A mudança demográfica reduz a disponibilidade relativa de trabalhadores e impõe novos desafios ao crescimento econômico. O estudo projeta que, se a composição etária da população mudar sem avanços suficientes na produtividade, o crescimento médio anual do PIB por habitante poderá cair para 0,56% entre 2024 e 2040, ante 1,05% registrado entre 2002 e 2023. Nesse cenário, a diferença em relação à manutenção do ritmo histórico poderá chegar a R$ 67,7 bilhões na economia estadual, o equivalente a 7,9% do PIB projetado como referência.
Entre as prioridades apontadas estão melhorar a
qualidade da educação pública, ampliar e qualificar a infraestrutura de
transportes e criar condições mais favoráveis aos investimentos e à atividade
empresarial.

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