Em 2025, a PF deflagrou a Operação Rejeito — a maior ação contra corrupção no licenciamento mineral já realizada em Minas Gerais. O potencial de ganhos ilícitos foi calculado em R$ 18 bilhões. Entre os presos na Operação Rejeito estava o delegado Rodrigo de Melo Teixeira (o mesmo que investigou a facada em Bolsonaro e virou no 3 da PF no governo do PT) classificado pela própria PF como “peça central” da organização criminosa. Foi a extração de dados do celular dele que revelou os três manuscritos. O terceiro manuscrito foi censurado. Ele detalha a etapa final do esquema: minério de ferro extraído ilegalmente era misturado a material legalizado — a chamada “blendagem” — e vendido a grandes companhias, como a Vale, Gerdau e
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