Artigo, especial, Dagoberto Lima Godoy - O ataque ao Pix e o interesse dos bancos brasileiros

Dagoberto Lima Godoy é advogado, escritor, engenheiro e ex-representante brasileiro na OIT.

A pressão dos Estados Unidos contra o Pix vem sendo apresentada como reação a supostas práticas discriminatórias do Brasil no mercado de pagamentos. O argumento é frágil. Os americanos acusam o modelo brasileiro de distorcer a concorrência e expressar uma forma de intervencionismo estatal, mas esquecem — ou fingem esquecer — que eles próprios criaram sistema semelhante: o FedNow, operado pelo Federal Reserve.

Na verdade, a resistência americana ao Pix não se explica apenas por zelo concorrencial. Quem controla a infraestrutura de pagamentos controla também dados, padrões técnicos, custos de transação e parte relevante da arquitetura financeira. O Pix, no Brasil, o UPI, na Índia, o QRIS, na Indonésia, e sistemas semelhantes, reduzem a centralidade das grandes redes privadas internacionais. A preocupação americana, portanto, não se limita ao Brasil; envolve a proliferação de infraestruturas nacionais ou regionais que escapam ao domínio tradicional das plataformas financeiras ocidentais.

CLIQUE AQUI para ler mais.

3 comentários:

Anônimo disse...

A gadaiada tremendo as pernas...o tiro saiu pela culatra! Chupa bode velho, chupa zé correa!

Anônimo disse...

Kkkk a JUMENTAIADA está desesperada e inventa , mente. Vcs acabam neste ano qdo for aplicada a totalidade da Secção 301.

Anônimo disse...

O governo dos EUA considera o Pix um sistema "injusto e discriminatório" que ameaça lucros de empresas americanas de cartões (Visa/Mastercard) e concorrência privada. Segundo investigações de 2026, o Pix reduz o uso de intermediários financeiros americanos, levando ao uso do sistema como argumento para tarifas sobre o Brasil. Resta aos americanos o justo direito de espernear.

https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/