Este artigo está no X do advogado gaúcho.
Vorcaro está preso. O banco, investigado. A delação, em negociação. Mas o mesmo tribunal que mandou prender o banqueiro aparece nos registros dele. Onze voos. Jatinhos. Viagens custeadas por quem hoje é réu. Moraes, Toffoli e Nunes Marques. Cada um com sua versão. Todas chegaram só depois que os fatos vieram a público. Quem vai investigar é quem convive com os investigados. A própria imprensa registrou: Gonet mantêm “relações cordiais” com Toffoli e Moraes. Investigar não é opção. É dever funcional. Quem deixa de instaurar inquérito diante de indícios dessa magnitude, está sendo prudente ou prevaricando?
Todos os dias, cidadãos comuns são investigados, indiciados e processados com indícios muito mais frágeis do que esses.
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