste caso, a CPI não será apenas sobre a CEEE?
Não, claro que não. 

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Entrevista, Gerson Carrion - Presidente da CEEE é escalado para criticar a CPI da CEEE

Nesta entrevista ao repórter Jefferson Klein, Jornal do Comércio de Hoje, o presidente da CEEE, Gerson Carrion, PDT, diz que a CPI da CEEE é política, portanto visa abalar o governo Tarso Genro, PT. Nada que o PT já não tenha feito antes. Gerson Carrion foi muito evasivo nas respostas e em algumas delas arredondou explicações e tergiversou. A CPI da CEEE poderá mostrar que a estatal foi esgualepada em R$ 1,3 bilhão pelo governo estadual, sem a menor necessidade, o que retirou milhões de reais dos seus cofres, dinheiro que estava reservado para investimentos. O que se espera é que a CPI consiga movimentar técnicos renomados para comprovar o sucateamento de transformadores, subestações e linhas de distribuição, que são desligados, sim, em rodízio, para que não estourem, porque energia existe, sim, mas o que não existe é confiabilidade no sistema, tudo por falta de investimentos. O presidente não fala sobre a tunga feita pelo governo e nem sobre o sucateamento do sistema de distribuição. Abnegação é uma boa qualidade para alcançar a santidade, mas não resolve problemas como os da CEEE, que é de gestão e dinheiro em caixa.  Leia tudo:

Jornal do Comércio (JC) – Qual a sua avaliação sobre a CPI que abordará o setor elétrico gaúcho?
 Gerson Carrion – O que posso dizer, na minha condição de presidente da CEEE e de técnico do setor elétrico, é que o conteúdo é extremamente político. Eu vejo essa proposta como sem fundamento, do ponto de vista de uma CPI, que requer investigações. Não vejo no objeto do regimento da Casa (Assembleia Legislativa) as razões, a não ser uma razão política dessa comissão. Acho que há outras coisas no Estado a serem investigadas. Gostaria que tivesse sido assinado o pedido de uma CPI sobre a privatização e dilapidação de um dos maiores patrimônios públicos do Estado, que foi a CEEE. Espero que a CPI tenha isonomia de tratamento, ouvindo todas as concessionárias.
(...)
JC – Há indagações se o Grupo CEEE estaria reduzindo a carga em determinadas regiões de Porto Alegre para poupar os equipamentos e energia. Isso procede?
 Carrion – Não existe. De forma alguma, por parte da companhia, adotamos essa manobra. Nós temos o compromisso de honrar o contrato de concessão e é inadmissível uma empresa pública, como a CEEE, usar esse tipo de subterfúgio.
(...) 
Carrion – O que eu posso dizer é que estamos trabalhando de forma abnegada, com compromisso, qualidade do serviço e melhoria contínua, para mitigar os problemas, mesmo com temperaturas tão elevadas como essas. Mas, por mais que se tenha 100% de investimento, o setor elétrico sempre terá suas ocorrências, isso é da natureza da prestação do serviço de energia elétrica. Contudo, o próximo verão, com certeza, será em melhores condições que esse, mesmo que as temperaturas sejam elevadas.

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Saiba por que Tarso Genro não quer receber e nem jantar com Jèrôme Valcke

O governo gaúcho nãotem qualquer explicação para passar sobre o completo mutismo e total ausência do governador Tarso Genro nos atos relacionados com a Copa 2014.

. Mesmo estando em Porto Alegre, hoje, por exemplo, Tarso preferiu encarregar seu vice, Beto Grill, para representar o governo na recepção a Jèrôme Valcke, secretário da Fifa.

. Aliás, nem mesmo ao Galpão Crioulo o governador comparecerá, já que destacou também Beto Grill para fazer as honras da casa.

. Tarso Genro parece não querer se contaminar, preservando-se dos protestos anunciados para junho. 

Será dias 22 e 23 de março o workshop sobre Marketing Político de Oposição no RS

O site www.polibiobraga.com.br realizará nos dias 22 e 23 de março o workshop “Marketing Político de Oposição”. Será nos salão Paineiras do Plaza São Rafael. As inscrições já estão abertas. O workshop é dirigido a candidatos, dirigentes partidários, deputados, vereadores, prefeitos, vice-prefeitos, professores e estudantes da área, assessorias parlamentares, publicitários, jornalistas, relações públicas, promotores de eventos, advogados, produtores gráficos, gestores de Web, cientistas políticos e sociólogos. 

. O próprio editor fará a exposição de abertura, falando sobre os cenários econômico e político.

. Outras oito palestras estão programadas, cobrindo todas as áreas da campanha eleitoral, inclusive a que se relaciona com a organização e administração do comitê de campanha. Profissionais da área ensinarão como usar ferramentas de internet, mídia impressa, propaganda, áudio (rádio) e vídeo (TV). Sobre o temário, falarão Tânia Mohr, Anilson Costa, Isara Marques e Fernando Ferreira. O doublê de jornalista e publicitário José Fuscaldo desenhará conceitos e experiências na montagem das estratégias de marketing. A questão da legislação eleitoral ficará a cargo do advogado Décio Itiberê, enquanto que as discussões sobre pesquisas eleitorais, inclusive enquetes e trackings, ficará a cargo de Diomício Torres, ex-Ibope.

. Mais informações sobre eventos podem ser obtidas pelo fone 3061.0741 ou pelo e-mail polibio.braga@uol.com.br

TRT julga esta tarde o dissídio dos rodoviários de Porto Alegre

Será esta tarde a sessão do Tribunal Regional do Trabalho que decidirá sobre o dissídio coletivo para os rodoviários de Porto Alegre. Os trabalhadores ameaçam com nova greve, caso o resultado não seja o que eles defendem. 

Aulas da rede privada recomeçaram hoje em Porto Alegre

As escolas particulares gaúchas retomaram hoje as aulas. No dia 24 será a vez da rede pública e no dia 26 as aulas recomeçarão na rede municipal de Porto Alegre.

Quem o governo e a RBS protegem no caso dos mandantes que contratam bandidos para os blocos de luta de Porto Alegre ?

O PSOL, Partido pelo qual Luciana Genro disputará a vice da República, abriga órgãos de ponta que engrossam o vandalismo em Porto Alegre. Seus vereadores apóiam claramente cercos e invasões, como a da Câmara, oferecendo recursos materiais e apoio logístico e político. 


O jornal Zero Hora deste domingo, publica extensa reportagem de duas páginas para revelar informações estarrecedoras levantadas pelos delegados que investigam os atos de violência praticados a partir das manifestações de junho do ano passado em Porto Alegre, com ênfase para a verificação feita pela polícia, segundo a qual os organizadores dos quebra-quebras recrutaram bandidos nas vilas populares para quebrar, meter fogo, depredar, pichar, vandalizar e saquear tudo que encontrasse pela frente.

. Os mandantes do crime que se aboletarasm nos blocos de luta em Porto Alegre, não pagaram em dinheiro os bandidos, porque fizeram ainda pior:
- Eles procuraram os chefões do tráfico e das quadrilhas para propor o seguinte: 1) Vocês mandam os bandidos depredar tudo e saquear, ficando com o botim. 2) Depois de intimidada a população e a polícia, todos os bandidos podem ir embora e fica o restante da ação conosco.

. O mais notável na reportagem de Zero Hora foi esta cândida declaração dos delegados, que revela prevaricação e crime de responsabilidade por parte do governador Tarso Genro e das autoridades que repassaram seu recado aos delegados:
- Nada de citar os nomes de Partidos, líderes políticos e organizações.

. É o mesmo que investigar o crime, indiciar o criminoso ignorar o mandante.

. O que teme o governo Tarso?

. No Rio, sabe-se claramente que o PSOL e o PSTU, Partido e dirigentes, inclusive deputados e vereadores, municiam as mãos dos assassinos e vândalos. Eles são identificados.

. O que teme o governador Tarso Genro?

. No RS não é diferente. Partidos como PSOL e PSTU assumiram  claramente a direção compartilhada dos atos de violência, inclusive de ocupação da Câmara de Vereadores.

. Não há por que temer que em Porto Alegre ocorram cenas de gente do PSOL e do PSTU sendo algemada para prestar depoimento na Polícia. Isto não ameaça nem mesmo Luciana Genro, candidata a vice pelo PSOL, e filha do governador do Estado.

. A Polícia submet-se às ordens ilegais do governo, mas Zero Hora não precisa fazer isto. No entanto, seus repórteres não revelaram os nomes dos Partidos e dos políticos que são a longa mão dos bandidos dos blocos de luta que intimidam Porto Alegre pela violência.

. Sobre o que não faz Zero Hora, vale este editorial de hoje do jornal O Globo:
O jornal de João Roberto Marinho rebate críticas de Caetano Veloso, que, neste fim de semana, disse ter estranhado a conduta da publicação em relação ao deputado Marcelo Freixo, do PSOL, que foi associado aos black blocks; "O que faz um jornal diante disso? Omite os fatos na presunção de que Marcelo Freixo é um homem acima do bem e do mal? Mas esses homens, infelizmente, não existem"; texto afirma que o dever do jornal é jogar ainda mais luz sobre os acontecimentos que resultaram na morte de Santiago Andrade.

Propinas milionárias envolvem a holandesa SBM e a Petrobrás

Em 10 de abril de 2012, a empresa holandesa SBM Offshore, a maior fabricante de plataformas marítimas de exploração de petróleo do mundo, iniciou uma investigação interna para apurar denúncias de que funcionários de suas subsidiárias pelo mundo corrompiam autoridades para conseguir contratos com governos e empresas privadas, entre 2007 e 2011. Há duas semanas, as conclusões da investigação foram publicadas na Wikipedia. O s documentos mostram que houve pagamentos de propina em Guiné Equatorial, Angola, Malásia, Itália,Cazaquistão, Iraque e no Brasil.

. No Brasil, funcionários da Petrobrás teriam recebido US$ 30 milhões de propinas para favorecer contratos com a companhia holandesa. Os documentos foram divulgados por Jonathan Taylor, ex-funcionário do escritório da SBM em Mônaco. Ele tentou chantagear os holandeses e foi repelido, mas a SBM confirma a autenticidade dos documentos.

. Cópias das provas das propinas foram enviadas ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos e para o Ministério Público da Holanda.

. No Brasil, a roubalheira foi comandada por Júlio Faerman, lobista do setor e dono da Faercom e Oildrive. Ele assinava contratos de consultoria com a SBM. No que conseguia com a Petrobrás, recebia 1% e pagava 2% de propina. Minutas confidenciais da Petrobrás e e-mails com o engenheiro chefe da estatal, José Figueiredo, homem do ex-presidente José Gabrilli, foram divulgados. Em maio ele foi promovido a diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais, além de membro do Conselho de Administração.

. A Petrobrás tem 20 contratos com a SBM, no valor total de R$ 9 bilhões.

CLIQUE AQUI para examinar o fac símile de reportagem da revista Veja sobre o caso. O material é completo. Os jornais de hoje, como Valor, também repercutem as denúncias. Elas abalam a Petrobrás e o governo Dilma. José Gabrilli, que hoje é secretário estadual na Bahia, há muito tempo vem sendo acusado por incidentes na Petrobrás.

CLIQUE AQUI para ler,também, Pltaformas Inacabadas, editorial do Estadão de domingo.

Esta capataz dos médicos cubanos dá expediente na secretaria da Saúde do governo Tarso Genro

Esta capataz cubana aí ao lado, Vivain Chávez Pérez, bate ponto no governo Tarso Genro, Porto Alegre, de onde vigia e administra os trabalhadores-escravos do "Mais Médicos". Nos atos do Palácio, está sempre sentada ao lado do governador do PT



A mídia tradicional gaúcha não abriu uma só linha para apresentar a capataz cubana do "Mais Médicos" que vive e bate ponto na secretaria estadual da Saúde, Porto Alegre,  Vivian Isabel Chávez Pérez, que no dia no dia lº de novembro, surgiu em um café da manhã de boas-vindas a 100 cubanos no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, no Rio Grande do Sul, sentada à mesa das autoridades, ao lado do governador Tarso Genro e da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Os repórters de Veja, Leonardo Coutinho, Duda Teixeira e Isabel Marchezan, informam na edição desta semana que no Piratini ela foi apresentada como coordenadora da Organização Panamericana de Saúde (Opas), entidade da ONU que intermediou a importação de médicos de Cuba pelo Brasil. Nessa função, Vivian vigia os compatriotas e exerce sobre eles um extraordinário poder de convencimento.

. O médico cubano que foi mandado embora de Bento por não aprender português (leia nota a seguir) é trabalhador-escravo da capataz.

. Leia tudo:

Entre os cubanos tutelados por Vivian estão as médicas Yamila Valdes Gonzales e Yamile Mari Nin, que trabalham em postos de saúde da zona rural de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina. Em dezembro, o Ministério da Saúde foi avisado pela prefeitura de que Yamila e Yamile queriam desistir do programa e voltar para Cuba. Elas não se conformavam em receber menos de 1000 reais de salário, enquanto os outros dois profissionais do Mais Médicos na cidade, uma cazaque e um mexicano, ganham 10000 reais. Sem dinheiro para cobrir as despesas básicas em uma das cidades com maior custo de vida do estado, elas foram acolhidas por funcionários da prefeitura, que se revezavam para convidá-las para comer em suas casas e recebiam donativos para que pudessem mobiliar e equipar o seu apartamento, cujo aluguel é pago pelo município. Ao contrário dos médicos de outras nacionalidades, as cubanas não receberam o auxílio para as despesas de instalação previsto no programa, que varia de 10000 a 30000 reais. "Elas sofreram um impacto psicológico muito grande por causa dessa diferença de tratamento. Não havia uma semana que não reclamassem das dificuldades de viver aqui", diz Nádia Silva, coordenadora dos serviços de atenção básica da Secretaria de Saúde do município, onde um auxiliar de enfermagem recebe salário inicial de 1800 reais.

Compreendendo o estado de penúria em que Yamila e Yamile se encontravam, o secretário de Saúde, Ademar Possamai, imaginava que o pedido de demissão seria aceito. Em vez disso, a prefeitura recebeu uma ligação de Vivian, que pediu para falar com as médicas por telefone. A conversa foi privada e as duas cubanas jamais revelaram aos seus amigos na cidade o que lhes foi dito. O fato é que elas mudaram radicalmente de postura, voltaram ao trabalho no dia seguinte e nunca mais reclamaram. Vivian agora se comunica com elas todos os dias, por telefone ou por e-mail. Yamila e Yamile, que não quiseram ser entrevistadas, continuam enfrentando os mesmos problemas financeiros de antes. "Elas estavam determinadas a voltar para Cuba, e agora parecem apavoradas. Não consigo imaginar o que essa mulher disse a elas", diz Possamai. O cubano Júlio Alfonso consegue. Ele é diretor de uma ONG com sede em Miami, nos Estados Unidos, que dá assistência a mais de 4000 médicos que fugiram da ditadura dos irmãos Castro. "Tal como capatazes, os chefes das missões cubanas contam com uma rede de informantes e com o poder de sugerir punições aos médicos quando eles voltarem ao seu país", diz Alfonso. É assim na Venezuela, de onde só em 2013 fugiram 3000 médicos cubanos, e, como está cada vez mais claro, também no Brasil. Vivian tem a experiência e a influência necessária para controlar colegas como representante da Opas para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina

Dos 6600 profissionais que participam do Mais Médicos, atualmente 5400 são cubanos. 

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da reportagem.
CLIQUE AQUI, também, para examinar artigo de Yves Gandra Martins. O jurista diz que os cubanos prestam trabalho-escravo no Brasil. 

Médico cubano não consegue entender português e é mandado embora de Bento Gonçalves

O médico cubano Luis Enrique Rodriguez Rodriguez (foto ao lado), integrante do Programa Mais Médicos, do governo federal, que atuava no município desde novembro de 2013, deixou Bento Gonçalves por não entender português. A coordenação regional do programa federal aceitou o pedido de substituição encaminhado recentemente pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Ele atuava naUnidade Básica de Saúde do Bairro Vila Nova . William Faustino da Cruz, supervisor do Programa Mais Médicos vinculado à Secretaria Estadual da Saúde, disse que um novo profissional será designado ao município em no máximo 30 dias.

. Além da substituição do médico cubano, Bento Gonçalves receberá mais quatro médicos do programa federal. Com a saída de Rodriguez, apenas a médica brasileira Caroline Bozzetto atende hoje no município através do Programa Mais Médicos. 

Governo federal garante 95 mil vagas, mas prefeitos querem 200 mil inscrições para o Pronastec

O governo estadual e as prefeituras estão em polvorosa desde o final da semana, quando receberam o aviso de que o governo federal decidiu que bancará menos da metade dos cursos e vagas para o chamado ensino profissionalizante que querem os prefeitos de 200 municípios do RS, tudo no âmbito do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego. O ministério do Desenvolvimento Social garantiu as 95 mil vagas, mas os prefeitos abriram inscrições sem obedecer os limites, forçando acordos com Senai e Senac. 

. Em todos os municípios, amplas campanhas de recrutamento foram feitas, 200 mil vagas teriam sido prometidas e agora ninguém mais sabe como fazer com as inscrições que começam nesta segunda e com os cursos programados a partir de março.

. O secretário gaúcho do Trabalho, Luís Lara, disse que não terá encontro com a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, mulher do deputado petista Paulo Ferreira, do RS, que foi quem passou as ordens dos cortes. É que ele já garantiu as 95 mil vagas para este ano, que já são em número maior do que o total oferecido em dez anos, no período 2000 a 2009, inclusive. A média anual até o início do atual governo era de 1.500, mas o número avançou para 65 mil no ano passado e 95 mil este ano. O secretário Luís Lara acha que até poderá chegar aos 200 mil, mas isto dependerá de futuras negociações, muito depois do que já acertou. O RS é o segundo Estado mais contemplado pelo Pronatec. No RS, as prefeituras dão prioridade à formação de dependentes do Bolsa Família. 

. O governo federal alega falta de dinheiro.

. O Pronatec foi programado para funcionar em 497 municípios. Até agora, aderiram 200 deles. 

Líder da oposição denuncia, ao vivo, a violência do governo chavista de Maduro

No link a seguir, Henrique Capriles, candidato de oposição derrotado no ano passado pelos chavistas, fala ao vivo pela TV, via Internet.

CLIQUE para ver e ouvir.

Artigo, El País - A solidão da Venezuela

Ao contrário da imprensa diária tradicional, as redes sociais repercutem com intensidade e atualidade o que acontece na Venezuela.



A Organização das Nações Unidas pediu justiça para os mortos. A União Europeia advogou pelo “diálogo pacífico” e pelo respeito à liberdade de imprensa e ao direito ao protesto. O secretário da Organização de Estados Americanos (OEA) clamou para que se evitasse mais confrontos. Mas os principais líderes da América Latina, por outro lado, estão em silêncio diante da violência desatada na Venezuela durante os protestos estudantis desta semana contra o Governo de Nicolás Maduro.

(...)

Neste novo episódio de violência que agita a Venezuela –à nação, como um tudo--, os Governos da América Latina parecem, de novo, de acordo com a informação parcial e inexata que até agora ofereceu o Gabinete de Nicolás Maduro, que novamente denunciou tramas conspiratórias para justificar o uso da força e da censura. Em seu discurso desta quinta-feira à noite, 24 horas após os episódios que resultaram na morte dos estudantes Bassil Dá Costa e Roberto Redman, e do dirigente chavista Juan Montoya, o presidente Maduro se equivocou algumas vezes ao falar os nomes dos mortos, mas disse ter certeza absoluta de onde vieram as balas que mataram dois deles. Na mesma noite de quinta-feira, o chanceler venezuelano Elías Jaua justificou como decisão de Estado a retirada do ar, na Venezuela, da emissora de notícias colombiana NTN24, a única televisão que informava ao vivo o que ocorria nas ruas do país, enquanto as emissoras nacionais de rádio e TV transmitiam programas de variedades e atos oficiais.

CLIQUE AQUI para ler tudo. 

Populismo energético virou-se contra a feiticeira (Dilma)

O vídeo exibido AQUI  pelo jornalista Josias Souza, Folha, no seu blog de hoje, replica o  pronunciamento de Dilma Rousseff levado ao ar em 23 de janeiro de 2013. Em cadeia nacional de rádio e tevê, ela anunciou “uma forte redução na conta de luz de todos os brasileiros”. E despejou sobre o tapete da sala dos telespectadores uma mensagem de otimismo e confiança: “As perspectivas são as melhores possíveis.” Leia tudo:

. Vale a pena ouvir novamente essa Dilma de um ano atrás: “O Brasil vai ter energia cada vez melhor e mais barata, significa que o Brasil tem e terá energia mais que suficiente para o presente e para o futuro, sem nenhum risco de racionamento ou de qualquer tipo de estrangulamento no curto, no médio ou no longo prazo.”

. Nos últimos dias, o feitiço do populismo energético virou-se contra a feiticeira.

CLIQUE AQUI para ler tudo. 


Polícia denuncia recrutamento de bandidos no apoio aos blocos de luta de Porto Alegre

Polícia denunciou recrutamento de bandidos de vilas populares de Portro Alegre por parte dos bancos dos blocos de lutas. Eles são instruídos a vandalizar e saquear o que encontrarem pela frente, como forma de pagamento. 



Por ordem do Piratini, os delegados que presidem os inquéritos não podem listar os nomes dos Partidos, políticos, sindicatos e organizações que lideram, recrutam, financiam e dão amparo logístico e político para os bandos de delinquentes que vandalizam e saqueiam prédios públicos e privados no RS. O governo do PT não quer ser acusado de criminalizar entes de esquerda, muito embora sejam estes os ativadores dos atos de delinquência. Este tipo de omissão representa clara prevaricação e crime de responsabilidade, já que evitam punir e execrar mandantes e beneficiários pela onda de violência política em curso no Estado. 

Embora a Câmara de Vereadores prossiga fazendo corpo mole na investigação sobre os bandos que a invadiram e depredaram, evitanto até mesmo investigar vereadores (Fernando Melchione, PSOL; Sofia Cavedon, PT) e sindicatos (Cpers e Sevimpa) que os financiaram e ampararam. A CPI do Bloco dos Pelados recomeçará esta semana. É possível que requisite cópias dos inquéritos já remetidos para a Justiça. 

. A Polícia Civil já começou a remeter processos para a Justiça, revelando que radicais que lideraram as manifestações em junho de 2013 nas ruas de Porto Alegre recrutaram delinquentes em bairros da periferia da Capital para engrossar os protestos e gerar tumulto.

 . Moradores de pelo menos três zonas periféricas teriam sido arregimentados, com a promessa de obter caminho livre para saquear lojas e veículos na área central. As investigações estão em 86 inquéritos realizados por quatro delegacias – parte deles sob apreciação do Judiciário, distribuídos em diferentes varas criminais. Cada uma dessas averiguações aborda um fato: são depredações, saques e até agressões, nas quaishá várias pessoas indiciadas.

. Em Porto Alegre o “lucro” dos depredadores se daria de outra forma: a preferência nos saques no comércio e em veículos.

. Conforme documentado nos inquéritos, o suposto aliciamento começou com a atuação de líderes de grupos radicais, que teriam contatado patrões do tráfico dos bairros Bom Jesus, Cruzeiro e Vila Conceição. A proposta seria de que jovens dessas regiões fossem enviados aos protestos, com a promessa de ter liberdade para saquear e furtar. Com a aliança estabelecida, os chefes das comunidades enviavam jovens sem ideologia ou reivindicação às manifestações, onde encontrariam líderes de grupos radicais e mascarados. Na reta final das passeatas, quando as depredações começavam, pessoas com o rosto coberto iam à frente, arrombavam comércios e, logo depois, ordenariam a ação dos saqueadores. A tática “era atrair a Brigada com os saques para facilitar o quebra-quebra político”. Ainda não há indiciamentos nos dois casos.

. Por orientação governamental, nos 86 inquéritos abertos até agora pela Polícia Civil, a ligação política de indivíduos violentos que despontaram nas manifestações em Porto Alegre não é priorizada e, muitas vezes, sequer mencionada. O foco é apenas no dano causado pelos depredadores, não na sua motivação.

Zero Hora demonstra que o programa "Territórios da Paz" fracassou também no RS

O programa Territórios da Paz, implementado pelo então ministro da Justiça de Lula, Tarso Genro, foi abandonado por Dilma. Tarso recomeçou tudo no RS, mas o programa resumiu-se a solenidades como a do lado, porque não teve eficácia alguma no combate à criminalidade. 



Nesta reportagem publicada na sua edição de hoje, Zero Hora demonstra que o programa Territórios da Paz, iniciado pelo então ministro da Justiça, Tarso Genro, ainda no governo Lula, e abandonado por Dilma, reviveu no RS pelo mesmo Tarso, desde 2010 governador do RS. A repórter Letícia Costa, que assina a reportagem, demonstra que passados dois anos de implantação do programa, os resultados foram igual a zero. A incompetência do governo do PT não consegue sequer materializar projetos simples na área de segurança. Leia toda a reportagem, recheada de bons números e exemplos do fracasso do atual governo naquilo que é o seu principal programa da área da segurança pública:

Implementados em locais contaminados pelos altos índices de criminalidade, onde a presença da polícia é rejeitada pelas gangues, os Territórios de Paz ainda não geram resultados significativos de redução da violência. Estatísticas das duas maiores cidades integrantes do programa mostram que, em alguns bairros, o número de homicídios seguiu a contramão da queda do índice estadual e aumentou nos últimos anos.
Em Porto Alegre, quatro bairros — onde ocorrem um em cada três homicídios da cidade — têm o programa desde o segundo semestre de 2011. Nessas comunidades, a variação dos números, positivos ou negativos, é tímida e contraria a tendência de redução das mortes em todo Estado. Enquanto no ano passado o Rio Grande do Sul conseguiu diminuir em 5,5% os homicídios, os bairros da Capital com Territórios de Paz tiveram cinco mortes a mais, número que representa um aumento de quase 4%. Segundo o delegado Carlos Sant'Ana, coordenador do programa RS na Paz — do qual os Territórios são a principal aposta —, o resultado do projeto é esperado de médio a longo prazo.
— Não há grandes variações. Aparentemente conseguimos estabilizar o crescimento e agora esperamos ver uma redução da violência — afirma.

Com mais de dois anos em andamento, o projeto ainda não acabou com o poder paralelo em Porto Alegre. Na rua, crianças arregalam os olhos quando as viaturas passam. Estão imersas no mundo do crime organizado, onde o tráfico é a principal fonte de renda. Em bairros como a Restinga, na Zona Sul, moradores se calam ao presenciar uma pessoa baleada estendida no asfalto. Curiosos se juntam ao redor para conferir uma cena comum, que nem a presença da polícia tem conseguido evitar.

CLIQUE AQUI para ler tudo. 

Capriles rompe o silêncio para apoiar atos de rua contra a ditadura chavista de Maduro

CLIQUE AQUI para examinar outras incríveis fotos publicadas pelo jornal New York Times. 



As sangrentas jornadas desta semana na Venezuela, que ainda prosseguem, representam um enfrentamento duríssimo frente a uma ditadura que parece viver seus estertores, embora apoiada duramente por milícias mercenárias e por férreo controle da imprensa, inclusive internet. 

há 7 horas
Agradecemos al Diputado Miguel Pizarro y al grupo de abogados su trabajo durante la madrugada en la liberación de varios estudiantes. El Gobierno tiene que desarmar a los paramilitares, sabe quiénes son y dónde están, una de las acciones más importantes para lograr paz. A los que me escriben y preguntan por qué no aparezco en medios, hace meses que se ejecuta una orden de censurarme. Sin embargo hay todavía algunos medios que divulgan nuestro mensaje, a ellos nuestro agradecimiento infinito por ser libres. Acompañemos a los estudiantes pacíficamente en su lucha pero también ayudemos a los enfermos que no tienen medicinas, a los que sufren. Todo nuestro sentimiento y solidaridad con los niños que padecen cáncer en nuestro país y no tienen su tratamiento. No olvidemos el desastre económico que reina! Desastre que el Gobierno buscará cualquier acción para intentar tapar. La protesta no tiene por qué ser anarquía, tiene que ser una oportunidad para expresar y denunciar los grandes problemas que vivimos. Hay miles de personas en colas para comprar alimentos, enfermos sin conseguir medicinas, problemas graves servicios públicos, no perdamos foco. Mis 4 bisabuelos asesinados en un campo de concentración, mis abuelos sobrevivientes Holocausto, cómo quieren que crea en la violencia? Los venezolanos no somos violentos! No creemos en ese camino! No perdamos foco, protesta pacífica que busca cambios!

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A vanguarda das manifestações de rua é constituída pelos jovens estudantes universitários (foto ao lado) que enfrentam as forças armadas de bandeira venezuelana em punho, com estilingues, paus e pedras - mas não se mascaram, porque só se mascaram os assassinos do governo e seus aliados cubanos. A nota a seguir é de Henrique Capriles Radonski, candidato roubado nas urnas do ano passado pelo atual presidente, Nicolás Maduro, um marionete do regime ditatorial dinástico dos Castro. Leia o que ele escreveu ontem a noite no seu Facebook:

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