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A condução de Fachin permitiu que o debate sobre Moraes se perdesse em manobras e terminasse sem decisão
Na linguagem empolada de Luiz Edson Fachin, "impende" dizer que ele - sem “menoscabo" à sua figura de homem íntegro - falhou clamorosamente na missão de conduzir a histórica sessão de terça-feira (15) no STF. Fachin havia prometido à sociedade brasileira que o STF atuaria com "firmeza e serenidade" para decidir sobre o caso de um ministro apanhado em falcatruas pela Polícia Federal. Firmeza não teve. Nenhuma. Fazendo jus ao apelido interno de "Frachim", deixou a sessão chegar tropegamente ao fim sem decidir nada e sem sequer apresentar uma previsão de quando o fará.
Serenidade, porém, sobrou. Deixou-se esculachar pela galhofa de Gilmar Mendes e pela picardia ...]
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4 comentários:
Acho engraçado que esses sujeitos que gritam aos quatro ventos que o nosso país vive uma "ditadura" (sic), são aqueles mesmos que insultam, caluniam e agridem altas autoridades de forma descarada e repetida. Que "ditadura" é essa que esses "reprimidos" podem dizer o que queiram? Certamente é diferente das ditaduras reais que esses sujeitos defendem, defenderam e defenderão, como hipócritas que são.
ZH acordando do sono conivente? Doeu em algum lugar.
A PEC 45/2025 é uma das propostas em tramitação no Congresso que limita as vagas no Supremo Tribunal Federal a juízes de carreira.Principais pontos da PEC 45/2025Exigência de carreira: Os ministros devem ser escolhidos exclusivamente entre juízes de carreira.Lista tríplice: O texto prevê que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) elabore uma lista com nomes, dos quais o presidente selecionará três para que o Senado escolha um.Mandato fixo: Institui mandato de dez anos, sem direito a recondução.Poder do Senado: Dá maior poder decisório ao Senado Federal na seleção dos integrantes da Corte.Outras propostas no Congresso também discutem limites de idade, fim da vitaliciedade e mandatos fixos para os ministros do STF
Manda quem pode. Obedece quem tem juízo.
Missão dada missão cumprida.
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