Wall Street inicia o pregão com tendência negativa
O índice Nasdaq, termômetro de tecnologia, retrocedia 2,07%, para 2.479,92 pontos ás 10h39 (horário de Brasília) desta segunda-feira. O índice Standard & Poor's 500 perdia 1,64%, para 1.179,77 pontos. Já a referência da Bolsa de Nova York, o índice Dow Jones, apresentava queda de 1,35%, aos 11.290,60 pontos.
Balança comercial registra superávit de US$ 1 bi
Segundo os dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a corrente de comércio (soma das duas operações) atingiu US$ 10,618 bilhões, o que representou, em média, movimentação de US$ 2,123 bilhões por dia útil.
. No ano, o superávit comercial atinge US$ 17,140 bilhões, resultado de US$ 146,3 bilhões em exportações e US$ 129,2 bilhões em importações.
. O valor é 68,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo comercial foi positivo em US$ 10,169 bilhões.
Cozinha contemporânea gaúcha, Bah
Somente R$ 29,00 (entrada, prato principal e sobremesa), exclusivamente no almoço (com taça de vinho, R$ 34,00). À noite e finais de semana, cardápio da cozinha contemporânea gaúcha. O melhor, segundo Veja.
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CLIQUE AQUI para saber mais sobre o Bah.
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PMDB prepara-se para quinta vitória consecutiva em Rio Grande. Adversário principal será Dirceu Lopes, PT.
Reunido todo o PMDB gaúcho em Rio Grande, no sábado, o Partido decidiu que o prefeito Fábio Branco irá à reeleição. Caso vença o pleito do ano que vem, este será o quinto mandato consecutivo do PMDB na cidade. O adversário principal de Fábio Branco poderá ser o superintendente do Porto de Rio Grande, Diceu Lopes, que é do PT.
- Rio Grande é sede do Pólo Naval e é o município gaúcho que mais cresce no Estado. O município abriga o único porto marítimo de dimensões globais do RS.
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Bovespa abre a semana em forte queda; dólar sobe e vai a R$ 1,594
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera em forte queda desde a abertura dos negócios nesta segunda-feira, primeiro dia de pregão após a decisão da agência Standard & Poor's de rebaixar a nota de crédito dos EUA. Na Europa e na Ásia a tendência também é de queda. O Ibovespa, principal termômetro dos negócios da Bolsa paulista, tem queda de 3,86%, aos 50.905 pontos.
. Já o dólar comercial opera em alta nesta segunda-feira. Perto das 9h50, a moeda tinha valorização de 0,44%, a R$ 1,594 na venda. Na sexta-feira, a moeda registrou queda de 0,44% no mercado à vista, a R$ 1,5815, num dia marcado pela volatilidade internacional. Na semana, a moeda acumulou alta de 1,96%.
. Já o dólar comercial opera em alta nesta segunda-feira. Perto das 9h50, a moeda tinha valorização de 0,44%, a R$ 1,594 na venda. Na sexta-feira, a moeda registrou queda de 0,44% no mercado à vista, a R$ 1,5815, num dia marcado pela volatilidade internacional. Na semana, a moeda acumulou alta de 1,96%.
Standard & Poor’s faz previsão negativa para os EUA
O presidente do comitê de rating soberano da agência Standard & Poor’s, John Chambers, disse ontem a um programa da TV ABC que a nota de crédito dos Estados Unidos tem “uma chance em três” de sofrer um novo rebaixamento nos próximos 6 a 24 meses.
- Em uma manobra de emergência, os Bancos Centrais europeu e de 17 países prometem fazer hoje uma “intervenção decisiva” para proteger Itália e Espanha da turbulência financeira global. O custo para rolar as dívidas italiana e espanhola deve disparar após o rebaixamento das notas de títulos dos Estados Unidos, na sexta-feira – o que aumentou suspeitas sobre a capacidade de países ricos honrarem compromissos. Além de comprar títulos da Itália e da Espanha, elas pretendem injetar liquidez para evitar uma paralisia de créditos entre bancos comerciais. Para investidores, o anúncio pode ter vindo tarde demais.
- Em uma manobra de emergência, os Bancos Centrais europeu e de 17 países prometem fazer hoje uma “intervenção decisiva” para proteger Itália e Espanha da turbulência financeira global. O custo para rolar as dívidas italiana e espanhola deve disparar após o rebaixamento das notas de títulos dos Estados Unidos, na sexta-feira – o que aumentou suspeitas sobre a capacidade de países ricos honrarem compromissos. Além de comprar títulos da Itália e da Espanha, elas pretendem injetar liquidez para evitar uma paralisia de créditos entre bancos comerciais. Para investidores, o anúncio pode ter vindo tarde demais.
Ministro da Agricultura usa funcionários de estatal
Depois de inchar a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, transferiu para seu gabinete funcionários contratados sem concurso e até hoje remunerados pela principal estatal do setor agrícola. Antes de assumir a pasta, Rossi dirigiu a companhia de junho de 2007 a março de 2010. Em sua gestão, ele mais do que quadruplicou o número de cargos de confiança na empresa. Ao sair de lá, levou pelo menos sete funcionários para seu gabinete.
. Esses servidores continuam recebendo salários da Conab e deixaram acéfalos seus postos na empresa. Entre eles há funcionários que ocupavam cargos de chefia na Conab, como as gerentes de eventos e de acompanhamento de programas. A assessoria de Rossi justificou os empréstimos dizendo que o ministro “trouxe profissionais graduados que trabalharam com ele na Conab para auxiliá-lo”, mas não fez comentários sobre o impacto que a transferência teve na atuação da Conab.
. Segundo matéria do jornal Folha, responsável pela organização do mercado agrícola e do abastecimento de comida no país, a Conab virou nos últimos anos um cabide de emprego para afilhados políticos e parentes de caciques do PMDB, o partido de Rossi.
Receita libera consulta do 3º lote do IR
O terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física, referente aos exercícios de 2011, 2010, 2009 e 2008, já está disponível para consulta nesta segunda-feira. O dinheiro entrará na conta dos contribuintes no dia 15.
. Serão contemplados 1.827.948 contribuintes, com valor total de R$ 1,8 bilhão. Em junho e em julho, as devoluções somaram R$ 4 bilhões.
. Para saber se a declaração está liberada, basta acessar a página da Receita Federal na Internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar para o Receitafone (146).
BIER MARKT
52 marcas de chopes e cervejas artesanais de várias partes do globo, harmonizados com petiscos inspirados na gastronomia alemã (experimente salsicha bock com chucrute ao bacon). Peça apfelstrudel de sobremesa, com sorvete de creme. Rua Castro Alves 442, fone 3013.2300. Site: http://www.biermarkt.com.br/
- Agora com mais lugares.
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Lula ‘Jagger’ da Silva
Jatinho, carro blindado, equipe de assessores, hotéis e restaurantes estrelados são exigências dignas de um Mick Jagger a serem cumpridas para ter direito a uma palestra no exterior do ex-presidente Lula – além do cachê de US$ 300 mil (descontados os impostos), o dobro do cobrado por Fernando Henrique.
. Segundo o jornal O Globo, em sete meses, Lula já viajou vinte vezes ao exterior, nove como conferencista.
. Segundo o jornal O Globo, em sete meses, Lula já viajou vinte vezes ao exterior, nove como conferencista.
Bancos separam R$ 64 bi contra a onda de calotes
Os juros mais altos e a inflação corroendo a renda fizeram a inadimplência no país bater recorde histórico. Só os três maiores bancos privados registraram, em seus balanços, no fim do primeiro semestre, calote de R$ 64,9 bilhões. Os empréstimos com atraso superior a 14 dias no Itaú Unibanco, Bradesco e Santander avançaram 17% ante junho de 2010.
. Com a lenta recuperação econômica dos Estados Unidos e o aprofundamento da crise na Europa, especialistas preveem piora no mercado de crédito, que pode levar o calote para R$ 75 bilhoes.
. Com a lenta recuperação econômica dos Estados Unidos e o aprofundamento da crise na Europa, especialistas preveem piora no mercado de crédito, que pode levar o calote para R$ 75 bilhoes.
Serra abre empresa de consultoria em SP
O ex-governador José Serra (PSDB) abriu uma empresa de consultoria, somando-se ao grupo de políticos que, sem cargo eletivo, ingressaram na prestação de serviço para a iniciativa privada.
. Candidato derrotado à Presidência da República em 2010, o tucano registrou na Junta Comercial de São Paulo a Apecs Consultoria e Assessoria em Gestão Empresarial há quase quatro meses, para dar palestras e coordenar a publicação de artigos.
. Candidato derrotado à Presidência da República em 2010, o tucano registrou na Junta Comercial de São Paulo a Apecs Consultoria e Assessoria em Gestão Empresarial há quase quatro meses, para dar palestras e coordenar a publicação de artigos.
Estilo Dilma atrasa projeto de ministros
Ao entrar no oitavo mês de Planalto e já contabilizar três demissões ministeriais de peso, os parlamentares da base aliada e ministros começam a emitir sinais de desconforto com o jeito Dilma Rousseff de governar. Eles temem o confronto com a presidente, não ousam fazer a crítica abertamente, mas têm a mesma queixa: “Dilma amarra os parlamentares e anula os ministros”.
. Mas são os ministros, que não têm as armas dos parlamentares, os mais incomodados. Depois de demitir também Alfredo Nascimento (Transportes) e Nelson Jobim (Defesa), Dilma reforçou o estilo centralizador e a paralisia aflige os ministros.
. Em conversas reservadas, os ministros ouvidos pelo jornal O Estado de S.Paulo, listam uma série de projetos prontos para serem apresentados à sociedade, mas que continuam na fila de espera, aguardando o aval da presidente. Isso pode ser bom para a imagem da petista, mas, dizem os ministros, fragiliza o governo.
. Mas são os ministros, que não têm as armas dos parlamentares, os mais incomodados. Depois de demitir também Alfredo Nascimento (Transportes) e Nelson Jobim (Defesa), Dilma reforçou o estilo centralizador e a paralisia aflige os ministros.
. Em conversas reservadas, os ministros ouvidos pelo jornal O Estado de S.Paulo, listam uma série de projetos prontos para serem apresentados à sociedade, mas que continuam na fila de espera, aguardando o aval da presidente. Isso pode ser bom para a imagem da petista, mas, dizem os ministros, fragiliza o governo.
Agricultura vira cabide de emprego da cúpula do PMDB
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, transformou uma empresa pública, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), num cabide de empregos para acomodar parentes de líderes políticos de seu partido, o PMDB. O loteamento começou quando Rossi dirigiu a estatal, de junho de 2007 a março de 2010. Ele deu ordem para mais doue quadruplicar o número de assessores especiais do gabinete do presidente -de 6 para 26 postos. Muitos cargos somente foram preenchidos, porém, depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu Rossi para o comando da Agricultura -o ministério ao qual a Conab responde.
. Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, neste ano, já no governo de Dilma Rousseff, foram definidas 21 nomeações. Algumas contratações foram assinadas de próprio punho pelo ministro, homem de confiança do vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB. Receberam cargos, entre outros, um filho de Renan Calheiros (AL), líder do PMDB no Senado; a ex-mulher do deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do partido na Câmara; um neto do deputado federal Mauro Benevides (CE); e um sobrinho de Orestes Quércia, ex-governador e ex-presidente do PMDB de São Paulo, que morreu no ano passado.
FHC avisa que só novas alianças permitirão que Dilma Roussef acabe com o fisiologismo e modernize o Brasil
A primeira parte do artigo a seguir do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é uma desnecessária peroração sobre o cenário político atual americano e a decadência do governo democrata de Barak Obama, mas a segunda parte introduz uma leitura completamente nova e pertinente sobre a natureza das novas relações de poder consolidadas com a chegada da nomenklatura do PT ao Planalto, mas cujas origens podem ser encontradas no início dos governos eleitos depois da ditadura, inclusive o de FHC – todas elas disputando o butim com o chamado capitalismo de mercado.
. O ex-presidente FHC vê fatores decisivamente modernizadores na necessária ação empreendida pela presidente Dilma Roussef e considera inevitável que ela refaça suas alianças políticas para que a força do capitalismo competitivo – o que não assalta os cofres públicos – mantenha a economia brasileira à tona.
. FHC enxergaria a aliança improvável entre PT e PSDB?
. A análise de FHC é diabolicamente verdade. Ele não revela o epílogo explicitamente, mas quando atribui a Dilma a condição de David, parece colocar todos os governos anteriores pós-ditadura na condição de Golias. Por si só, isto já indica em quem e no que acredita como resultado.
. O resumo das duas forças descritas pelo ex-presidente no seu asrtigo “David e Golias”.
1) Dilma Rousseff é herdeira de um Sistema que reúne o grande capital, as estatais, fundos de pensão, sindicatos e atores da base de coalizão do governo, que tudo troca por favores – uma espécie de capitalismo estatal vampirizador do dinheiro dos contribuintes, amealhado na economia real.
2) O capitalismo de mercado, muito mais competitivo.
. Como conviveram as duas forças ? FHC exlica:
- Na onda do crescimento econômico, as acomodações foram se tornando mais fáceis, tanto entre interesses econômicos quanto políticos (incluindo-se neles os “fisiológicos” e a corrupção). No início, parecia fenômeno normal das épocas de prosperidade capitalista, que seria passageiro. Pouco a pouco, se foi vendo que era mais do que isso: cada parte do Sistema precisa da outra para funcionar e o próprio Sistema necessita da anuência dos cooptáveis pelas bolsas e empregos de baixos salários e precisa de símbolos e de voz. Esta veio com o “predestinado”: o lulismo anestesiou qualquer crítica não só ao Sistema mas a suas partes constitutivas.
. Acontece que concluído o governo de Lula, o que se percebeu é que a nova presidente é menos tolerante com algumas práticas condenáveis do sistema. Analisa FHCV:
- Entretanto, quando começa a fazer uma faxina, quebram-se as peças da engrenagem toda. Sem leniên- cias e cumplicidades entre as várias partes, como obter apoios para a agenda necessária à modernização do país?
E, sem ela, como fazer frente à concorrência da China, à relativa desindustrialização, ou melhor, “desprodutividade” da economia e como arbitrar entre interesses legítimos ou não dos que precisam de mais apoio do governo, advenham eles de setores populares ou empresariais?
CLIQUE AQUI
. O ex-presidente FHC vê fatores decisivamente modernizadores na necessária ação empreendida pela presidente Dilma Roussef e considera inevitável que ela refaça suas alianças políticas para que a força do capitalismo competitivo – o que não assalta os cofres públicos – mantenha a economia brasileira à tona.
. FHC enxergaria a aliança improvável entre PT e PSDB?
. A análise de FHC é diabolicamente verdade. Ele não revela o epílogo explicitamente, mas quando atribui a Dilma a condição de David, parece colocar todos os governos anteriores pós-ditadura na condição de Golias. Por si só, isto já indica em quem e no que acredita como resultado.
. O resumo das duas forças descritas pelo ex-presidente no seu asrtigo “David e Golias”.
1) Dilma Rousseff é herdeira de um Sistema que reúne o grande capital, as estatais, fundos de pensão, sindicatos e atores da base de coalizão do governo, que tudo troca por favores – uma espécie de capitalismo estatal vampirizador do dinheiro dos contribuintes, amealhado na economia real.
2) O capitalismo de mercado, muito mais competitivo.
. Como conviveram as duas forças ? FHC exlica:
- Na onda do crescimento econômico, as acomodações foram se tornando mais fáceis, tanto entre interesses econômicos quanto políticos (incluindo-se neles os “fisiológicos” e a corrupção). No início, parecia fenômeno normal das épocas de prosperidade capitalista, que seria passageiro. Pouco a pouco, se foi vendo que era mais do que isso: cada parte do Sistema precisa da outra para funcionar e o próprio Sistema necessita da anuência dos cooptáveis pelas bolsas e empregos de baixos salários e precisa de símbolos e de voz. Esta veio com o “predestinado”: o lulismo anestesiou qualquer crítica não só ao Sistema mas a suas partes constitutivas.
. Acontece que concluído o governo de Lula, o que se percebeu é que a nova presidente é menos tolerante com algumas práticas condenáveis do sistema. Analisa FHCV:
- Entretanto, quando começa a fazer uma faxina, quebram-se as peças da engrenagem toda. Sem leniên- cias e cumplicidades entre as várias partes, como obter apoios para a agenda necessária à modernização do país?
E, sem ela, como fazer frente à concorrência da China, à relativa desindustrialização, ou melhor, “desprodutividade” da economia e como arbitrar entre interesses legítimos ou não dos que precisam de mais apoio do governo, advenham eles de setores populares ou empresariais?
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A Rede Globo impõe novos princípios para o seu jornalismo. é a nova era pós-News of the World
O Jornal Nacional deste sábado revelou aquilo que se poderia chamar de "Novos Princípios Editoriais das Organizações Globo”, uma espécie de regramento jornalístico pós-News of the World, baseado na informação de qualidade, isenção, correção, agilidade, lealdade e desprezo pelo sensacionalismo.
. A íntegra do texto com os “Princípios’ pode ser acessada AQUI. O editor destaca o item que considera mais relevante, que é o da isenção:
ISENÇÃO - O documento expõe as posturas e os procedimentos exigidos dos profissionais e dos produtos jornalísticos do grupo para que o material publicado como notícia se afaste ao máximo de subjetivismos, de opiniões pessoais - e ofereça vários ângulos dos acontecimentos. Para atingir a isenção, o texto dá indicações como:
- "o contraditório deve ser sempre acolhido";
- "não pode haver assuntos tabus";
- "o trabalho jornalístico é essencialmente coletivo, e errarão menos aqueles que ouvirem mais";
- "os jornalistas das Organizações Globo devem evitar situações que possam provocar dúvidas sobre o seu compromisso com a isenção";
- "todo esforço deve ser feito para que o público possa diferenciar o que é publicado como comentário, como opinião, do que é publicado como notícia, como informação.
. Outro princípio é: "Nenhum veículo das Organizações Globo fará uso de sensacionalismo, a deformação da realidade de modo a causar escândalo e explorar sentimentos e emoções com o objetivo de atrair uma audiência maior. O bom jornalismo é incompatível com tal prática. Algo distinto, e legítimo, é um jornalismo popular, mais coloquial, às vezes com um toque de humor, mas sem abrir mão de informar corretamente".
. A íntegra do texto com os “Princípios’ pode ser acessada AQUI. O editor destaca o item que considera mais relevante, que é o da isenção:
ISENÇÃO - O documento expõe as posturas e os procedimentos exigidos dos profissionais e dos produtos jornalísticos do grupo para que o material publicado como notícia se afaste ao máximo de subjetivismos, de opiniões pessoais - e ofereça vários ângulos dos acontecimentos. Para atingir a isenção, o texto dá indicações como:
- "o contraditório deve ser sempre acolhido";
- "não pode haver assuntos tabus";
- "o trabalho jornalístico é essencialmente coletivo, e errarão menos aqueles que ouvirem mais";
- "os jornalistas das Organizações Globo devem evitar situações que possam provocar dúvidas sobre o seu compromisso com a isenção";
- "todo esforço deve ser feito para que o público possa diferenciar o que é publicado como comentário, como opinião, do que é publicado como notícia, como informação.
. Outro princípio é: "Nenhum veículo das Organizações Globo fará uso de sensacionalismo, a deformação da realidade de modo a causar escândalo e explorar sentimentos e emoções com o objetivo de atrair uma audiência maior. O bom jornalismo é incompatível com tal prática. Algo distinto, e legítimo, é um jornalismo popular, mais coloquial, às vezes com um toque de humor, mas sem abrir mão de informar corretamente".
Novo ministro da Defesa reúne comandantes militares no sábado a tarde para transmitir aparência de tranquilidade na caserna
- O governo não quis esperar para demonstrar ao País que não existe crise militar, segundo se supõe a partir da reunião extraordinária que o novo ministro da Defesa realizou neste sábado com os comandantes das tres Forças. É claro que buscou demonstrar isto num sábado a tarde porque teme que uma possível crise política e militar poderia ocorrer com a mudança de ministro e a escolha de um nome comprometido com as piores causas da política externa anterior de Lula. Leia a nota do portal g1:
Após reunião com militares, Amorim diz que não vai 'reinventar a roda'
Ministro se reuniu com a cúpula das Forças Armadas no Planalto.
Antes, ele foi recebido pela presidente Dilma no Palácio da Alvorada.
Fábio Amato
Do G1, em Brasília
O recém-nomeado ministro da Defesa, Celso Amorim, disse neste sábado (6) que “não vai "reinventar a roda" no comando do ministério. Ele foi anunciado como ministro na quinta-feira pela presidente Dilma Rousseff e toma posse na próxima segunda (8), de acordo com a assessoria do Ministério da Defesa.O ministro da Defesa, Celso Amorim (centro) em reunião na tarde deste sábado (6) com o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito (de azul), o comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto (de branco), o comandante do Exército, Enzo Martins Peri (ao lado de Amorim, à dir.), e o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos de Nardi (Foto: Fábio Pozzebom/Abr)A declaração de Amorim foi transmitida pela assessoria do ministério após a primeira reunião do ministro com os comandantes do Exército, Enzo Peri; da Aeronáutica, Juniti Saito; da Marinha, Júlio Soares de Moura Neto; e com o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos De Nardi.O encontro durou cerca de uma hora e 45 minutos e aconteceu no Palácio do Planalto. Amorim e os comandantes deixaram o local sem falar com a imprensa. Antes da reunião, o ministro almoçou com Dilma no Palácio da Alvorada. A presidente transmitiu a ele as primeiras orientações sobre a condução da pasta.A reunião com os chefes militares no Planalto serviu para que a cúpula das Forças Armadas se apresentasse ao novo ministro. Amorim expôs aos chefes militares suas motivações para assumir a pasta da Defesa e ouviu dos comandantes relatos das questões emergenciais de cada força. Um dos temas abordados foi o orçamento militar.
Após reunião com militares, Amorim diz que não vai 'reinventar a roda'
Ministro se reuniu com a cúpula das Forças Armadas no Planalto.
Antes, ele foi recebido pela presidente Dilma no Palácio da Alvorada.
Fábio Amato
Do G1, em Brasília
O recém-nomeado ministro da Defesa, Celso Amorim, disse neste sábado (6) que “não vai "reinventar a roda" no comando do ministério. Ele foi anunciado como ministro na quinta-feira pela presidente Dilma Rousseff e toma posse na próxima segunda (8), de acordo com a assessoria do Ministério da Defesa.O ministro da Defesa, Celso Amorim (centro) em reunião na tarde deste sábado (6) com o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito (de azul), o comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto (de branco), o comandante do Exército, Enzo Martins Peri (ao lado de Amorim, à dir.), e o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos de Nardi (Foto: Fábio Pozzebom/Abr)A declaração de Amorim foi transmitida pela assessoria do ministério após a primeira reunião do ministro com os comandantes do Exército, Enzo Peri; da Aeronáutica, Juniti Saito; da Marinha, Júlio Soares de Moura Neto; e com o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos De Nardi.O encontro durou cerca de uma hora e 45 minutos e aconteceu no Palácio do Planalto. Amorim e os comandantes deixaram o local sem falar com a imprensa. Antes da reunião, o ministro almoçou com Dilma no Palácio da Alvorada. A presidente transmitiu a ele as primeiras orientações sobre a condução da pasta.A reunião com os chefes militares no Planalto serviu para que a cúpula das Forças Armadas se apresentasse ao novo ministro. Amorim expôs aos chefes militares suas motivações para assumir a pasta da Defesa e ouviu dos comandantes relatos das questões emergenciais de cada força. Um dos temas abordados foi o orçamento militar.
Procurador Geral da República denuncia Zé Otávio ao STF como chefe da organização que teria desviado R$ 44 milhões do Detran
O jornal Zero Hora deste domingo, que começou a circular no meio da tarde de sábado, publica reportagem de Fábio Schaffner, da sucursal de Brasília, que revela que o deputado Federal do PP e da base aliada do governo Dilma-Lula, do PT, acaba de ser denunciado no Supremo Tribunal Federal (STF) por formação de quadrilha, peculato e dispensa de licitação sem amparo legal, tudo no âmbito do Detran, objeto de investigações da chamada Operação Rodin. O deputado do PP foi apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como o comandante do esquema implantado no Detran quando ele assumiu a secretaria da Segurança no governo Germano Rigotto, onde permaneceu durante quatro anos, e que teria desviado R$ 44 milhões do Detran. Esse valor foi contestado nos autos da ação principal pelo ex-secretário Executivo da Fatec, Silvestre Selhorst, que provou através de tabelas comparativas e cálculos matemáticos que os procuradores não souberam fazer contas. A juiza Simone Barbisan, de Santa Maria, ainda nada decidiu sobre o pedido de Silvestre, que quer a anulação do processo. Um pedido de perícia nas contas, protocolado por outro réu, José Fernandes, também ainda não foi despachado pela juiza. Nas 858 páginas do inquérito que embasou a denúncia, a PGR afirma que a ação do parlamentar foi de "fundamental importância para o sucesso da empreitada criminosa". O caso só estourou depois que dois grupos familiares envolvidos na liderança do negócio entraram em choque o novo presidente, Flávio Vaz Neto, indicado por Otávio Germano, optou por uma delas.
. Eis o que escreve o jornal:
"Desde que a denúncia foi reiterada, em junho, Zero Hora tenta ter acesso ao teor do inquérito, que não está protegido por segredo de justiça. Somente na última semana o Supremo liberou o acesso aos autos.Conforme a denúncia, as fraudes tiveram início em 2003, tão logo o deputado assumiu a Secretaria de Segurança no governo Germano Rigotto. A maior parte das provas, porém, foi reunida a partir de 2007, após a eleição de Yeda Crusius. A PGR classifica como a segunda fase do esquema.Entre os indícios coletados na investigação, estão relatórios da Receita Federal sobre a movimentação financeira do deputado. De 2005 a 2007, ele teria movimentado R$ 2,59 milhões em suas contas bancárias, um montante quase quatro vezes superior aos rendimentos tributáveis obtidos por ele no mesmo período.Segundo a denúncia, só em 2007, José Otávio teria movimentado R$ 1,2 milhão - valor cinco vezes maior do que o total recebido no ano em salários da Câmara. Para o procurador-geral Roberto Gurgel, o fluxo de dinheiro nas contas indica que José Otávio teria sido beneficiado pelas fraudes, "recebendo parte das verbas desviadas".
- Os advogados do deputado foram ouvidos e negam tudo, inclusive a leitura sobre seus extratos bancários. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal divulgaram grampos ilegalmente obtidos, com falas do deputado. O deputado já conversou com o editor sobre o assunto em inúmeras ocasiões. Ele considera que a Operação Rodin foi um ataque orquestrado contra vários políticos, sobretudo contra si mesmo, que na época era virtual candidato do PP a governador. A Operação Rodin já ensejou vários processos cíveis e criminais.
. Eis o que escreve o jornal:
"Desde que a denúncia foi reiterada, em junho, Zero Hora tenta ter acesso ao teor do inquérito, que não está protegido por segredo de justiça. Somente na última semana o Supremo liberou o acesso aos autos.Conforme a denúncia, as fraudes tiveram início em 2003, tão logo o deputado assumiu a Secretaria de Segurança no governo Germano Rigotto. A maior parte das provas, porém, foi reunida a partir de 2007, após a eleição de Yeda Crusius. A PGR classifica como a segunda fase do esquema.Entre os indícios coletados na investigação, estão relatórios da Receita Federal sobre a movimentação financeira do deputado. De 2005 a 2007, ele teria movimentado R$ 2,59 milhões em suas contas bancárias, um montante quase quatro vezes superior aos rendimentos tributáveis obtidos por ele no mesmo período.Segundo a denúncia, só em 2007, José Otávio teria movimentado R$ 1,2 milhão - valor cinco vezes maior do que o total recebido no ano em salários da Câmara. Para o procurador-geral Roberto Gurgel, o fluxo de dinheiro nas contas indica que José Otávio teria sido beneficiado pelas fraudes, "recebendo parte das verbas desviadas".
- Os advogados do deputado foram ouvidos e negam tudo, inclusive a leitura sobre seus extratos bancários. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal divulgaram grampos ilegalmente obtidos, com falas do deputado. O deputado já conversou com o editor sobre o assunto em inúmeras ocasiões. Ele considera que a Operação Rodin foi um ataque orquestrado contra vários políticos, sobretudo contra si mesmo, que na época era virtual candidato do PP a governador. A Operação Rodin já ensejou vários processos cíveis e criminais.
Lambança no governo Lula-Dilma do PT derruba corruptos do ministério até no sábado a tarde
A corrupção no governo Lula-Dilma não perdoa nem sábado a tarde para produzir novos cadáveres políticos, porque desta vez quem caiu foi o poderoso secretário Executivo do ministério da Agricultura, na prática o substituto do ministro Wagner Rossi. Rossi, PMDB, que já estava com a cabeça a prêmio a algum tempo, só não caiu até agora por inteferência do seu padrinho político, o vice Michel Temer. Foi mais uma vez a revista Veja quem provocou a crise (leia nota a seguir). O PMDB acha que é a bola da vez, depois das denúncias contra ministros do PR e do PP. O Partido enxerga em tudo o dedo do PT e da própria Dilma Roussef, mas acha que ambos são os mais prejudicados pela lambança em que virou o governo Lula-Dilma. Leia esta nota do UOL:
O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Milton Ortolan, pediu demissão do cargo na tarde deste sábado. Número dois na estrutura da pasta, Ortolan disse ter entregue a carta de demissão ao ministro Wagner Rossi em caráter "irrevogável". Ortolan decidiu deixar o cargo após a revelação, pela revista "Veja", de que o lobista Júlio Fróes teria uma gravação em que ele exigia propina de 10% sobre contrato com o ministério.
. Ainda segundo a reportagem, Ortolan foi responsável por levar Góes à primeira reunião na comissão de licitação do ministério, onde o lobista teria até sala própria. Lá, segundo a revista, ele elabora editais e escolhe as empresas prestadoras de serviço da Agricultura.
. Na carta de despedida, Ortolan negou as acusações e disse que terá como provar inocência.
O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Milton Ortolan, pediu demissão do cargo na tarde deste sábado. Número dois na estrutura da pasta, Ortolan disse ter entregue a carta de demissão ao ministro Wagner Rossi em caráter "irrevogável". Ortolan decidiu deixar o cargo após a revelação, pela revista "Veja", de que o lobista Júlio Fróes teria uma gravação em que ele exigia propina de 10% sobre contrato com o ministério.
. Ainda segundo a reportagem, Ortolan foi responsável por levar Góes à primeira reunião na comissão de licitação do ministério, onde o lobista teria até sala própria. Lá, segundo a revista, ele elabora editais e escolhe as empresas prestadoras de serviço da Agricultura.
. Na carta de despedida, Ortolan negou as acusações e disse que terá como provar inocência.
Mar de lama avança no governo Lula-Dilma: Veja denuncia mais patifarias no ministério da Agricultura
Desta vez o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, dificilmente escapará do expurgo, porque as denúncias feitas por Veja desta semana revelam que no seu ministério foi instalado um antro sem precedentes de patifarias. Rossi, do PMDB, aliado histórico do PT e do goverlu Lula-Dilma, com os quais troca favores há vários anos, já havia sido atacado de frente pelo ex-diretor da Conab, Oscar Jucá Júnior, mas o PT e o governo Lula-Dilma nada fez, ignorando as denúncias sobre roubalheiras. O mar de lama avança. É o segundo ministro do PMDB (o primeiro foi Jobim) atacado em menos de uma semana. O PMDB acha que por trás há o dedo do PT e da própria Dilma Roussef, como aconteceu antes no ministério dos Transportes e no ministério da Defesa. A seguir, introdução da reportagem de Veja e link para ler tudo.
"Facilitador de negócios", Júlio Fróes tem mais que um escritório clandestino no interior do ministério: ele conta com o aval da cúpula da pasta. É o que mostra reportagem em VEJA desta semana
O lobista Júlio Fróes: sala dentro do Ministério da Agricultura e intermediação de contratos milionários (DUTTI)
Na semana passada, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, foi ao Congresso rebater as acusações de que sua pasta se transformou em uma central de negócios, conforme denúncia publicada por VEJA com base em uma entrevista do ex-diretor da Conab Oscar Jucá Neto, irmão do senador Romero Jucá. Depois de cinco horas de audiência, o máximo que o ministro admitiu é que, na Conab, há “imperfeições e não irregularidades”. A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado traz reportagem com novas “imperfeições” da pasta comandada por Rossi.
A reportagem mostra a atuação de um lobista chamado Júlio Fróes, que vem operando dentro do Ministério da Agricultura. “Doutor Júlio”, como é conhecido pelos servidores, goza de privilégios. Tem acesso liberado à entrada privativa do ministério e usa uma sala com computador, telefone e secretária na sobreloja do prédio, onde está instalada a Comissão de Licitação - repartição que elabora as concorrências que, só neste ano, deverão liberar 1,5 bilhão de reais da pasta.
Em seu escritório clandestino, Julio Fróes prepara editais, analisa processos de licitação e, ao mesmo tempo, cuida dos interesses de empresas que concorrem às verbas
CLIQUE AQUI para ler mais.
"Facilitador de negócios", Júlio Fróes tem mais que um escritório clandestino no interior do ministério: ele conta com o aval da cúpula da pasta. É o que mostra reportagem em VEJA desta semana
O lobista Júlio Fróes: sala dentro do Ministério da Agricultura e intermediação de contratos milionários (DUTTI)
Na semana passada, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, foi ao Congresso rebater as acusações de que sua pasta se transformou em uma central de negócios, conforme denúncia publicada por VEJA com base em uma entrevista do ex-diretor da Conab Oscar Jucá Neto, irmão do senador Romero Jucá. Depois de cinco horas de audiência, o máximo que o ministro admitiu é que, na Conab, há “imperfeições e não irregularidades”. A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado traz reportagem com novas “imperfeições” da pasta comandada por Rossi.
A reportagem mostra a atuação de um lobista chamado Júlio Fróes, que vem operando dentro do Ministério da Agricultura. “Doutor Júlio”, como é conhecido pelos servidores, goza de privilégios. Tem acesso liberado à entrada privativa do ministério e usa uma sala com computador, telefone e secretária na sobreloja do prédio, onde está instalada a Comissão de Licitação - repartição que elabora as concorrências que, só neste ano, deverão liberar 1,5 bilhão de reais da pasta.
Em seu escritório clandestino, Julio Fróes prepara editais, analisa processos de licitação e, ao mesmo tempo, cuida dos interesses de empresas que concorrem às verbas
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Maior festival de cinema da América Latina abriu nesta sexta em Gramado
Em meio ao clima politicamente tenso de Gramado, abriu nesta sexta-feira a 39ª edição do Festival de Cinema de Gramado. O evento segue até 13 de agosto no Palácio dos Festivais. É o maior festival cinematográfico da América Latina e movimenta toda a cidade, lotando hotéis, pousadas, lojas e restaurantes. A previsão do tempo para este fim de semana indica que a temperatura mínima pode chegar a -2ºC.
. O festival comemora o aumento de 45% no número de filmes inscritos em relação ao ano passado. Nesta edição, o evento recebeu inscrições de 180 filmes longa-metragem, sendo 105 brasileiros e 75 estrangeiros. Já na categoria de curta-metragem nacional foram 323 filmes inscritos. De todos os inscritos, foram selecionados para as mostras competitivas 7 filmes brasileiros, 7 filmes estrangeiros, 16 curtas nacionais e 20 filmes da Mostra Gaúcha.
. Os maiores homenageados da 39ª edição serão o ator Selton Mello, um dos maiores talentos da nova geração e a atriz Fernanda Montenegro, que será agraciada com o “Troféu Oscarito” pelo conjunto de sua obra.
. Os ingressos para as sessões estão sendo vendidos entre R$ 15 e R$ 130 e podem ser compradas na bilheteria do Palácio dos Festivais. Saiba mais sobre o evento no site - www.festivaldegramado.net
. O festival comemora o aumento de 45% no número de filmes inscritos em relação ao ano passado. Nesta edição, o evento recebeu inscrições de 180 filmes longa-metragem, sendo 105 brasileiros e 75 estrangeiros. Já na categoria de curta-metragem nacional foram 323 filmes inscritos. De todos os inscritos, foram selecionados para as mostras competitivas 7 filmes brasileiros, 7 filmes estrangeiros, 16 curtas nacionais e 20 filmes da Mostra Gaúcha.
. Os maiores homenageados da 39ª edição serão o ator Selton Mello, um dos maiores talentos da nova geração e a atriz Fernanda Montenegro, que será agraciada com o “Troféu Oscarito” pelo conjunto de sua obra.
. Os ingressos para as sessões estão sendo vendidos entre R$ 15 e R$ 130 e podem ser compradas na bilheteria do Palácio dos Festivais. Saiba mais sobre o evento no site - www.festivaldegramado.net
Nomeação para o Dnit revela falta de opções do governo Dilma Rousseff
A nomeação do general Jorge Fraxe para o cargo de diretor Geral do Dnit demonstra a falta de opções políticas da presidente Dilma Rousseff.
. O governo comporta-se como se estivesse no início do seu ocaso.
. O governo comporta-se como se estivesse no início do seu ocaso.
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