A banalidade do mal, conceito desenvolvido por Hannah Arendt em Eichmann em Jerusalém: Um relato sobre a banalidade do mal, ajuda a compreender como o intolerável pode ser normalizado quando a ideologia substitui o julgamento crítico.
É essa reflexão que o caso da deputada federal eleita Ana Elisa, do PT de Minas Gerais, impõe ao Brasil.
Em publicações nas redes sociais, Ana Elisa expressou hostilidade contra pessoas brancas, manifestou posições sobre o aborto e dirigiu declarações agressivas aos cristãos evangélicos. São palavras pelas quais a própria parlamentar deve responder. A responsabilidade é de quem escreve e publica. Ponto. A juventude não é salvo-conduto. Ter 15, 17 ou 21 anos não apaga palavras nem elimina responsabilidades. Tampouco a condição de mulher, a identidade racial ou qualquer outra característica pessoal ou coletiva pode funcionar como imunidade contra a crítica. Uma retratação não encerra ....
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Um comentário:
O que Hannah Arendt levantou sobre eichmann é interessante,entretanto há novos pesquisadores que afirmam que eichmann não era só um burocrata e sim um anti semita convicto ela atuava por convicção ideologica. O Caso desta deputada pode ser descrito como semelhante, talvez por frustações da vida ela encontrou acolhimento nas ideias de esquerda e tomou aquilo como bandeira,entretanto ela se declarou Católica praticante ,defendendo o aborto,a censura e a violência fisica contra pessoas de outra religião.Ela é peixe pequeno perto de pessoas que hoje estão na magistrtura e nas forças de segurança do Estado que podem ter pensamentos semelhantes e sem se expor agem sutilmente para sufocar os direitos universais de quem pensa diferente .
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