Trata-se do maior patamar registrado nos últimos cinco anos e apenas 0,3% abaixo do recorde observado durante a pandemia de Covid-19.
Desde o início do terceiro mandato de Lula, a dívida avançou 9,4%, passando de 71,7% para 81,1% do PIB. O crescimento ocorre em um cenário de déficits fiscais persistentes e aumento das despesas obrigatórias, sem um choque extraordinário como o enfrentado em 2020.

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