O modelo de concessões públicas é uma relíquia autoritária que impede a verdadeira competição ao decidir quem pode ou não transmitir, protegendo grandes grupos midiáticos estabelecidos. Por causa dessa proteção artificial, o que vemos hoje é uma total estagnação criativa: praticamente todos os canais abertos exibem as mesmas coisas, reproduzindo fórmulas repetitivas de programas de auditório, telejornais focados no sensacionalismo e programas religiosos.
Se o canal fosse tratado como propriedade privada em um livre mercado, essa mesmice forçada acabaria rapidamente ...
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