Trata-se de assedio eleitoral claro.
O GHC inclui hospitais como o Conceição, Cristo Redentor, Fêmina e o Criança Conceição, além de postos de saúde e unidades de pronto atendimento.
A campanha ocorre abertamente, influenciando os 1,1 milhões de pacientes que o GHC atende por ano, cujo poder multiplicar é ainda maior.
O próprio presidente Gilberto Barichello assina material que dirige aos funcionários do GHC, como também aos pacientes. O texto lista uma série de fake news, entre as quais as mentirosas denúncias de que Flávio Bolsonaro privatizará o grupo estatal e acabará com o SUS.

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