Segundo Mendonça, a peça publicitária utilizou personagens
gerados por inteligência artificial para simular depoimentos reais e combinou
relatos de violência e extorsão com trechos de um pronunciamento de Flávio na
Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em 2007. Para o ministro, a
propaganda ultrapassou os limites da crítica política ao sugerir que o
candidato integra o crime organizado sem apresentar provas que sustentem essa
acusação.
Em caso de descumprimento da ordem, a campanha de Lula, o
vice Geraldo Alckmin (PSB) e a coligação estão sujeitos a multa de R$ 10 mil
por exibição da peça.

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