O impacto preocupa o agronegócio brasileiro porque a Europa representa um dos principais destinos da carne bovina nacional em valor exportado, atrás apenas de China e Estados Unidos. Enquanto o Brasil ficou de fora, países vizinhos do Mercosul, como Argentina, Uruguai e Paraguai, foram incluídos na nova relação europeia. As regras passam a valer oficialmente em 3 de setembro e endurecem o controle sobre substâncias usadas na produção animal.
A decisão europeia ocorre em um momento delicado para as relações comerciais entre os blocos, poucos dias após a entrada em vigor do acordo provisório entre União Europeia e Mercosul. Bruxelas argumenta que a resistência antimicrobiana é uma das maiores ameaças globais à saúde pública e reforçou que o uso desses medicamentos para ganho de desempenho animal não será tolerado. O episódio amplia a pressão internacional sobre o sistema sanitário brasileiro e pode gerar efeitos diretos sobre exportações, preços e credibilidade do setor agropecuário nacional.

7 comentários:
Ué ! Cadê a amizade do descondenado com o Macron ? Agora o ex-detento vai tomar uma regada do seu patrão Joesley.
è um jogo de cartas marcadas
os eropeus estão desesperados pra comprar essa carne e ficam criando factóides
história mau contada
logo logo aparece a verdade
Aí os europeus seguem com aquelas carnes de gado confinado: ruins e caras. Parabéns para o lobby do agro europeu.
nada que lullla não possa fazer uma declaração para seus eleitores e "dar a volta por cima"
O acordo com a Ué foi muito bom... para os argentinos!
Tem dedo frifri, sócio oculto de nomeado?
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