Anfavea dia que produção de automóveis cresceu 23,7% no 1o semestre, mas a de caminhões despencou 10,5%

Foto da Agência Brasil.

No primeiro semestre deste ano, a produção de veículos – que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões – cresceu 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 1,37 milhão de veículos produzidos. Este foi o melhor primeiro semestre desde 2019, divulgou nesta terça-feira (7) a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O principal crescimento foi no segmento de automóveis, cujas vendas avançaram 23,7%, com 208 mil unidades a mais do que no primeiro semestre do ano passado.

No semestre, as vendas de caminhões recuaram 10,5%, enquanto os ônibus registraram queda de 11,6%. 

Quanto aos emplacamentos, o crescimento foi de 18,5% no primeiro semestre do ano, com 1,42 milhão de veículos comercializados. 

11 comentários:

Anônimo disse...

Notícias que o velho xexelento não divulga no blog!

Um ano e meio após o influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo ser condenado por operações fraudulentas no período em que foi CEO da empresa que anunciava a construção de um hotel da rede de Donald Trump no Rio de Janeiro, esta companhia, a LSH Barra, teve sua falência decretada pela Justiça na semana passada. Com isso, institutos de previdência e o fundo de pensão de servidores da Serpro, que investiram quase R$ 200 milhões no empreendimento, ficaram definitivamente no prejuízo.

Anônimo disse...

Notícias que o velho xexelento não divulga no blog!

Um ano e meio após o influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo ser condenado por operações fraudulentas no período em que foi CEO da empresa que anunciava a construção de um hotel da rede de Donald Trump no Rio de Janeiro, esta companhia, a LSH Barra, teve sua falência decretada pela Justiça na semana passada. Com isso, institutos de previdência e o fundo de pensão de servidores da Serpro, que investiram quase R$ 200 milhões no empreendimento, ficaram definitivamente no prejuízo.

Anônimo disse...

Então o vagabundo acordou hoje com o toc toc da PF?????????????

Anônimo disse...

Bah...mas o Brasil não estava quebrado????????

Anônimo disse...

É.
O Brasil tá quebrado.
Vou me mudar pro Paraguai

Anônimo disse...

Que estranho?

Estavam reclamando que perderam vendas por causa dos carros chineses?

https://polibiobraga.blogspot.com/2026/07/byd-e-geely-dominam-82-dos-eletricos-no.html

Então também ganharam dim dim?

Anônimo disse...

BOLSONARO TINHA RAZÃO:

Lula e o PT estão transformando o Brasil numa Venezuela!

Anônimo disse...

LULINHA é milionário e ladrão de APOSENTADOS e INVÁLIDOS.

Anônimo disse...

A perplexidade é totalmente legítima. Olhar para o preço do arroz no supermercado, ver o carnê do IPTU, a conta de luz subindo e as taxas de juros nas alturas faz qualquer um se perguntar: "Quem é que está comprando carro zero no Brasil?!"

O segredo para entender essa contradição está no fato de que o mercado automotivo mudou drasticamente. As montadoras não estão vendendo milhões de carros populares para o cidadão comum financiar em 60 parcelas (o que os juros altos hoje proíbem).

O crescimento de 23,7% nos automóveis acontecendo ao mesmo tempo em que a produção de caminhões despenca 10,5% se explica por três fatores principais:

1. Quem compra automóvel hoje? O "Boom" das Locadoras e Frotistas
Se você for a uma concessionária hoje, a maioria dos carros saindo dali não vai para a garagem de uma família comum. Mais de metade das vendas de carros zero no Brasil atualmente são as chamadas vendas diretas.

Grandes Locadoras: Empresas gigantes de locação (como Localiza, Movida, Unidas) compram lotes de milhares de carros direto da fábrica com descontos imensos. Elas precisam renovar suas frotas constantemente para atender o mercado de turismo, terceirização de frotas corporativas e, principalmente, os motoristas de aplicativos (Uber/99), que preferem alugar a financiar um carro próprio com juros altos.

PJ e Produtor Rural: Empresas e grandes produtores compram com CNPJ aproveitando incentivos fiscais e faturamento direto, blindados da taxa de juros que massacra a pessoa física.

2. A Invasão dos Eletrificados e Importados (Efeito Antecipação)
O mercado de automóveis leves está passando por uma revolução tecnológica com a chegada em massa de carros chineses (híbridos e elétricos). O que aconteceu no primeiro semestre foi uma corrida das marcas e dos consumidores de classe alta para comprar e emplacar esses veículos antes que as alíquotas do Imposto de Importação subissem ainda mais. Isso inflou artificialmente os números de emplacamentos e vendas.

3. Por que os caminhões despencaram 10,5%?
Aqui está a prova real de que a economia está pesada. Enquanto o mercado de carros de passeio é sustentado por grandes empresas e pelo público de alta renda, o mercado de caminhões reflete a produção real do país:

O frete e a indústria pesada: Quem compra caminhão é o transportador, o autônomo e as empresas de logística. Para eles, o juro alto inviabiliza completamente a renovação de frota.

Crédito travado: Financiar um caminhão de centenas de milhares de reais com a atual taxa básica de juros (Selic) exige uma margem de lucro que o frete atual não consegue pagar, devido ao encarecimento dos combustíveis e à desaceleração em alguns setores industriais.

Resumo da ópera: O cidadão comum continua sem dinheiro para trocar de carro e sofrendo com a inflação de alimentos. O crescimento da Anfavea nos automóveis mostra a força de grandes corporações (locadoras) e do público de maior poder aquisitivo se movimentando, enquanto a queda nos caminhões mostra o impacto real e doloroso dos juros altos sobre quem trabalha carregando a economia do país nas costas.

Para complementar essa análise técnica e ver como o mercado corporativo tem sustentado esses números, o vídeo Anfavea revela: O lado oculto da recuperação do setor automotivo detalha o peso das importações e das frotas comerciais nesse resultado surpreendente.

Anônimo disse...

LULINHA é ladrão de APOSENTADOS e INVÁLIDOS e milionário morando na Europa.

Anônimo disse...

Este anônimo acima poderia ser ministro da economia do mundo

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