O texto, apresentado pelo deputado Marcos Pollon e relatado por Paulo Bilynskyj, prevê que o trabalhador possa sacar valores equivalentes ao custo da arma, munições anuais e equipamentos para armazenamento seguro. O saque dependerá de autorização válida para compra e regularidade nos sistemas da Polícia Federal ou do Exército.
A proposta ainda passará por outras comissões antes de seguir ao Senado, podendo evitar votação no plenário caso não haja recurso. O projeto também exige que o comprador cumpra as regras já previstas na legislação brasileira, incluindo testes psicológicos, comprovação de capacidade técnica e ausência de antecedentes criminais.

9 comentários:
Não acredito na que estou lendo.
Será que chegarmos no fundo do poço?
Fico estarrecido com essas notícias vindo do poder legislativo. Só poderia vir de um deputado do PL, tendo como relator um político do mesmo partido. O Polibius ficou tão envergonhado, que não escreveu quais partidos eles pertencem.
Porque ? Liberaram para a compra de maconha, Jumentinho ? Kkkkkk
PQP
Alguém sabe me informar o que o Bolsonaro fez com o dinheiro que o Vorcaro doou pra ele?
Comprou imóvel?
Aplicou em renda fixa?
Distribuiu para as ex esposas?
Comprou armas?
A vagabundagem já está com medo porque o cidadão TRABALHADOR vai poder andar em segurança e se defender.
E o dinheiro que o Lullinha ganhou do Careca do INSS? Sabemos que ele foi ver a aurora boreal.
Ninguém é obrigado a comprar o que não quer. Só que esta medida é praticamente inócua, pois as restrições e exigências são imensas.
E o que Lule/Dilma fizeram com um valor 100 vezes maior doado pelo Joeslei Muuuuuu? Isso não te interessa?
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