Opinião do editor - A anistia será irreversível, vença quem vencer, mas ela poderá ser restrita no caso da vitória de Flávio

O presidente do STF, Edson Fachin, e o presidente nomeado Lula da Silva, mais o presidente do Congresso, David Alcolumbre, já teriam costurado um acordo para deixar para depois do 2o turno qualquer decisão a respeito do futuro do ministro Alexandre de Moraes e até do ministro André Mendonça.

A expectativa é de que no caso da vitória de Lula, Moraes será poupado e Mendonça será sacrificado.

Acontece que Fachin, Lula e Alcolumbre sabem que no caso da vitória de Flávio Bolsonaro, acontecerá justamente o contrário.

As informações são do Estadão.

O editor deste blog considera que um acordão poderá ocorrer depois do 2o turno, vença quem vencer, resultando numa anistia antecipada, ampla, geral e irrestrita, o que acontecerá, de qualquer forma, caso Flávio vença.

Um comentário:

Anônimo disse...

"O SENADO EXIGE CORAGEM, O SENADO EXIGE RIGOTO".
(Propaganda política do Rigotinho).

Logo quem falando em coragem. É um baita cara de pau.

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