O texto, apresentado pelo deputado Marcos Pollon e relatado por Paulo Bilynskyj, prevê que o trabalhador possa sacar valores equivalentes ao custo da arma, munições anuais e equipamentos para armazenamento seguro. O saque dependerá de autorização válida para compra e regularidade nos sistemas da Polícia Federal ou do Exército.
A proposta ainda passará por outras comissões antes de seguir ao Senado, podendo evitar votação no plenário caso não haja recurso. O projeto também exige que o comprador cumpra as regras já previstas na legislação brasileira, incluindo testes psicológicos, comprovação de capacidade técnica e ausência de antecedentes criminais.

Um comentário:
Não acredito na que estou lendo.
Será que chegarmos no fundo do poço?
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