Um ano depois, a história se repete. Mesmo depois de uma CPI no Congresso e de o governo baixar normas disciplinando o uso do cartão corporativo, servidores continuam a usar o meio de pagamento para compras que não são emergenciais ou que desobedecem o princípio da busca pela economia com o dinheiro público.
. Dados do Portal da Transparência revelam que os cartões bancaram aluguéis em sequência de carros, refeições em restaurantes de alto padrão, despesas em delicatessen e até gastos em uma loja do Grêmio.
. Também registram uma compra na Dufry Brasil Duty Free -da mesma rede de free shop em que a ex-ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) usou o seu cartão corporativo, no episódio que desencadeou o processo de sua demissão.
STF pode revogar asilo ao assassino italiano asilado por Tarso Genro
As declarações a seguir são do presidente do STF, Gilmar Mendes. Ele deixou claríssimo que o STF jamais contrariou decisões do Comitê Nacionalo para os Refugiados, o que o levou a pedir o parecer do procurador Geral da República sobre a decisão de Tarso Genro, que resolveu contrariar o Comitê e concedeu asilo ao assassino italino Cesare Battisti. Ora, a Procuradoria, como o Comitê, já tinha manifestado a decisão de negar o asilo. É fácil prever o que fará o STF. De qualquer forma, até lá o bandido italiano permanecerá preso.
. A notícia a seguir, da Folha, deixa isto bem claro, como também é exemplar a entrevista não respondida, encaminhada ao advogado de Battisti, o dirigente do PT Greenhalgh, bem conhecido dos brasileiros que viram suas trapalhadas no governo Erundina, no episódio do assassinato do ex-prefeito Celso Daniel e, mais recentemente, como advogado de Daniel Dantas.
LEIA para entender tudo isto melhor:
Para Mendes, decisão sobre italiano foi um "ato isolado" de Tarso.
FELIPE SELIGMAN LUCAS FERRAZ DA SUCURSAL DE BRASÍLIA.
Presidente do Supremo mandou que Procuradoria Geral da República se manifeste sobre a libertação de Cesare BattistiMendes diz que o STF nunca debateu sobre suspensão de extradição quando decisão de conceder asilo é contrária ao entendimento do Conare.
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, caracterizou a decisão sobre o asilo político de Cesare Battisti como um "ato isolado" do ministro Tarso Genro (Justiça) e determinou que a Procuradoria Geral da República se manifeste sobre a libertação do italiano, o que deve mantê-lo preso em Brasília. Mendes afirmou, em texto encaminhado ao Ministério Público, que a corte nunca debateu sobre a possibilidade de suspender processo de extradição, com a consequente liberação do envolvido, quando a decisão de conceder asilo político é contrária ao entendimento do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados). O comitê negou, em novembro, o pedido de asilo a Battisti. A defesa do italiano recorreu e o entendimento foi revertido na terça por decisão de Tarso. Mendes relata que no caso do padre colombiano Olivério Medina, ex-integrante das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), cujo asilo político foi concedido em 2007, o STF decidiu liberá-lo em decorrência de decisão do comitê."Naquele julgamento, a análise do tribunal teve como pressuposto o reconhecimento da condição de refugiado político por decisão do próprio Conare, situação diversa do que se verifica nestes autos", diz Mendes. "Essa nova situação, em que se observa a concessão de refúgio por ato isolado do ministro da Justiça, contrariando manifestação do Conare, não foi debatida na corte", completa.Assim, o processo de Battisti no Supremo só deverá voltar a ser analisado na semana que vem, quando o vice-presidente do tribunal e relator do caso, ministro Cezar Peluso, ocupará o lugar de Mendes. Battisti precisa de um alvará de soltura expedido pelo Supremo, que em 2007 determinou sua prisão, para começar a usufruir, na prática, do benefício concedido por Tarso. Mendes pede ainda para o Ministério Público esclarecer se os fatos que motivaram a concessão do asilo a Battisti são os que motivam o governo italiano a pedir a sua extradição. A Procuradoria Geral da República já se manifestou, no passado, favorável à extradição.Paralelamente à decisão de Tarso de conceder o asilo, corre no Supremo processo de extradição de Battisti, a pedido do governo da Itália, onde ele foi condenado por homicídios. Com a concessão do asilo, na última terça, o processo no STF deveria, em tese, ser automaticamente suspenso, tornando sem fundamento a prisão.A Folha tentou contatar o advogado de Battisti, Luiz Eduardo Greenhalgh. A pedido da assessoria, a Folha listou oito itens, enviados por e-mail. A assessoria do advogado, contudo, informou à reportagem que ele só iria responder se fossem retirados dois itens considerados "ofensivos". Eles eram:
1) "Greenhalgh defende o italiano desde 2007? Como Cesare paga ou pagará os honorários aos quatro advogados que atuam no caso? O italiano recebe ajuda de amigos? Quem são?"
2) "Além do ex-ministro José Dirceu, Greenhalgh se reuniu com mais alguém do PT ou do governo para tratar do caso Cesare?"
. As perguntas foram mantidas, e ele não respondeu.
. A notícia a seguir, da Folha, deixa isto bem claro, como também é exemplar a entrevista não respondida, encaminhada ao advogado de Battisti, o dirigente do PT Greenhalgh, bem conhecido dos brasileiros que viram suas trapalhadas no governo Erundina, no episódio do assassinato do ex-prefeito Celso Daniel e, mais recentemente, como advogado de Daniel Dantas.
LEIA para entender tudo isto melhor:
Para Mendes, decisão sobre italiano foi um "ato isolado" de Tarso.
FELIPE SELIGMAN LUCAS FERRAZ DA SUCURSAL DE BRASÍLIA.
Presidente do Supremo mandou que Procuradoria Geral da República se manifeste sobre a libertação de Cesare BattistiMendes diz que o STF nunca debateu sobre suspensão de extradição quando decisão de conceder asilo é contrária ao entendimento do Conare.
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, caracterizou a decisão sobre o asilo político de Cesare Battisti como um "ato isolado" do ministro Tarso Genro (Justiça) e determinou que a Procuradoria Geral da República se manifeste sobre a libertação do italiano, o que deve mantê-lo preso em Brasília. Mendes afirmou, em texto encaminhado ao Ministério Público, que a corte nunca debateu sobre a possibilidade de suspender processo de extradição, com a consequente liberação do envolvido, quando a decisão de conceder asilo político é contrária ao entendimento do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados). O comitê negou, em novembro, o pedido de asilo a Battisti. A defesa do italiano recorreu e o entendimento foi revertido na terça por decisão de Tarso. Mendes relata que no caso do padre colombiano Olivério Medina, ex-integrante das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), cujo asilo político foi concedido em 2007, o STF decidiu liberá-lo em decorrência de decisão do comitê."Naquele julgamento, a análise do tribunal teve como pressuposto o reconhecimento da condição de refugiado político por decisão do próprio Conare, situação diversa do que se verifica nestes autos", diz Mendes. "Essa nova situação, em que se observa a concessão de refúgio por ato isolado do ministro da Justiça, contrariando manifestação do Conare, não foi debatida na corte", completa.Assim, o processo de Battisti no Supremo só deverá voltar a ser analisado na semana que vem, quando o vice-presidente do tribunal e relator do caso, ministro Cezar Peluso, ocupará o lugar de Mendes. Battisti precisa de um alvará de soltura expedido pelo Supremo, que em 2007 determinou sua prisão, para começar a usufruir, na prática, do benefício concedido por Tarso. Mendes pede ainda para o Ministério Público esclarecer se os fatos que motivaram a concessão do asilo a Battisti são os que motivam o governo italiano a pedir a sua extradição. A Procuradoria Geral da República já se manifestou, no passado, favorável à extradição.Paralelamente à decisão de Tarso de conceder o asilo, corre no Supremo processo de extradição de Battisti, a pedido do governo da Itália, onde ele foi condenado por homicídios. Com a concessão do asilo, na última terça, o processo no STF deveria, em tese, ser automaticamente suspenso, tornando sem fundamento a prisão.A Folha tentou contatar o advogado de Battisti, Luiz Eduardo Greenhalgh. A pedido da assessoria, a Folha listou oito itens, enviados por e-mail. A assessoria do advogado, contudo, informou à reportagem que ele só iria responder se fossem retirados dois itens considerados "ofensivos". Eles eram:
1) "Greenhalgh defende o italiano desde 2007? Como Cesare paga ou pagará os honorários aos quatro advogados que atuam no caso? O italiano recebe ajuda de amigos? Quem são?"
2) "Além do ex-ministro José Dirceu, Greenhalgh se reuniu com mais alguém do PT ou do governo para tratar do caso Cesare?"
. As perguntas foram mantidas, e ele não respondeu.
Filho de pai morto por Battisti manda recado a Tarso: "Não asile esse assassino"
Carta aos brasileiros
Adriano Sabbadin, hoje com 46 anos tinha somente 17 quando Cesare Battisti (foto) e seu bando entraram no açougue de seu pai e o mataram. Ele escreve uma carta aberta aos brasileiros, que foi publicada no "Corriere del Veneto":
"Vivo em uma pequena cidade na província de Veneza, escrevo a todos os brasileiros, pois hoje me sinto profundamente ferido pela decisão de vosso ministro da Justiça de considerar Cesare Battisti um refugiado político. Há 30 anos ele assassinou meu pai, não quero vingança, mas uma justiça que não chega. Quem é Battisti: ele começou na política dentro do cárcere, detido que estava por crimes comuns, aí conheceu o terrorista de extrema esquerda, Arrigo Cavallina.
A primeira vítima dos Proletários Armados para o Comunismo – PAC, foi o suboficial da guarda carcerária Antonio Santoro. Quando este sai de casa para o trabalho, Battisti lhe atira nas costas (6/6/1978). Retornando ao seu grupo ele conta excitado à sua companheira, os efeitos de ver "alguém jorrando sangue". Depois de uma série de assaltos o grupo resolver centrar contra aos agentes da "contra-revolução", isto é, comerciantes que haviam reagido contra assaltos comuns.
Inicialmente pensou-se em somente feri-los, mas a vontade de mostrar a própria força a outros grupos de terroristas de esquerda, convence o PAC que é necessário fazer ver que se é capaz de matar. Chegaram a nosso açougue pelas 4 e meia da tarde. Meu pai, ajudado por minha mãe atendiam a algum cliente, eu estava nos fundos falando ao telefone, quando ouvi os tiros de pistola que ribombavam nos meus ouvidos, apavorado corri para nossa casa que ficava no andar superior, depois de longíssimos minutos vi homens que saiam num carro em disparada. Quando cheguei ao açougue, vi minha mãe com o avental branco todo ensangüentado e meu pai no chão dentro de uma poça de sangue, a ambulância chegou rapidamente, mas nada pode fazer.
Nos processos, seja a perícia e o testemunho de um arrependido, fez ver que Battisti tinha dado, sem piedade, os tiros mortais em meu pai. Battisti esteve sempre presente no grupo armado, colocando à disposição sua experiência de bandido e ficou conhecido por sua determinação em matar, jamais hesitando em fazê-lo.
Por todos estes crimes Battisti cumpriu somente um ano da cadeia, enquanto minha vida ficou completamente destruída, me vi aos 17 anos como o chefe de família e um vazio que com o tempo só fez aumentar. Não pode existir paz sem justiça e a minha família justiça, não a teve.
Não consigo entender o que levou vosso ministro da Justiça e classificar Battisti como um refugiado político, declarando que na Itália existem aparatos ilegais de repressão ligados a Máfia e a CIA (Central Intelligence Agency), por isso não pode conceder a extradição, o fato me parece uma folia e mais que isso, ofensivo à nossa democracia.
Peço que façam um apelo ao vosso presidente para que reveja essa decisão.
(*) Tradução e seleção de Giulio Sanmartini
Adriano Sabbadin, hoje com 46 anos tinha somente 17 quando Cesare Battisti (foto) e seu bando entraram no açougue de seu pai e o mataram. Ele escreve uma carta aberta aos brasileiros, que foi publicada no "Corriere del Veneto":
"Vivo em uma pequena cidade na província de Veneza, escrevo a todos os brasileiros, pois hoje me sinto profundamente ferido pela decisão de vosso ministro da Justiça de considerar Cesare Battisti um refugiado político. Há 30 anos ele assassinou meu pai, não quero vingança, mas uma justiça que não chega. Quem é Battisti: ele começou na política dentro do cárcere, detido que estava por crimes comuns, aí conheceu o terrorista de extrema esquerda, Arrigo Cavallina.
A primeira vítima dos Proletários Armados para o Comunismo – PAC, foi o suboficial da guarda carcerária Antonio Santoro. Quando este sai de casa para o trabalho, Battisti lhe atira nas costas (6/6/1978). Retornando ao seu grupo ele conta excitado à sua companheira, os efeitos de ver "alguém jorrando sangue". Depois de uma série de assaltos o grupo resolver centrar contra aos agentes da "contra-revolução", isto é, comerciantes que haviam reagido contra assaltos comuns.
Inicialmente pensou-se em somente feri-los, mas a vontade de mostrar a própria força a outros grupos de terroristas de esquerda, convence o PAC que é necessário fazer ver que se é capaz de matar. Chegaram a nosso açougue pelas 4 e meia da tarde. Meu pai, ajudado por minha mãe atendiam a algum cliente, eu estava nos fundos falando ao telefone, quando ouvi os tiros de pistola que ribombavam nos meus ouvidos, apavorado corri para nossa casa que ficava no andar superior, depois de longíssimos minutos vi homens que saiam num carro em disparada. Quando cheguei ao açougue, vi minha mãe com o avental branco todo ensangüentado e meu pai no chão dentro de uma poça de sangue, a ambulância chegou rapidamente, mas nada pode fazer.
Nos processos, seja a perícia e o testemunho de um arrependido, fez ver que Battisti tinha dado, sem piedade, os tiros mortais em meu pai. Battisti esteve sempre presente no grupo armado, colocando à disposição sua experiência de bandido e ficou conhecido por sua determinação em matar, jamais hesitando em fazê-lo.
Por todos estes crimes Battisti cumpriu somente um ano da cadeia, enquanto minha vida ficou completamente destruída, me vi aos 17 anos como o chefe de família e um vazio que com o tempo só fez aumentar. Não pode existir paz sem justiça e a minha família justiça, não a teve.
Não consigo entender o que levou vosso ministro da Justiça e classificar Battisti como um refugiado político, declarando que na Itália existem aparatos ilegais de repressão ligados a Máfia e a CIA (Central Intelligence Agency), por isso não pode conceder a extradição, o fato me parece uma folia e mais que isso, ofensivo à nossa democracia.
Peço que façam um apelo ao vosso presidente para que reveja essa decisão.
(*) Tradução e seleção de Giulio Sanmartini
Vítima de Battisti avisa ao ministro Tarso: "Crimes de Battisti não são políticos"
Clipping / Folha de S. Paulo
Para vítima, crimes de Battisti não são políticos.
CLAUDIO DANTAS SEQUEIRA
O italiano Alberto Torregiani, 45, é uma das vítimas do PAC (Proletários Armados pelo Comunismo). Em 16 de fevereiro de 1979, ele presenciou o assassinato do pai, o ourives Pierluigi, na calçada da joalheria da família, em Milão.
Alberto também foi atingido por um tiro e ficou hemiplégico. Em entrevista à Folha, por telefone, ele criticou a concessão de refúgio a Cesare Battisti. "Battisti é assassino comum, não criminoso político."
FOLHA - Seu pai foi morto numa ação do PAC atribuída a Battisti?
ALBERTO TORREGIANI - Sim. Íamos abrir a joalheria naquela manhã. Mas antes, alguém o chamou pelo nome e, quando ele se virou, a pessoa começou a atirar. Também fui ferido. Chamamos a ambulância, mas quando chegou ele já estava morto.
FOLHA - Battisti participou?
TORREGIANI - Desse crime não. Mas, segundo um de seus ex-companheiros, foi o mandante. Nesse dia, participou de outro assassinato.
FOLHA - Pierluigi tinha alguma militância política?
TORREGIANI - Não. Meu pai não tinha nada a ver com política. Era um comerciante. Acho que foi morto por vingança. Um mês antes, reagiu a um roubo e um membro do grupo do Battisti foi morto.
FOLHA - Qual sua opinião sobre o refúgio concedido pelo Brasil?
TORREGIANI - É um absurdo. Battisti disse que corre risco de vida na Itália, mas isso não é verdade. Ocorre que, se ele voltar, terá de pagar pelos crimes que cometeu.
FOLHA - Você acha que ele é um terrorista, um criminoso político?
TORREGIANI - Ele não é um criminoso político. Foi classificado como terrorista, por ter sido condenado pelos roubos e assassinatos. Sustentam que fazia isso pelo comunismo. Para mim, ele era um criminoso comum.
FOLHA - O PAC era conhecido como grupo político?
TORREGIANI - Nunca tinha ouvido falar. Depois soubemos que era um grupo armado que defendia o comunismo.
Comunistas comandam 200 secretarias de Esporte no Brasil
Discretamente, Orlando Silva, o único ministro comunista do governo Lula e o mais jovem da Esplanada, 37 anos, tem promovido uma "verticalização" do Ministério do Esporte em todo o País, num momento em que a pasta ganha importância em razão da Copa do Mundo de 2014 e da candidatura do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016.
. O ministro iniciou a construção de uma rede de influência política, alcançando 200 Secretarias Estaduais e Municipais de Esporte pelo Brasil, segundo estimativa do próprio partido. O orçamento do ministério cresceu quase 300% em sete anos. A previsão é de que em 2009 alcance R$ 1,4 bilhão. Silva formou ainda na cúpula do ministério um cordão de aliados, composto por integrantes do PC do B e ex-líderes do movimento estudantil, do qual fez parte.
. Apesar da articulação política, Silva acumula arranhões na gestão. Segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os Jogos Pan-americanos, o orçamento inicial de cerca de R$ 390 milhões superou R$ 3 bilhões em razão da falta de planejamento do Ministério do Esporte.
. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
. O ministro iniciou a construção de uma rede de influência política, alcançando 200 Secretarias Estaduais e Municipais de Esporte pelo Brasil, segundo estimativa do próprio partido. O orçamento do ministério cresceu quase 300% em sete anos. A previsão é de que em 2009 alcance R$ 1,4 bilhão. Silva formou ainda na cúpula do ministério um cordão de aliados, composto por integrantes do PC do B e ex-líderes do movimento estudantil, do qual fez parte.
. Apesar da articulação política, Silva acumula arranhões na gestão. Segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os Jogos Pan-americanos, o orçamento inicial de cerca de R$ 390 milhões superou R$ 3 bilhões em razão da falta de planejamento do Ministério do Esporte.
. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Democratas estarão com Serra em 2010
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e o presidente nacional do Democratas, deputado Rodrigo Maia (RJ), defenderam ontem o nome do governador paulista, José Serra (PSDB), para liderar a aliança de oposição à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2010. . Apesar de não citarem diretamente o governador como candidato à Presidência da República, ambos sinalizaram que o tucano seria o nome apoiado por uma frente que contaria ainda com o PPS, entre outros partidos. A intenção é atrair o PMDB à composição.
Temendo a extinção, MST procura nova identidade na era Lula
18 de janeiro de 2009
Após a chegada do PT ao poder em 2002, o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) mantém sua importância histórica, mas perdeu adeptos, receitas e, ao comemorar seu aniversário de 25 anos neste mês, busca novas formas de se adaptar ao Brasil da era Lula.É o que apontam dados levantados pelo jornal Folha de S.Paulo que coincidem com a opiniões de especialistas sobre o tema da reforma agrária no país e no mundo.
O número de famílias invasoras caiu de 65.552, em 2003 -primeiro ano do governo Lula-, para 49.158, em 2007. O de novas famílias acampadas foi de 59.082 para 6.299-menos 89,34%. No período, a ocorrência de invasões oscilou de 391 para 364, afirma a CPT (Comissão da Pastoral da Terra).
CLIQUE na imagem acima para ler a reportagem completa.
Suplicy ''interage'' com Dilma e desiste de propor prévias
Vinte e seis dias após cantar Blowin? in the Wind, de Bob Dylan, para a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, num jantar de fim de ano, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que desistiu de reivindicar prévias no PT para a escolha do candidato à sucessão no Palácio do Planalto, em 2010.
. "Estou interagindo com Dilma", avisou ele a Lula, dentro do avião, na volta de São Paulo para Brasília, há uma semana. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, a conversa ocorreu por volta de 15h30, com a própria Dilma e o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, como testemunhas. Famintos, sem almoço, todos devoravam um prato de salada quando Suplicy - que sempre quis ser presidente e chegou a disputar prévia com o próprio Lula, em 2002 - prometeu apoiar Dilma.
. "Estou interagindo com Dilma", avisou ele a Lula, dentro do avião, na volta de São Paulo para Brasília, há uma semana. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, a conversa ocorreu por volta de 15h30, com a própria Dilma e o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, como testemunhas. Famintos, sem almoço, todos devoravam um prato de salada quando Suplicy - que sempre quis ser presidente e chegou a disputar prévia com o próprio Lula, em 2002 - prometeu apoiar Dilma.
Busatinho já aderiu. Agora só falta você !
OPINIÃO DO LEITOR
Espero que finalmente compreendas que, embora tu adores encher a boca prá chamar de "petista" qualquer um que discorde do que escreves, na verdade, tu é que és um encoberto petista.
Então:
PETISTA!
Busattinho já aderiu. Agora só falta você!
Espero que finalmente compreendas que, embora tu adores encher a boca prá chamar de "petista" qualquer um que discorde do que escreves, na verdade, tu é que és um encoberto petista.
Então:
PETISTA!
Busattinho já aderiu. Agora só falta você!
Israel anuncia cessar fogo. Paz dependerá do Hamas.
Israel anunciou ainda há pouco um cessar fogo unilateral na Faixa de Gaza, confirmando os indícios que desde sexta-feira já circulavam (leia análise ao lado, postada sexta-feira).
. Os termos do anúncio não são bem conhecidos até o momento, mas o governo israelense avisou que o acordo foi costurado pelo Egito, mas não envolve o Hamas, considerado uma entidade terrorista. A Faixa de Gaza, controlada de fato pelo Hamas, legalmente é território submetido à Autoridade Nacional Palestina, que governa a Cisjordânia (a ANP foi derrubada por um putsh do Hamas na Faixa de Gaza). Israel avisou que voltará a atacar,caso o Hamas lance novamente foguetes sobre seu território.
. O acordo de sábado foi precedido por um encontro, sexta, em Washington, entre as ministras das Relações Exteriores de Israel e EUA. Os EUA se comprometeram a impedir que os terroristas do Hamas continuem contrabandeando armamento para a Faixa de Gaza, mas não disseram como farão isto.
. As primeiras notícias não falam claramente sobre o papel que será desempenhado pela ANP e pelo Hamas, mas o anúncio de Israel não teria saído sem que ambos tivessem assumido algum tipo de compromisso muito sério com a paz.
. Os termos do anúncio não são bem conhecidos até o momento, mas o governo israelense avisou que o acordo foi costurado pelo Egito, mas não envolve o Hamas, considerado uma entidade terrorista. A Faixa de Gaza, controlada de fato pelo Hamas, legalmente é território submetido à Autoridade Nacional Palestina, que governa a Cisjordânia (a ANP foi derrubada por um putsh do Hamas na Faixa de Gaza). Israel avisou que voltará a atacar,caso o Hamas lance novamente foguetes sobre seu território.
. O acordo de sábado foi precedido por um encontro, sexta, em Washington, entre as ministras das Relações Exteriores de Israel e EUA. Os EUA se comprometeram a impedir que os terroristas do Hamas continuem contrabandeando armamento para a Faixa de Gaza, mas não disseram como farão isto.
. As primeiras notícias não falam claramente sobre o papel que será desempenhado pela ANP e pelo Hamas, mas o anúncio de Israel não teria saído sem que ambos tivessem assumido algum tipo de compromisso muito sério com a paz.
TIM tenta comprar Intelig, JB e Gazeta Mercantil
A TIM, que é o objeto de desejo de Claro, Vivo e Oi (leia a seguir) entrou em negociações com a Doca de Investimentos, grupo controlado peloempreendedor Nelson Tanure, para comprar a operadora de telefones de longa distância Intelig, concorrente da Embratel, que por sua vez é integrante do grupo mexicano que controla da Claro.
. Caso a TIM compre a Intelig, poderá levar junto a Companhia Brasileira de Multimidia, dona do Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil.
. Caso a TIM compre a Intelig, poderá levar junto a Companhia Brasileira de Multimidia, dona do Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil.
TIm enra na alça de mira de Claro, Vivo e Oi
Claro, Vivo e Oi entraram na disputa pela compra da operadora italiana de celulares TIM.
Presidente italiano expressa espanto por asilo a Battisti
O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou uma carta neste sábado (17) ao presidente Lula se dizendo “surpreso” com a decisão do Brasil de conceder asilo político ao terrorista de extrema esquerda Cesare Battisti. O envio do documento foi confirmado ao site Congresso em Foco pela Embaixada da Itália em Brasília, mas, segundo a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, Lula ainda não recebeu a carta e só deve se pronunciar sobre o fato na próxima segunda-feira (19).
. No documento, divulgado pela Presidência da Itália, Napolitano manifesta ao presidente brasileiro sua “profunda surpresa” e seu “pesar” pela decisão do governo brasileiro em considerar Battisti um refugiado político.
. O líder italiano ressalta no comunicado que Battisti foi “condenado à prisão perpétua por ter sido considerado culpado, entre outras acusações, por quatro homicídios com fins terroristas”.
. No documento, divulgado pela Presidência da Itália, Napolitano manifesta ao presidente brasileiro sua “profunda surpresa” e seu “pesar” pela decisão do governo brasileiro em considerar Battisti um refugiado político.
. O líder italiano ressalta no comunicado que Battisti foi “condenado à prisão perpétua por ter sido considerado culpado, entre outras acusações, por quatro homicídios com fins terroristas”.
Políticos atuaram em favor de terrorista italiano
Uma rede de contatos com deputados, senadores e membros do governo, em Brasília, garantiu à historiadora e escritora francesa Fred Vargas, líder de um grupo de apoio ao extremista e terrorista italiano Cesare Battisti, a aproximação com o Ministério da Justiça.
. Entre os políticos estavam o senador Eduardo Suplicy (PT), o deputado Fernando Gabeira (PV), o secretário especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. A afirmação foi feita ao jornal O Estado de S.Paulo nesta sexta-feira (16), em Paris, pela própria escritora.
. Desde março de 2007, quando Battisti foi preso no Brasil, Fred Vargas esteve no País seis vezes - em Brasília, São Paulo e no Rio -, sempre fazendo contatos em defesa do extremista. Segundo a escritora, a primeira iniciativa de viajar ao Brasil não contou com o apoio de ninguém.
. Entre os políticos estavam o senador Eduardo Suplicy (PT), o deputado Fernando Gabeira (PV), o secretário especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. A afirmação foi feita ao jornal O Estado de S.Paulo nesta sexta-feira (16), em Paris, pela própria escritora.
. Desde março de 2007, quando Battisti foi preso no Brasil, Fred Vargas esteve no País seis vezes - em Brasília, São Paulo e no Rio -, sempre fazendo contatos em defesa do extremista. Segundo a escritora, a primeira iniciativa de viajar ao Brasil não contou com o apoio de ninguém.
OAB vai pedir ao MP que apure denúncia contra Protógenes
O presidente da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, Alberto Zacharias Toron, afirmou ontem que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai pedir ao Ministério Público que apure denúncia de que o delegado Protógenes Queiroz teria espionado Nélio Machado, defensor do banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity.
. "Isso é conduta típica do Estado policial", afirmou. "É crime de abuso de autoridade." Para Toron, é inadmissível que um advogado seja investigado apenas pelo fato de defender um suspeito. "Não podemos consentir que um sujeito, por advogar, seja alvo de monitoramento."
. Ja o presidente da CPI dos Grampos, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), classificou como "grave" a espionagem feita pelo delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz ao advogado do banqueiro Daniel Dantas.
. Itagiba afirmou que a Satiagraha, operação da PF que resultou na prisão temporária do controlador do Opportunity, foi marcada por "abusos de poder". "O caso é grave pois viola o Estado democrático de direito", lamentou.
. "Isso é conduta típica do Estado policial", afirmou. "É crime de abuso de autoridade." Para Toron, é inadmissível que um advogado seja investigado apenas pelo fato de defender um suspeito. "Não podemos consentir que um sujeito, por advogar, seja alvo de monitoramento."
. Ja o presidente da CPI dos Grampos, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), classificou como "grave" a espionagem feita pelo delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz ao advogado do banqueiro Daniel Dantas.
. Itagiba afirmou que a Satiagraha, operação da PF que resultou na prisão temporária do controlador do Opportunity, foi marcada por "abusos de poder". "O caso é grave pois viola o Estado democrático de direito", lamentou.
Brasil: desemprego pode voltar aos dois dígitos
A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil poderá voltar aos dois dígitos, mais precisamente 10%, até junho deste ano, como reflexo da onda de demissões provocada pela crise mundial — em novembro, último dado disponível, estava em 7,6%. Será a maior taxa em quase dois anos.
. “É perfeitamente factível que isso aconteça, devido à rapidez com que as turbulências internacionais impactaram o mercado de trabalho brasileiro”, disse o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal. “Ninguém esperava que tantos postos de trabalho fossem fechados nas últimas semanas, como estamos vendo. Há um movimento generalizado de dispensa de trabalhadores”, acrescentou.
. O economista Fábio Romão, da LCA Consultores. Para ele, a onda de demissões será liderada pela indústria, seguida pela construção civil. “A indústria, por sinal, já acusou o golpe em novembro, quando cortou 80 mil vagas. Foi um baque. Nos últimos anos, neste mês especificamente, foram fechados entre 1 mil e 2 mil postos”, assinalou.
. “É perfeitamente factível que isso aconteça, devido à rapidez com que as turbulências internacionais impactaram o mercado de trabalho brasileiro”, disse o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal. “Ninguém esperava que tantos postos de trabalho fossem fechados nas últimas semanas, como estamos vendo. Há um movimento generalizado de dispensa de trabalhadores”, acrescentou.
. O economista Fábio Romão, da LCA Consultores. Para ele, a onda de demissões será liderada pela indústria, seguida pela construção civil. “A indústria, por sinal, já acusou o golpe em novembro, quando cortou 80 mil vagas. Foi um baque. Nos últimos anos, neste mês especificamente, foram fechados entre 1 mil e 2 mil postos”, assinalou.
Planalto quer Jucá presidente do PMDB
O Palácio do Planalto tenta articular uma saída para agradar à bancada do PMDB no Senado sem ter de entregar a Presidência da Casa. A ideia é assegurar a ida do senador Romero Jucá (RR) para a presidência nacional da legenda. O cargo hoje é ocupado pelo deputado Michel Temer (SP), candidato à Presidência da Câmara. O acordo poderia resolver a principal questão levantada pelos senadores: o equilíbrio na disputa pelo poder interno com a bancada da Câmara.
. A proposta está sendo trabalhada pelo ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, articulador político do governo. Por isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se incomodou em adiar o encontro marcado para a semana passada com o senador José Sarney (PMDB-AP). Quando os dois conversarem, Sarney terá de responder se vai ser candidato à Presidência do Senado. Algo que o governo, interessado em eleger o petista Tião Viana (AC), quer evitar a qualquer preço.
. A proposta está sendo trabalhada pelo ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, articulador político do governo. Por isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se incomodou em adiar o encontro marcado para a semana passada com o senador José Sarney (PMDB-AP). Quando os dois conversarem, Sarney terá de responder se vai ser candidato à Presidência do Senado. Algo que o governo, interessado em eleger o petista Tião Viana (AC), quer evitar a qualquer preço.
Lula apoia Chávez e diz que um dia Brasil terá mais de uma reeleição
Clipping – Folha de S.Paulo
16 de janeiro de 2009
Ao sair em defesa de Hugo Chávez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que qualquer partido no Brasil tem o direito de propor a reeleição indefinida caso o país tenha "instituições consolidadas", mas voltou a negar nova candidatura. Na Venezuela, os eleitores irão às urnas decidir sobre o tema em 15 de fevereiro.
"Estamos num processo de construção de fortalecimento das instituições no Brasil. Isso não impede que daqui a um tempo apareça um partido político com uma maioria de deputados que proponha [a restrição a apenas uma reeleição]. Pode ter três, quatro reeleições", disse Lula, durante entrevista enquanto percorria o projeto agrícola "El Dilúvio" (800 km a oeste de Caracas).
"Isso pode acontecer. Na hora em que você tiver instituições consolidadas e tiver a liberdade política que o povo quiser, isso vai acontecer." Segundo Lula, o seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, só não buscou o terceiro mandato por causa da situação econômica do Brasil na época.
Mas ontem, sempre sob o olhar atento de Chávez, Lula citou o Reino Unido, a Espanha e a Alemanha como países com governos longos, fazendo a ressalva de que são regimes parlamentares. Citou o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, para afirmar que as críticas contra Chávez só acontecem porque se trata de um governo de esquerda: "O Uribe estava querendo o terceiro mandato e ninguém perguntava a ele".
Lula disse que "cada país tem de viver o seu processo", mas descartou concorrer a um terceiro mandato. "O Chávez [54] é novo ainda, ele aguenta um novo mandato. Agora eu já tô velho, vou me retirar", disse Lula [63], em tom jocoso.
16 de janeiro de 2009
Ao sair em defesa de Hugo Chávez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que qualquer partido no Brasil tem o direito de propor a reeleição indefinida caso o país tenha "instituições consolidadas", mas voltou a negar nova candidatura. Na Venezuela, os eleitores irão às urnas decidir sobre o tema em 15 de fevereiro.
"Estamos num processo de construção de fortalecimento das instituições no Brasil. Isso não impede que daqui a um tempo apareça um partido político com uma maioria de deputados que proponha [a restrição a apenas uma reeleição]. Pode ter três, quatro reeleições", disse Lula, durante entrevista enquanto percorria o projeto agrícola "El Dilúvio" (800 km a oeste de Caracas).
"Isso pode acontecer. Na hora em que você tiver instituições consolidadas e tiver a liberdade política que o povo quiser, isso vai acontecer." Segundo Lula, o seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, só não buscou o terceiro mandato por causa da situação econômica do Brasil na época.
Mas ontem, sempre sob o olhar atento de Chávez, Lula citou o Reino Unido, a Espanha e a Alemanha como países com governos longos, fazendo a ressalva de que são regimes parlamentares. Citou o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, para afirmar que as críticas contra Chávez só acontecem porque se trata de um governo de esquerda: "O Uribe estava querendo o terceiro mandato e ninguém perguntava a ele".
Lula disse que "cada país tem de viver o seu processo", mas descartou concorrer a um terceiro mandato. "O Chávez [54] é novo ainda, ele aguenta um novo mandato. Agora eu já tô velho, vou me retirar", disse Lula [63], em tom jocoso.
Meirelles nega informação sobre saída do BC
O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, negou enfaticamente nesta sexta-feira (16), que esteja deixando o cargo, conforme noticia a edição desta semana da revista Carta Capital em extensa reportagem de capa.
'Seria um absurdo num momento desses, em que a necessidade de foco e concentração total no BC são fundamentais para o País', disse Meirelles ao jornal O Estado de S.Paulo. 'Toda a minha atividade tem sido contrária ao que foi veiculado', disse.
CLIQUE aqui para ler um trecho da materia da revista Carta Capital sobre a saida de Meirelles.
'Seria um absurdo num momento desses, em que a necessidade de foco e concentração total no BC são fundamentais para o País', disse Meirelles ao jornal O Estado de S.Paulo. 'Toda a minha atividade tem sido contrária ao que foi veiculado', disse.
CLIQUE aqui para ler um trecho da materia da revista Carta Capital sobre a saida de Meirelles.
Mensalão: Dirceu é excluído de processo por improbidade
A Justiça Federal decidiu pela exclusão do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu de um dos processos a que responde no Supremo Tribunal Federal (SFT) pelo famigerado escândalo do mensalão. Com a decisão, Dirceu não precisa mais se preocupar com a ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal (MPF) às vésperas da cassação do então deputado federal.
. A decisão (liminar), já publicada no Diário da Justiça, foi tomada pelo juiz da 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal, Alaor Piacini.
. Dirceu ainda terá de responder às acusações por formação de quadrilha e corrupção ativa, como determinou o relator da matéria no STF, Joaquim Barbosa. Além de Dirceu, foram transformados em réu mais 39 nomes acusados de participação no esquema, entre eles o empresário Marcos Valério, o deputado federal José Genoino (PT-SP) e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
. A decisão (liminar), já publicada no Diário da Justiça, foi tomada pelo juiz da 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal, Alaor Piacini.
. Dirceu ainda terá de responder às acusações por formação de quadrilha e corrupção ativa, como determinou o relator da matéria no STF, Joaquim Barbosa. Além de Dirceu, foram transformados em réu mais 39 nomes acusados de participação no esquema, entre eles o empresário Marcos Valério, o deputado federal José Genoino (PT-SP) e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
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