O secretário especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas, afirmou nesta quinta-feira que apenas uma das fintechs investigadas na Operação Fluxo Oculto movimentou sozinha mais de R$ 1 bilhão em dinheiro vivo em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). No total, os relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações atípicas e suspeitas de 6 fintechs, movimentando R$ 26 bilhões, além da retomada do uso de fintechs e plataformas de pagamento, que funcionaram como “dutos financeiros” do grupo criminoso.
Segundo G1, as autoridades não revelaram o nome da fintech.
Batizada de Fluxo Oculto, uma nova fase da Operação Carbono Oculto, a ação conduzida pelo grupo de atuação e combate ao crime organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal cumpriu cerca de 60 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
2 comentários:
Quem vai preso ?
Dinheiro roubado será devolvido ?
Ta, mas… deu cadeia?
Postar um comentário