Depois de rugir como leão e bloquear R$ 119 milhões do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, e R$ 6 milhões do ex-deputado Eduardo Cunha, o ministro Flávio Dino recuou e miou como gatinho ao determinar, neste domingo, a nulidade de emendas parlamentares indicadas por dirigentes partidários sem mandato no Congresso e por ex-parlamentares. A decisão estabelece que essas indicações não podem ser utilizadas como fundamento para a execução de despesas públicas.
Os presidentes alegam que indicaram a parlamentares e que as emendas são apresentadas por eles. Neste tipo de mecânica, não há ilegalidade alguma.
Dino determinou que os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, comuniquem imediatamente as áreas técnicas das duas Casas sobre a decisão.
A determinação alcança presidentes de partidos que não sejam deputados ou senadores e também pessoas que exerceram mandato parlamentar, mas não ocupam atualmente cargo eletivo.
5 comentários:
Li, reli, li novamente, li outra vez e li de novo e não encontrei a parte em que o Dino "recuou e miou como gatinho"...
Dino:
Uma voz isolada na luta pelo fim da roubalheira.de dinheiro.atraves das emendas parlamentares
Força Dino.
Não de bola pra quem defende os ladrões
Simples, não há emendas indicadas formalmente por líderes partidários, elas são sempre apresentadas por um parlamentar. É apenas teatro.
Dino para Presidente 2030
Também nao entendi esse "raciocínio".
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