Em 1962, apenas 4 anos depois da revolução cubana, ainda estudante, fui ver e ouvir Fidel Castro falar para 1 milhão de pessoas na Praça da Revolução. Fui numa viagem de lideranças políticas, sindicais e estudantis, além de jornalistas, todos da América do Sul, num desconfortável Ilyushin russo que fez escala na ilha de Barbados. Não vi e nem falei com Fidel Castro, que esta semana teria comemorado 100 anos de vida, mas vi e falei com todos os demais líderes principais da ditadura comunista. O que mais me chamou a atenção foi o culto à personalidade. Muito antes disto, quando Cuba recém tinha derrubado o ditador Batista, em 1961, entrevistei o então presidente cubano Oswaldo Dorticós no Aeroporto Hercílio Luz, Florianópolis, derrubado poucos meses depois por Fidel. Muitos anos mais tarde, voltei a Cuba na companhia do governador Antonio Britto (1995/1999). O culto à personalidade prosseguia, porque isto é uma das pedras de toque dos regimes ditatoriais comunistas, mas o que mais me chamou a atenção foi o altíssimo grau de pobreza e de repressão policial a qualquer manifestação de pensamento e de ação divergente, cenário que permanece até hoje, dia 16 de agosto de 2026.
Já são 70 anos de ditadura comunista repressora e atrasada em território de Cuba, 1 milhão dos 11 milhões de cubanos no exílio.
4 comentários:
Pois é, Sr Políbio!!!
Llulladrão elogia a decrépita Cuba, assim como outros PTiztaz!!!
Só que nenhum dellesvai para lá!!!
Tal qual a Maucom ella, todos preferem o "decadente" capitaismo dos EUA ou Europa para passearem ou viver!!!
Cuba é miséria e desgraça; é esse o modelo q o PT quer impor no Brasil. Portanto, os TRAFICANTES SÃO VÍTIMAS DOS USUÁRIOS. Entenderam?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2k72yvd5wyo.amp
Filha rebelde de Fidel Castro fala da relação com pai:
“Ele me deu um boneco vestido como ele'
O ex-líder cubano Fidel Castro, com uniforme militar verde, ao lado da sua filha Alina Fernández, em foto dos anos 1960
CRÉDITO, ALINA FERNÁNDEZ
Legenda da foto, Alina Fernández e Fidel Castro: o ex-líder cubano teve sete filhos reconhecidos com três mulheres diferentes, mas Fernández é a única menina
A ditadura cubana assassinou mais de cem mil cubanos para sua implantação. Socialismo é sinônimo de morte.
Postar um comentário