A decisão foi aprovada nesta sexta-feira (3) pelo Diretório Nacional do partido, que definiu critérios para distribuir os recursos públicos entre seus candidatos.
A decisão reacende o debate sobre o financiamento público
das eleições. Criado após a proibição das doações empresariais, o Fundo
Eleitoral alcança R$ 4,9 bilhões em 2026 e é hoje a principal fonte de recursos
das campanhas. Críticos questionam o elevado volume de verbas públicas
destinado aos partidos.

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