Artigo, especial, Facundo Cerúleo - A copa e a cara do Brasil

O saudoso jornalista e escritor Walter Galvani dizia que as seleções de futebol espelham características do povo que representam. A seleção da Itália (que anda sumida), por exemplo, teria o temperamento sanguíneo e a alegria barulhenta dos italianos. A uruguaia, com a alma charrua do seu povo, mostraria uma garra feroz e o espírito de jamais desistir da luta. A da Espanha mostraria a coragem atrevida e a persistência de um povo que, além de jogar bola, não teme os touros.

Para Galvani, a seleção brasileira tinha, então, a ginga, a alegria, o improviso mais criativo e uma certa malemolência, ou seja, o jeito bem brasileiro de tocar a vida.

Escrevo de memória. Não sei se Walter Galvani chegou a publicar essas apreciações que ele ...

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4 comentários:

Anônimo disse...

Futebol como era nunca mais! Até países muito pobres estão com seu futebol e jogadores remexidos por dinheiro interno e externo!

Anônimo disse...

👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏😎😎😎😎😎😎😎

Anônimo disse...

Ideologia transformou muitas coisas.
Proibiram as piadas, anedotas e de quebra o riso e sorriso.
Acabaram com as marchinhas de carnaval, a música popular urbana, a história brasileira e incentivaram a mediocridade.
Família, patriotismo, honra, princípios, amor a Pátria foram sistematicamente deturpados, destruídos em troca do amorfo.
Esportes foram desidratados de vontade de vencer, de gana pela vitória, de suar a camisa, só a busca de dinheiro.
Ideologia tira até a vontade e a vibração de viver, nos tornar mornos, neutros, sem vontade, amestrados bovinos.

Anônimo disse...

Qual ideologia? Nomeie para não ficar dúvida quanto à tua interpretação.

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